<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108</id><updated>2011-12-28T12:00:34.137-08:00</updated><category term='carreira'/><category term='angustia'/><category term='relacionamento'/><category term='compulsão'/><category term='convenio psicoterapia'/><category term='psicologia do luto'/><category term='pedófilo'/><category term='relacionamentos'/><category term='Vila Mariana'/><category term='família'/><category term='psicologia'/><category term='vergonha'/><category term='estresse'/><category term='terapia'/><category term='terapia de casal'/><category term='depressao'/><category term='crime'/><category term='tristeza'/><category term='pedofilia'/><category term='psicologia e pedofilia.'/><category term='Ansiedade'/><category term='reflexao'/><category term='crise'/><category term='Síndrome do Pânico'/><category term='ajuda'/><category term='aprendizagem'/><category term='psicologa'/><category term='fim do amor'/><category term='fim do relacionamento'/><category term='convênio psicologia'/><category term='stress'/><category term='insegurança'/><category term='afetividade'/><category term='separação'/><category term='timidez'/><category term='profissão'/><category term='convenio'/><category term='melhora'/><category term='mente'/><category term='inveja'/><category term='Tratamento'/><category term='psicologica'/><category term='amor'/><category term='casamento'/><category term='temas'/><category term='transtornos psíquicos'/><category term='perda'/><category term='medo'/><category term='Bullying'/><category term='inibição'/><category term='fim de relacionamento'/><category term='auto-estima'/><category term='luto'/><category term='trabalho'/><category term='liberdade'/><category term='morte'/><title type='text'>Psicologa</title><subtitle type='html'>" Eu não vivo no passado o passado vive em mim" 
              Paulinho Da Viola</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>38</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-625635248968448502</id><published>2011-12-28T10:32:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T10:34:58.515-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crime'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pedofilia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologia e pedofilia.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pedófilo'/><title type='text'>Pedofilia: Cordeiro ou Lobo?</title><content type='html'>&lt;div class="itemHead"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="itemBody"&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="smartyImg"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O objetivo deste trabalho é                               compreender os aspectos subjetivos do indivíduo                               maior legalmente a cometer pedofilia, na qual além                               de desrespeitar a legislação nacional, desrespeita                               a criança e o adolescente enquanto seres humanos e                               cidadãos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-X8xh-ogR4y0/Tvtgv4Y_iJI/AAAAAAAAAQA/vvROxgdmy9U/s1600/pedofilia_e_crime.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-X8xh-ogR4y0/Tvtgv4Y_iJI/AAAAAAAAAQA/vvROxgdmy9U/s320/pedofilia_e_crime.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="itemText"&gt;&lt;br class="clear" /&gt;&lt;div class="rightfloaterWhite"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Justifica-se pelo fato de que à                         Psicologia e/ou aos demais profissionais de áreas a                         fins, a compreender tais atos como desvios sexuais ou                         parafilias, o que em absoluto significa doença. Esta se                         instala abruptamente na vida do indivíduo e se relaciona                         diretamente às alterações orgânicas e/ou neuronais. Para                         Ferrari (2004), o desvio se caracteriza como um conjunto                         de comportamentos não convencionais, manifestando-se                         paralelamente ao desenvolvimento da sexualidade e                         podendo acompanhá-lo durante a vida toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se de                         acordo com o autor, o pedófilo possui desejos e                         perturbações sexuais e interpessoais, o profissional de                         Psicologia deve conceber a pedofilia como uma prática                         criminosa, sem haver contestação e/ou atenuantes para os                         agressores. Com isto, sua postura ética deve seguir não                         ao código profissional em si (com referência ao sigilo),                         mas aos princípios estabelecidos pela Declaração                         Universal dos Direi&lt;br /&gt;tos Humanos, que são refletidos                         no ECA.                        &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="rightfloaterTorre"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Assim, psicólogos e profissionais de                         áreas complementares, extrapolando o âmbito forense,                         devem estar atentos às possíveis violações dos Direitos                         da Criança e do Adolescente, intervindo e prevenindo                         toda e qualquer possibilidade de desrespeito legal e                         civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora respeitando as determinações legais                         de crime, existente nesta prática, o que se pretende ter                         em foco é compreender as possíveis angústias e desejos                         do pedófilo e não meramente recriminá-lo ou julgá-lo.                         Muito se fala em pedofilia, tomando a vítima como centro                         das atenções, deixando de lado o pedófilo em si.                         &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerações sobre                         violência&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Toda e qualquer forma de                         tentar e exigir com que um outro indivíduo/grupo faça                         aquilo que não lhe é de sua própria vontade e                         iniciativa, pode ser considerado como violência. No                         entanto, é imprescindível que estas formas contenham o                         uso da força física ou autoritária, psicológica, verbal                         e sexual. Além disso, o agressor não considera o outro                         como sujeito, destinando-lhe um único lugar: o de objeto                         para satisfação de alguma necessidade, não considerando                         as próprias necessidades da vítima. (Ricotta, 1999).                         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricotta (1999) aponta que na violência física,                         além dos danos físicos propriamente, podem gerar                         conseqüências psicológicas futuras na vítima. Já na                         violência emocional/psicológica, os danos estão                         implícitos na subjetividade do sujeito, gerando seqüelas                         na conduta de comportamentos sociais e consigo mesmo,                         relações em geral, além de manifestações                         somáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os maus tratos afetivos na infância,                         provavelmente são os mais graves e difíceis de se                         avaliar, pois o sentimento de culpa, de angústia, de                         depressão, de dificuldades de relacionamento e sexuais                         na idade adulta, poderá se manifestar em razão dos                         fatores decorrentes desses quadros traumáticos. O                         comprometimento se refere à ignorância e/ou à esquiva em                         lidar com tais conteúdos, quando há a repetição do abuso                         ou do silêncio em torno da criança. (Gabel,                         1997).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especificamente, o sofrimento da vítima do                         abuso sexual (que nem sempre é físico, mas pode ser                         também psíquico), traz efeitos “destruidores” como a                         vergonha pelo abuso sofrido se internalizar como uma                         “chaga narcísica”, dificilmente exteriorizada. (Agostini                         apud Gabel, 1997). Pode-se encontrar vítimas com                         angústias (sem aparente causa, percebida pelos outros),                         com dificuldades de relacionamentos afetivos e sexuais                         futuros, ou ainda com a concepção de que todo o ambiente                         é nocivo. Summit (apud Gabel, 1997) coloca que este                         último aspecto é uma forma de síndrome da adaptação das                         crianças vítimas de abusos sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vítima se                         abstrai de sua própria infelicidade e de seu sofrimento,                         por não encontrar nos parentes o papel de protetores,                         justamente por serem os agressores. Assim, estes passam                         a ser estranhos. Essa omissão também pode caracterizar                         os adultos alheios à família, que em geral preferem                         ignorar o que se passa. Na maior parte dos casos, a                         vítima continua a sofrer as seqüelas por muito tempo                         depois de ter vivido a violência.                         (Gabel,1997).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; que tais seqüelas virão à                         tona através da consciência e da maturidade manifestadas                         na idade adulta e, que auxiliam no entendimento da                         proporção das situações vividas e dão condições para que                         se possa fazer algo.(Ricotta, 1999, p. 19).                          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, é preciso explicitar a correlação                         entre abuso sexual e pedofilia. Etimologicamente, o                         abuso indica afastamento do uso (“us”) normal, um mau                         uso e/ou excessivo. Significa, pois, ultrapassar limites                         e, portanto, transgredir. Já a pedofilia é o abuso                         sexual contra crianças e adolescentes, fato                         essencialmente marcado pela experiência que extrapola a                         consideração pelo outro no que tange o seu consentimento                         e possibilidade física e emocional de lidar com ações                         sexuais forçadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Violência                         Sexual e Pedofilia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A definição da                         violência sexual na infância e na adolescência é                         apontada por Ferrari (2004) como contatos entre uma                         criança/adolescente e um adulto (familiar ou não), onde                         este utiliza o primeiro como objeto de gratificação de                         suas necessidades ou desejos sexuais, causando dano ao                         objeto/vítima. Nestas necessidades, estão contidas                         fantasias, anseios sexuais ou comportamentos                         recorrentes, intensos e sexualmente excitantes, em geral                         envolvendo: objetos não-humanos; sofrimento ou                         humilhação, próprios ou do parceiro; crianças ou outras                         pessoas sem o seu consentimento, tudo isso ocorrendo                         durante um período mínimo de 6 meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguns                         pedófilos, tais fantasias ou estímulos são obrigatórios                         para a excitação erótica e sempre incluída na atividade                         sexual. Em outros casos, as preferências ocorrem                         episodicamente (por exemplo, durante períodos de                         stress); ao passo que em outros momentos, o indivíduo é                         capaz de se excitar sexualmente sem fantasias ou                         estímulos parafílicos. Entretanto, o fundamental aspecto                         desta relação é o sofrimento clinicamente significativo                         ou prejuízo no funcionamento social, profissional e                         áreas importantes da vida do agressor ou vítima.                         (Ferrari, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Azevedo (apud Ferrari,                         2004), a violência sexual contra a criança/ adolescente                         supõe ocorrências intra e extrafamiliares, com atos                         classificáveis em três grupos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) &lt;u&gt;Sem Contato                         Físico&lt;/u&gt;: mas com o abuso verbal, telefonemas                         obscenos, vídeos/filmes obscenos, voyeurismo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2)                         &lt;u&gt;Com Contato Físico:&lt;/u&gt; com atos físicos-genitais que                         incluem bulinações (“passar a mão”, manipulação de                         genitais); coito (ou tentativa de), contato                         oral-genital/anal; pornografia, prostituição infantil                         (exploração sexual para fins econômicos) e o incesto                         (atividade sexual entre parentes próximos, tanto de                         sangue quanto de afinidade);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) &lt;u&gt;Contato Físico                         com Violência&lt;/u&gt;: como estupro, brutalização,                         assassinato (crianças emasculadas) e o uso da força, da                         ameaça ou da intimidação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, Ferrari e                         Vecina (2002) acrescentam que existem quatro                         precondições que levam um indivíduo a cometer o abuso                         sexual infantil, considerando os aspectos                         sócio-econômicos e culturais em que se encontram os                         envolvidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) &lt;u&gt;Motivação:&lt;/u&gt;                         Socioculturalmente, o indivíduo utiliza imagens eróticas                         de crianças em publicidade, em pornografia infantil, na                         repressão da masturbação, nas relações                         extramatrimoniais, a necessidade de poder ou de controle                         ou uma anormalidade biológica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) &lt;u&gt;Supressão                         de Barreiras Internas:&lt;/u&gt; o indivíduo tenta superar as                         barreiras internas que bloqueiam seu desejo de se                         relacionar sexualmente com crianças/adolescentes,                         através de fatores desinibidores, como: o álcool, a                         psicose, a senilidade ou fracasso na repressão do                         incesto dentro da dinâmica familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3)                         &lt;u&gt;Supressão de Barreiras Externas: &lt;/u&gt;superando-os                         através: da ausência, de enfermidade ou do                         distanciamento da mãe, da falta de vigilância entre                         outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) &lt;u&gt;Superação da Possível Resistência                         Infantil: &lt;/u&gt;é a capacidade da criança e/ou adolescente                         em evitar ou resistir à violência/abuso sexual. No                         entanto, há de se considerar a sua insegurança emocional                         para obter tal êxito. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Ferrari (2004)                         relata que os pedófilos têm grande oportunidade de                         expandir os seus instintos, pelo incentivo da própria                         sociedade valorizar o sexo e o prazer. Além disso,                         encontram-se diversos meios para a sua concretização,                         através do próprio desenvolvimento tecnológico que                         garantem o anonimato, como: fotografias, cinema,                         internet, telefone. Contudo, o fotografar ou publicar                         cenas de sexo explícito envolvendo menores legais,                         abrange como criminalidade não só o agressor em si, mas                         incluem todos aqueles que de alguma forma contribua para                         a ação descrita, sejam o fotógrafo, o editor, o                         proprietário da revista, do jornal, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De                         acordo com Azevedo (2001), a pedofilia, pela Lei                         8.072/90, é considerada crime hediondo, o que determina                         rigor absoluto, inafiançável ou possibilidade de                         liberdade provisória para o agressor. Assim, deve                         responder ao processo preso em regime fechado e cumprir                         a pena integralmente. Entretanto, o autor acrescenta que                         a legislação brasileira, com relação à crimes hediondos                         ou condutas reprováveis, como a pedofilia, só são                         amparadas legalmente pelo artigo 24 do ECA, cujo                         agressor cumpre apenas de 1 a 4 anos de                         detenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pedofilia, além de ser caracterizada                         pelo sentimento e desejo de manter relações sexuais com                         crianças, traz uma possível razão psicológica no que                         tange ao desenvolvimento emocional deficiente. O                         agressor, desde a infância, não tem claro o seu “eu” e                         se utiliza da vítima como um “eu-objeto idealizado”.                         (Ferrari e Vecina, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de se fazer uma                         ressalva significativa quanto ao assunto tratado:                         violência sexual infantil e pedofilia são termos                         distintos, mas que comumente são apresentadas e                         entendidas como sinônimos. A violência sexual é o uso da                         criança como objeto de gratificação por parte do                         agressor. Uma destas formas de agressão seria a                         pedofilia, que pode ser compreendida em 2 subtipos                         principais: o incesto e a exploração sexual.                         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Azevedo (2000), estes subtipos se                         referem ao incesto, como toda e qualquer atividade de                         caráter sexual, envolvendo crianças menores legais e um                         adulto familiar próximo ou responsável por ela. Mas, há                         de se considerar o contexto sócio-cultural dos                         envolvidos nesta prática, bem como não restringir o                         espectro sexual à indivíduos maduros. Já a exploração                         sexual, implica na participação de menores legalmente,                         em atividades de prostituição e pornografia como                         comercialização sexual.&lt;br /&gt;                          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Pode-se                         pensar nas três causas principais, que leva a pedofilia,                         segundo Ferrari (2004):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira refere-se à                         sexualidade reprimida: crianças que apresentam um                         desenvolvimento afetivo-emocional conturbado, com                         dificuldade para manifestar e expressar seu                         desenvolvimento sexual, seus questionamentos,                         curiosidades, identificações com figuras de apego. É                         freqüente o pedófilo se aproximar de crianças                         afetivamente carentes, ou seja, daquelas que respondem a                         sua sedução, mesmo que ele seja um desconhecido: a                         criança é seduzida por quem lhe dedica uma atenção que                         os pais não lhe dão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda causa que leva à                         pedofilia, encontra-se na pouca idade em que crianças,                         principalmente em países subdesenvolvidos, mergulhados                         na prostituição, trocando escola e as brincadeiras                         infantis por práticas libidinosas que lhes rendem algum                         dinheiro para sobreviver. A pobreza ocasiona muitas                         vítimas, mas as mais atingidas são as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A                         terceira causa é a mais grave delas, pelo anonimato,                         pela ausência de informação e pelo grau de                         periculosidade. Está no campo dos desvios de                         personalidade, no proceder de fronteiriços que se                         apresentam, aparentemente, dentro da mais absoluta                         correção, mantendo em segredo um mundo povoado de                         abominável comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Cabral e Nick                         (2001), Freud define o Princípio do Prazer                         como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Todo o comportamento humano é                         basicamente regido pela necessidade urgente de                         gratificação dos instintos, quer de forma direta, quer                         alucinatória (através de fantasias). De acordo com a                         primeira formulação freudiana, as atividades                         inconscientes (ou do ID) são completamente dominadas por                         este princípio: a fantasia não se distingue da realidade                         e, portanto, a satisfação do prazer pode ser imediata.                         Mas, com o desenvolvimento do ego, a pessoa torna-se                         consciente das exigências da realidade (Princípio de                         Realidade); e, quando se estabelece a instituição moral                         do SUPER EGO, (a pessoa passa a ter consciência de                         satisfações ideais)&lt;/em&gt; (Cabral e Nick, 2001, p.                         235).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Freud, (1978) o impulso                         desejoso continua a existir no inconsciente à espreita                         de oportunidade para se revelar, concebe a formação de                         um substituto do reprimido disfarçado e irreconhecível,                         para lançar a consciência substituta ao qual logo se                         liga a mesma sensação de desprazer que se julgava                         evitada pela repressão. Esta substituição da idéia                         reprimida – o sintoma – é protegida contra as forças                         defensivas do ego e em lugar do breve conflito, começa                         então um sofrimento interminável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um paciente que                         sofre de um desvio sexual, apenas será capaz de trocá-lo                         por algo melhor quando sua capacidade para um amor                         adulto for realmente intensificada. Sabe-se que                         fantasias e compulsões sexuais aberrantes podem                         desaparecer de um dia para o outro, quando o homem por                         elas dominado se apaixona. Se capaz de apaixonar-se, no                         entanto, exige certo grau de maturidade que o desviado                         não alcançou, e apenas quando está a ponto de superar                         sua tendência aberrante pode relacionar-se                         emocionalmente com outra pessoa, com suficiente                         segurança para apaixonar-se. (Storr, 1976). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um                         amor adulto certamente poderá ocorrer, mas apenas em                         circunstâncias que lhe permitam travar relações novas e                         melhores com outras pessoas das quais possa retirar uma                         convicção íntima de ter algum valor. A parte mais                         importante da tarefa do psicoterapeuta, portanto, é                         fornecer uma base de completa aceitação e segurança                         emocional com a qual o paciente pode amadurecer e da                         qual ele, finalmente, se possa desligar para estabelecer                         relações mais proveitosas. (Storr, 1976).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro                         ponto que merece destaque é a Visão Rouseauriana sobre a                         inocência das crianças. O sentido da inocência infantil                         resultou numa dupla atitude moral com relação à                         infância: preservá-la da sujeira da vida e especialmente                         da sexualidade tolerada – quando não aprovada – entre os                         adultos e fortalecê-la, desenvolvendo o caráter e a                         razão. (Rousseau apud Ariès, 1981).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na questão do                         poder: indícios de pedofilia onde o adulto em geral,                         independentemente de seu sexo, detém poder sobre a                         criança (Saffioti, 2000). Sabe-se que muitas das                         concepções adultocêntricas que existem na sociedade                         brasileira (sabendo-se da existência de pedofilia em                         outras sociedades) estão presentes na visão machista,                         segundo quando a criança se vê na condição de ter de                         fazer demonstrações, tendo de obedecer aos pedidos dos                         mais velhos, sem se saber se querem fazer o que lhes é                         pedido. Outro ponto que se pode levantar é que o                         pedófilo é muito inseguro, segundo Ferrari (2004),                         porque a criança não reclama, e quando reclama não faz                         de maneira eficaz.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Embora tenha uma                         legislação de Primeiro Mundo, que visa a defesa e a                         proteção integral de crianças e adolescentes, o Brasil                         apresenta um triste cenário: participa, é conivente e é                         conhecido como integrante da rota mundial de turismo                         sexual. Além de se destacar pelo comércio de músicas e                         danças erotizadas, próprias do carnaval exibidas em                         programas de televisão expondo crianças de todas as                         idades. (Ferrari, 2004). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È passível de concluir                         que não ocorre um único fator que contribui com a                         Pedofilia. Essa é uma patologia e merece atenção por                         parte do sistema penitenciário, da sociedade e dos                         profissionais que lidam com esta. Apesar de que certos                         pacientes só procuram ajuda psiquiátrica porque seus                         desejos os colocaram em conflito com a lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não                         há cura para a pedofilia, mas é possível controlar os                         impulsos com o uso de medicamentos e ajudar o indivíduo                         a entender o que ele sente com psicoterapia, construindo                         uma maturidade emocional onde ele possa estabelecer                         novas relações, mais saudável e aceitas                         socialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar com o pedófilo não é uma                         tarefa fácil, para o psicólogo, pois exige empenho,                         dedicação e a disposição para lidar com o lado mais                         sombrio do ser humano. O profissional deve ter                         consciência de que essa intervenção interfere no seu                         psiquismo e pode despertar sentimentos conflituosos que                         vão desde a compaixão pela vítima e repulsa ao agressor                         até uma espécie de “turvação”, que o impeça de enxergar                         coisas essenciais ao decorrer da análise. Portanto, além                         da supervisão deveria submeter-se a seu próprio processo                         analítico para trabalhar seu material inconsciente                         recalcado e conhecer-se a fundo, inclusive em suas                         limitações. A leitura, assim como a atualização acerca                         do tema e a participação em grupos de estudo é                         essencial, mas, sobretudo, a sensibilidade; pois é este                         o sentimento aliado a uma autêntica empatia que o levará                         a auxiliar o analisando na elaboração de sua                         patologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È recomendável assistir um filme                         chamado “O Lenhador” que mostra um lado mais humanizado                         da pedofilia onde as fantasias que dominam os pedófilos                         não são resultado de deliberação ou escolha voluntária,                         mas está fora dos limites do controle consciente, que a                         partir da consciência da patologia pode vir a ser                         controlado. Seria muito simples para a diretora do filme                         dar um simples desfecho ao drama de “Walter” (personagem                         principal no filme), fosse “curando-o” ou mesmo                         eliminando-o da sociedade, mas ela optou por demonstrar                         um outro lado, um pedófilo lutando que não quer mais                         agir e ser visto como tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certos ou errados,                         monstros ou humanos, doentes ou pervertidos, os vários                         “Walters” andam entre nós e, o objetivo deste trabalho                         foi compreender as possíveis angústias e desejos do                         pedófilo, e não meramente recriminá-lo ou julgá-lo,                         embora respeitando as determinações legais de crime,                         existentes nesta prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda se tem muito que                         aprender a respeito da maneira como se desenvolvem os                         seres humanos e sem dúvida nossos métodos de tratamento                         serão substituídos com o tempo. Apenas muito                         recentemente, o Homem Ocidental começou a estudar                         objetivamente sua vida sexual e ignorância a respeito                         desse aspecto fundamental é ainda profunda. Ignorância,                         preconceito e condenação sempre andam juntos. O desviado                         sexual é muitas vezes olhado com medo e horror que                         resultam em uma falta de compreensão. Se este trabalho                         tiver demonstrado que as pessoas de comportamento                         sexualmente aberrante compartilham de nossa mesma                         condição humana, ele terá atingido seus                         objetivos.&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;RedePsi&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-625635248968448502?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/625635248968448502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=625635248968448502&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/625635248968448502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/625635248968448502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2011/12/pedofilia-cordeiro-ou-lobo.html' title='Pedofilia: Cordeiro ou Lobo?'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-X8xh-ogR4y0/Tvtgv4Y_iJI/AAAAAAAAAQA/vvROxgdmy9U/s72-c/pedofilia_e_crime.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-6100407636628708854</id><published>2011-12-28T09:15:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T09:21:37.177-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='separação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fim do amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fim do relacionamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>Quando o amor acaba</title><content type='html'>&lt;span style="color: white; font-family: Verdana; font-size: xx-small;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;O fim de uma relação amorosa nos sobrecarrega tanto psíquica quanto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;fisicamente; mas do ponto de vista evolutivo a montanha-russa emocional na&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;qual embarcamos nessas situações tem um objetivo: nos preparar para novos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;recomeços&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;por Aparecida Souza Corrêa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-A26NBQ4xfE8/TvtOp6Y3DGI/AAAAAAAAAP0/hb3KCAXxk2Q/s1600/SEPARA%257E1.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-A26NBQ4xfE8/TvtOp6Y3DGI/AAAAAAAAAP0/hb3KCAXxk2Q/s1600/SEPARA%257E1.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;O fim de um relacionamento afetivo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;costuma provocar uma revolução em&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;nossa vida emocional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Principalmente quando o término&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;nos pega desprevenidos – ou a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;decisão parte da outra pessoa. Um&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;turbilhão de sentimentos como&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;raiva, insegurança, carência,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;saudade, dor e desejo de vingança&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;se misturam e nos invadem. Nesse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;momento atribulado, alguns tomam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;atitudes extremadas, se expõem,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;esperneiam, suplicam; outros se&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;recolhem. Qualquer que seja a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;reação, é inevitável escaparmos do&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;sofrimento. O rompimento nos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;sobrecarrega tanto psíquica quanto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;fisicamente – muitas vezes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;causando reações como uma espécie de “bloqueio” que pode durar semanas ou até meses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Mas, pensando bem, não seria mais sensato e saudável – pelo menos do ponto de vista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;biológico – deixar logo de lado toda essa dor e recomeçar de uma vez por todas a busca por um&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;novo parceiro para procriação? Certo, há questões psíquicas envolvidas, como a necessidade de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;realização do luto e do processamento de todo o aprendizado emocional que a situação traz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;“Mas se toda a natureza trabalha no sentido de garantir a continuidade da espécie, por que,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;então, não desenvolvemos um método com o qual seja possível simplesmente descartar um&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;romance malsucedido, sem tanto dispêndio de tempo e energia?”, questiona a antropóloga&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Helen Fisher, da Universidade Rutger, Nova Jersey.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Ela mesma admite que talvez nos aproximemos mais de uma resposta se nos voltarmos para o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;início do relacionamento – e, mais precisamente, ao momento em que nos apaixonamos. A&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;utilidade evolucionária do encantamento que, por vezes, nos arrebata parece clara: nos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;concentramos totalmente em uma pessoa que escolhemos para o acasalamento, sem gastar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;tempo ou energia com assuntos secundários. “Mas o que se passa na cabeça de homens e&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;mulheres apaixonados?”, pergunta-se Fisher.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;© TODD DAVIDSON/ILLUSTRATION WORKS/CORBIS/LATINSTOCK&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Para estudar a questão e tentar responder a essa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;pergunta, ela decidiu unir-se à neurocientista Lucy&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Brown, da Escola de Medicina Albert Einstein, e ao&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;psicólogo Arthur Aron, da Universidade Estadual de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Nova York. O grupo recorreu à tomografia por&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;ressonância magnética funcional, com a qual é possível&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;acompanhar a atividade do cérebro. Enquanto estavam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;dentro do tomógrafo, os voluntários que consentiram&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;em participar do estudo observavam, alternadamente, a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;foto da pessoa que amavam e a imagem de uma pessoa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;conhecida com quem tivessem um relacionamento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;afetivamente neutro. De vez em quando, eles tinham&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;de resolver uma atividade como distração, para que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;sensações e sentimentos pudessem se atenuar. “Nessas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;diferentes situações comparamos a atividade cerebral e&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;percebemos que as duas regiões cerebrais estavam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;especialmente envolvidas durante a observação do&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;amado: partes do núcleo caudado e da área tegmentar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;ventral (ATV) direita no mesencéfalo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;IRONIAS DA NATUREZA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;É interessante notar que em ambas as regiões há&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;células neurais que se comunicam através da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;substância mensageira, a dopamina, e reagem de forma&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;sensível àquilo que causa bem-estar – como alimentos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;saborosos, por exemplo – ou mesmo à possibilidade de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;experimentá-los. O fato de a paixão estar relacionada a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;esse “sistema de recompensa”, indica que o que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;estamos habituados a chamar de “sentimento” talvez&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;seja, na verdade, um “estado de motivação” para a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;busca de algo – comparável à fome, que nos leva a buscar e consumir alimentos. Se pensarmos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;assim, o cenário fica menos romântico. Afinal, talvez não nos apaixonemos (como muitas vezes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;gostamos de pensar) em razão de uma trama bem engendrada do destino ou dos belos olhos do&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;outro, de seu charme e de sua sensualidade. Sob essa óptica o encantamento se vale, antes, de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;mecanismos neurológicos cuja função é aplacar uma necessidade biológica. E garantir a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;sobrevivência da melhor forma possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Há alguns anos, a equipe de Fisher estudou a atividade cerebral de -pessoas apaixonadas,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;porém infelizes, que estavam sofrendo profundamente pelo fim de um relacionamento amoroso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Embora os pesquisadores reconheçam não saber com precisão o que se passa no cérebro das&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;pessoas nessas situações, admitem que, aparentemente, a elevada atividade na ATV e em&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;regiões do núcleo caudado ligadas a ela, ativas quando o relacionamento parecia ir bem, ainda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;se mantém. Será então que continuamos amando, apesar de termos sido abandonados?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Tão gostoso: proximidade do ser amado desperta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;atividade neural similar à que surge quando vemos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;– e desejamos degustar – um alimento saboroso&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Psiquiatras dividem o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;processo de separação em&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;duas fases: primeiro vem o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;protesto; depois, o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;desespero. Durante a fase&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;de protesto, em geral a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;pessoa abandonada tenta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;obstinadamente recuperar o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;objeto de seu amor. Tenta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;entender o que deu errado e&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;como poderia reacender o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;interesse do outro. Algumas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;chegam a fazer cenas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;dramáticas diante do exparceiro;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;outras choram&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;sozinhas, saudosas e, por&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;algum tempo, não vêem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;nada no mundo que lhes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;atraia a atenção. Qualquer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;que seja a reação, porém, em vez de desaparecer, a paixão parecer crescer. Na base dessa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;reação estão processos neurais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Segundo os psiquiatras Thomas Lewis, Fari Amini e Richard Lannon, da Universidade da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Califórnia em São Francisco, a reação de protesto está atrelada à dopamina e à noradrenalina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Em experiências com animais, elevadas concentrações desse neurotransmissor são associadas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;não apenas ao aumento da vigilância, mas também fazem com que o indivíduo solitário&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;identifique a falta e busque o que necessita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;O fato de a concentração da dopamina aumentar justamente logo após o abandono poderia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;esclarecer por que o interesse pela pessoa perdida fica mais intenso nessa fase. Além disso, o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;neurocientista Wolfram Schultz, da Universidade Suíça de Fribourg, descobriu há alguns anos o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;que acontece no cérebro dos macacos quando uma guloseima que lhes havia sigo apresentada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;“desaparece” repentinamente: neurônios do sistema de recompensa passam a trabalhar por um&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;período especialmente longo, como que para suprir (ou tentar entender) a perda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Mas que ironia da natureza! Mal se deixa de ter acesso ao objeto do amor, intensifica-se&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;justamente a atividade daqueles circuitos cerebrais que provocam o desejo mais pronunciado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Mas não é só o mecanismo de recompensa que fica severamente esgotado na primeira fase de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;privação amorosa. Além do desejo intensificado, surge o medo, como se os indivíduos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;estivessem mais expostos e vulneráveis. Segundo o neurocientista Jaak Panksepp, da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Universidade Estadual Bowling Green, em Ohio, nos mamíferos há uma reação neuronal de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;pânico em cadeia quando a mãe se ausenta. Segundo o pesquisador, nessas situações os&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;filhotes se tornam imediatamente inquietos, choram e apresentam palpitações. Nos humanos,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;resquícios mentais dessa experiência podem ressurgir quando ocorre uma nova separação,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;ativando tanto mecanismos psíquicos quanto cerebrais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Quase sempre o parceiro que não queria a separação é tomado, em alguns momentos, pela fúria&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;– mesmo que a relação tenha terminado de forma transparente e sincera. O psicólogo Reid&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Meloy, da Universidade da Califórnia, em San Diego, denomina essa reação &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Verdana;"&gt;abandonment rage&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;(raiva do abandono). O fenômeno também parece outro estranho capricho do processo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;evolutivo, se considerarmos que a ira ou o ódio dificilmente farão o desertor voltar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;E como o amor pode se transformar tão repentinamente em ódio? Se examinarmos bem, os dois&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;sentimentos não são antagônicos – o oposto do amor seria o desinteresse. Aparentemente, a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;raiva do abandono não exclui o amor. O seguinte experimento demonstra que amor e ódio estão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;muito próximos um do outro: se estimularmos eletricamente o circuito de recompensa no&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;cérebro de um gato, ele expressa forte sentimento de bem-estar. Porém, assim que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;interrompemos a estimulação, o animal arranha e morde. Esse tipo de reação a expectativas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;não correspondidas é conhecido como “resposta de frustração-agressão”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;© DIGITALIFE/SHUTTERSTOCK&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Quando pessoas apaixonadas olham para seus parceiros, tornam-se ativas as partes do&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;sistema de recompensa do cérebro, as quais também geram o desejo. Infelizmente, isso&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;não se altera logo que a pessoa amada nos abandona&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;De alguma forma, parece que nossos antepassados desenvolveram esse infeliz curto-circuito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;neuronal entre amor e ódio – talvez com o objetivo bem prático de solucionar problemas de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;procriação. Provavelmente, todas as etapas vividas convergem justamente para esse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;mecanismo – que nos possibilita de fato encerrar um relacionamento amoroso fracassado para&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;que possamos ousar um novo começo. Além disso, é a raiva do ex que faz com que os pais, no&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;caso de uma separação, lutem tão intensamente pelo (que acreditam ser o) bem-estar de sua&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;prole. Quantas vezes, homens e mulheres anteriormente equilibrados se transformam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;repentinamente durante uma separação, tentando conseguir o que acreditam ser “o melhor”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;para seus filhos, da pior maneira possível. Nos Estados Unidos há juízes que mandam instalar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;um botão de emergência em sua mesa, caso os brigões que estão se divorciando resolvam se&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;agredir fisicamente durante a audiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Mas, em algum momento, as pessoas desistem. E aí inicia-se a segunda fase da separação: é o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;momento de lidar com a perda e resignar-se. Nessa fase, os mais propensos ao uso de álcool&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;podem recorrer à substância; outros se isolam ou passam a maior parte do tempo apáticos. “Em&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;1991, um grupo de sociólogos da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, entrevistou 114&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;homens e mulheres que tinham sido deixados por seus amados nas oito semanas anteriores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Mais de 40% sofria de depressão. Dos que receberam esse diagnóstico, 12% classificaram a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;patologia como mediana ou intensa”, observa Helen Fisher.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;A fase de resignação também se reflete na rede de recompensa neuronal. Filhotes abandonados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;por suas mães, que inicialmente protestaram e entraram em pânico, mais tarde experimentam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;um estado de resignação, uma espécie de letargia, em “resposta de desespero”. Quando esses&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;animais compreendem que suas esperanças não serão mais realizadas, as células produtoras de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;dopamina no mesencéfalo reduzem sua atividade. A falta desse neurotransmissor, por sua vez,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;leva ao desânimo e, nos casos mais graves, à depressão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Num primeiro momento, assim como o “amor-ódio”, o desespero também parece&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;contraproducente. Para que perder tempo com aflições? Alguns especialistas, porém, acreditam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;que a depressão se desenvolveu como mecanismo de superação. Existem toneladas de teorias&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;sobre esse tema. Uma hipótese extremamente interessante é defendida pelo antropólogo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Edward Hagen, da Universidade Humboldt de Berlim, e pelos biólogos Paul Watson e Paul&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Andrews, da Universidade do Novo México, assim como pelo psiquiatra Andy Thomson, da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Universidade da Virginia. Segundo eles, o alto ônus psíquico, físico e social causado pela&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;depressão tem sua utilidade: seus sintomas funcionam como claro sinal de que a pessoa afetada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;precisa urgentemente de apoio daqueles que a rodeiam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Imaginem uma moça do período paleolítico cujo companheiro se junte abertamente a outra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;mulher. No início, ela protesta furiosa tentando forçar seu parceiro a abandonar o &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;affair. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Ela&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;pede ajuda a amigos e aos companheiros do clã, mas suas súplicas não são atendidas. Por fim,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;ela entra em profunda depressão. Isso faz com que a família finalmente expulse o homem infiel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Eles apóiam a jovem abandonada até que ela reúna forças suficientes para procurar um novo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;companheiro e conseguir novamente colaborar com a alimentação e os cuidados das crianças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;A depressão, porém, oferece mais uma vantagem evolucionária: nos obriga a encarar os fatos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;como são. Pessoas depressivas vivem aquilo que o psicólogo Jeffrey Zeig, da Fundação Milton H.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;Erickson, em Phoenix, Arizona, chama de “falha da negação”. Somente a depressão leva uma&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;pessoa a aceitar finalmente o apoio oferecido ou a tomar uma decisão que, em última instância,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;pode acabar tendo efeito positivo sobre suas chances de sobrevivência e procriação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;A natureza humana tem bons motivos para ser moldada de forma que soframos massivamente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;pela privação repentina do amor – no início, para que possamos protestar e tentar recuperar o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;objeto de nosso afeto e, por fim, quando nada disso funciona, para que deixemos de lado esse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;objeto e possamos recomeçar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Verdana;"&gt;Revista Mente e Cérebro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: xx-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-6100407636628708854?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/6100407636628708854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=6100407636628708854&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6100407636628708854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6100407636628708854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2011/12/quando-o-amor-acaba.html' title='Quando o amor acaba'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-A26NBQ4xfE8/TvtOp6Y3DGI/AAAAAAAAAP0/hb3KCAXxk2Q/s72-c/SEPARA%257E1.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-8304572513928794642</id><published>2011-12-28T09:02:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T09:02:54.559-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='auto-estima'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aprendizagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamentos'/><title type='text'>Por que maltratamos as pessoas que gostamos?</title><content type='html'>“As palavras são como flechas lançadas, uma vez atiradas não voltam”. Provérbio oriental Por que maltratamos as pessoas que gostamos, que amamos, que fazem grandes sacrifícios na convivência no nosso dia-a-dia? Tanto como pai, esposo, filho e nos meus vinte anos como terapeuta, professor e gerente de recursos humanos já conheci muitos casos que sempre me deixaram indignado. Será que não sabemos ou não queremos gostar das pessoas ou não deixamos as pessoas gostarem de nós? Será que não gostamos de nós mesmos? Será que no fundo sofremos de uma baixa auto-estima que compensamos nas relações familiares, amorosas, na amizade e no trabalho? Parece que uma boa resposta é que não aprendemos a gostar de nós mesmos, por mais absurdo que possa parecer. Milton Erickson eminente psicoterapeuta americano dizia que o segredo de uma vida com qualidade está no que e como aprendemos. Tudo em nossa vida é aprendizado e ensino. Só podemos ensinar aquilo que aprendemos. Seja em conteúdos, seja principalmente em valores. Então a questão central é como aprender melhor para conviver melhor, para viver melhor. E o processo todo começa na família, depois na escola, depois no trabalho e finalmente na comunidade ou na sociedade. Começamos a encontrar uma lógica nos comportamentos neuróticos e normóticos de pais e filhos, de chefes e empregados e entre governantes e cidadãos. Como dizem os holistas tudo se relaciona com tudo, não existe nada neutro em nossas vidas, portanto somos responsáveis pelo que pensamos, sentimos e fazemos. Nossa grande poeta Cora Coralina dizia “Feliz aquele que ensina, pois transfere o que aprendeu”. Surge a questão como ensinar melhor? Como viver e conviver melhor? Sem medos, sem traumas neuróticos e normóticos. Jean-Yves Leloup psicólogo, sacerdote isecaste e teólogo nos ensina que precisamos valorizar a essência humana, valorizar o positivo e trabalhar e integrar o negativo, ou as cobras venenosas, os cachorros selvagens e os tigres ansiosos que criamos. Precisamos aprender a domar a criatura que nos tornamos. Ver, perceber, ouvir e escutar com todos os sentidos o que a vida nos dá de positivo, mesmo nas coisas difíceis de compreender há um significado positivo. Precisamos ver com os olhos dos cegos, ouvir com os ouvidos dos surdos e a falar com a fala dos mudos. Será difícil dependendo do nosso esforço na adaptação ao mundo. Através das obras de Milton Erickson, descobri muitas coisas novas e interessantes como: os recursos e soluções para nossos problemas estão dentro de nós e não fora de nós como aprendemos em nossa educação tradicional e ocidental. Milton Erickson apesar de sua limitação física devido a duas pólios gravíssimas, dislexia, daltonismo e outros problemas de saúde mostrou e ensinou milhares de pacientes e alunos que não existe o negativo na vida, tudo depende de como olhamos. Se tivermos uma predisposição para aprender com as situações difíceis, iremos conseguir transformar problemas em soluções e dificuldades em recursos. Erickson falava que precisamos conhecer nossa primeira morada que é nossa casa interna. Se ela estiver bem, confortável e acolhedora, teremos uma visão de mundo positiva, forte e saudável. Tem gente que mora em favela e sente-se como morasse numa mansão e tem quem vive numa mansão e sente-se como se fosse um mendigo dormindo na rua. Sempre temos escolhas, possibilidades, alternativas, detalhes, partes, conjunto, cores, tudo tem sua importância em cada momento mágico em nossas vidas. Precisamos conhecer, observar e perceber as coisas para tomarmos boas decisões. Nossas escolhas são conseqüência do nível de conhecimento, do que observamos e do que percebemos. Tem pessoas analfabetas que conhecem muito, observam e percebem com uma nitidez e precisão invejável e tomam decisões adequadas. Enquanto outras pessoas com curso superior não conhecem quase nada, observam e percebem muito pouco e tomam decisões inadequadas. O que está errado? A resposta é como está sua casa interna, como você está desperto consigo próprio, como você gosta e se sente bem na sua própria companhia. Você é seu melhor amigo. Você não se sabota. Você quer ser feliz e você percebe que você pode ser feliz, agora e acredita, aí o milagre acontece. Tudo na vida tem um significado, um para que como dizia Viktor Frankl o Terapeuta da esperança após passar por três campos de concentração e criar a Logoterapia, ou a terapia do sentido existencial e se tornar um modelo, uma referência mundial de humanismo. Frankl transformou o ódio nazista em amor, a fome, a lama, o crematório, a câmara de gás, os experimentos macabros, o suicídio em massa numa Escola Terapêutica que foca a alma humana em sua grandeza. As pessoas muitas vezes sofrem por longos períodos porque aprenderam a sofrer, foi à única opção oferecida. Toda essa reflexão nos mostra como fomos educados para aprender a nos relacionar com o outro. O grande fenomenólogo alemão Martin Buber em seu livro Eu e TU descreve que na vida tudo é relação. E relação significa construir pontes, Eu de um lado e o Tu do outro lado, se a ponte ruir é por que houve falhas na construção ou manutenção dos pilares, um impacta no outro, o um deixa de existir quando entramos na relação, há uma fusão e uma transformação na percepção do que somos e do que o outro é. Nos relacionamentos familiares é onde a qualidade da relação mais se mostra, se apresenta. Apesar dos esforços de ambas as partes inúmeros conflitos aparecem e muitas vezes de difícil solução, onde às vezes a solução é deixar que o futuro do tempo resolva por si, ou melhor, os conflitos vão se acomodando e a tormenta do furacão passa e vem a calmaria. Às vezes é preciso saber esperar, administrar a ansiedade e aprender a confiar na capacidade auto-reguladora dos seres humanos, eles são capazes por incrível que pareça de permitir ser felizes. Vou narrar uma pequena história descrita pelo Dr. José Augusto e pela Dra. Ângela Mendonça no livro Abrindo Portas com Amor, onde poderemos analisar o nosso cotidiano. J.Augusto conta que um dia sua filha de doze anos solicitou autorização para trazer algumas colegas à noite para comer uma pizza na sua casa. Tudo acertado, como ele e a esposa trabalhavam na clinica o dia todo chegando sempre à noite já providenciaram o que a filha pediu e assim o dia transcorreu normal. No final do dia ele saiu um pouco mais cedo, foi para casa e lá encontrou a filha com as colegas preparando a pizza. Ele conversou com as colegas da filha e ficou na sala de TV, passado algum tempo ouviu um barulho forte na cozinha. Saiu correndo e quando chegou lá viu que uma colega de sua filha havia deixado cair uma garrafa de refrigerante e esparramou cacos de vidros e coca-cola para todo lado. A sua reação no momento foi socorrer a menina que estava paralisada e chorando pelo estrago que cometera. Ele disse para ela ficar tranqüila, colocou a menina com as outras colegas na sala, levou os refrigerantes e a pizza e acalmou todas. Passado alguns minutos, limpando a sujeira na cozinha começou a pensar, e se fosse com a minha filha qual teria sido minha reação? Provavelmente teria danado e repreendido fortemente com ela. Pensou Por que maltratamos as pessoas que gostamos? Talvez seja porque achamos que são nossas propriedades e estão no mundo para servir de amortecedor de nossas coisas mal resolvidas e deixamos de criar laços amorosos e de ternura que mantemos com estranhos ao lar. No caso de J. Augusto ele diz que passou a tratar seus filhos e sua mulher como se fossem “seus colegas ou a mulher de um vizinho qualquer” e percebeu que esta forma estranha melhorou nos cuidados amorosos com a família. Tenho visto na minha vida pessoal e no consultório também muitos casos assim. Pais que solicitam terapia para a filha que está no segundo casamento, com dois filhos pequenos e segundo eles não têm estabilidade emocional para manter um relacionamento como eles aparentemente mantêm. À medida que vamos ouvindo essa jovem paciente vamos percebendo que ela tornou-se apenas o “saco de pancadas” dos pais que descarregam nela suas coisas e “separações” mal resolvidas e não tem a coragem de auto-observarem e aprenderem a viver de forma diferente e mais saudável para toda a família. Precisamos dirigir nosso viver para a competência e não para as falhas do individuo: para seus recursos, não para as suas fraquezas; para suas possibilidades, não para suas limitações conforme cita Willian O’Hanlon ex-aluno de Erickson. É como dizia o saudoso Dr. Erickson “arvores boas dão frutos bons”. Precisamos reaprender a resgatar aquela árvore boa que éramos quando crianças, e que em função das tempestades da vida fomos perdendo aquela essência maravilhosa que recebemos de presente. Marcos Bueno&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-8304572513928794642?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/8304572513928794642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=8304572513928794642&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/8304572513928794642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/8304572513928794642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2011/12/por-que-maltratamos-as-pessoas-que.html' title='Por que maltratamos as pessoas que gostamos?'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>R. Ambrosina de Macedo, 123 - Vila Mariana, São Paulo, 04013-030, Brasil</georss:featurename><georss:point>-23.5821905 -46.6417531</georss:point><georss:box>-23.5840095 -46.644220600000004 -23.5803715 -46.6392856</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-3714747790776660235</id><published>2011-10-26T09:43:00.000-07:00</published><updated>2011-11-06T09:35:13.990-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='convenio psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='convênio psicologia'/><title type='text'>Reembolso de consultas psicológicas</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Uma boa notícia para aqueles que possuem plano de saúde: a Agência Nacional de Saúde – órgão do governo que regulamenta os planos de saúde – divulgou uma lista com novos procedimentos básicos que os convênios terão que cobrir a partir do mês de junho. Entre eles, estipulou-se que os convênios serão obrigados a pagar 40 sessões de psicoterapia por ano para seus clientes. Antes eram apenas 12 sessões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é um grande avanço, pois 12 sessões equivalem apenas a 3 meses de terapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontecia na prática era que a pessoa acabava pagando particular o resto das sessões necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas ressalvas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sessões com psicólogo – cobertura obrigatória de 40 consultas/sessões por ano de contrato quando preenchido pelo menos um dos seguintes critérios: pacientes com diagnóstico de esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes (CID F 20 a F 29); pacientes com diagnóstico de Transtornos da infância e adolescência (CID F 90 a F 98); e pacientes com diagnóstico de Transtornos do desenvolvimento psicológico (F80 a F89).&lt;br /&gt;Sessão de psicoterapia -cobertura obrigatória de 24 sessões por ano de contrato quando preenchido pelo menos um dos seguintes critérios: pacientes com diagnóstico de Transtornos neuróticos, transtornos relacionados com o “stress” e transtornos somatoformes (CID F40 a F48); pacientes com diagnóstico de Síndromes comportamentais associadas a disfunções fisiológicas e a fatores físicos (F 50 a F 59); pacientes com diagnóstico de Transtornos do humor (CID F 30 a F 39); e Pacientes com diagnóstico de Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substâncias psicoativas (CID F 10 a F 19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.ans.gov.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor de reembolso é o valor contratado entre o paciente e a operadora do plano de saúde para todos os procedimentos cobertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta informação poderá ser obtida na sua operadora e é obrigação da operadora fornecê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verifique o valor de reembolso para consulta de seu plano e informe-nos, verificaremos a possibilidade de atender por um valor semelhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-3714747790776660235?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/3714747790776660235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=3714747790776660235&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/3714747790776660235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/3714747790776660235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2011/10/reembolso-de-consultas-psicologicas.html' title='Reembolso de consultas psicológicas'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-4166671752595591962</id><published>2011-10-02T11:04:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T11:24:21.253-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tratamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Síndrome do Pânico'/><title type='text'>Síndrome do Pânico</title><content type='html'>Tratamento da Síndrome do Pânico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressiva maioria dos pacientes com Síndrome do Pânico que procuram o clínico geral ou especialistas que não o psiquiatra, podem ser portadores de outros quadros emocionais associados à essa doença, principalmente de quadros ansiosos, somáticos e depressivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente são quadros cheios de sintomas físicos de origem emocional ou agravados pelas emoções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Distúrbio do Pânico habitualmente se inicia depois dos 20 anos, é igualmente prevalente entre homens e mulheres, portanto, em sua maioria, as pessoas que tem o Pânico são jovens ou adultos jovens na faixa etária dos 20 aos 40 anos e se encontram na plenitude da vida profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente são pessoas extremamente produtivas, costumam assumir grandes responsabilidades e afazeres, são perfeccionistas, muito exigentes consigo mesmas e não costumam aceitar bem os erros ou imprevistos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois das primeiras crises de Pânico, por muito tempo os pacientes recusam o tratamento para esse tipo de transtorno psicoemocional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente costumam ser pessoas que não se vêem sensíveis aos problemas da emoção, julgam-se perfeitamente controladas, dizem que já passaram por momentos de vida mais difíceis sem que nada lhes acontecesse, enfim, são pessoas que até então subestimavam quem sofria de problemas psíquicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais importante e mais difícil problema a ser resolvido em relação ao tratamento da Síndrome do Pânico é, exatamente, convencer o paciente de que seu problema é emocional e que tem tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PACIENTES COM SINTOMAS ANSIOSOS&lt;br /&gt;Os quadros ansiosos associados à Síndrome do Pânico podem ser: &lt;br /&gt;1. - Ansiedade Simples e Generalizada&lt;br /&gt;2. - Quadros Fóbicos&lt;br /&gt;2.1 - Fobia Social&lt;br /&gt;2.2 - Fobia Simples&lt;br /&gt;2.3 - Agorafobia &lt;br /&gt;3. - Quadros Obsessivos-Compulsivos &lt;br /&gt;PACIENTES COM SINTOMAS SOMÁTICOS&lt;br /&gt;Os quadros somáticos associados à Síndrome do Pânico podem ser:&lt;br /&gt;1 - Dor Psicogênica&lt;br /&gt;2 - Hipocondria&lt;br /&gt;3 - Somatizações (Transtorno Somatomorfo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de chegar ao psiquiatra, na maioria das vezes o paciente já passou por vários especialistas, começando quase sempre pelo cardiologista, depois pelo neurologista. É extremamente difícil que ele admita ter um problema da esfera emocional e, às vezes, até desejaria que seu problema fosse físico. Isso tornaria mais fácil justificar para os outros a natureza de suas queixas e, ficaria mais fácil também, explicar para si mesmo que, de fato, ele não é um fraco, que ele não tem frescura, que o que ele sente realmente é concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo depois de parcialmente convencido, o paciente continua ainda a recusar o tratamento. Agora o problema são os medicamentos. Uma parte desses pacientes reluta em usar medicamento devido ao próprio medo ocasionado pelo Pânico; têm medo dos medicamentos, dos efeitos colaterais, de tudo. Em seguida, relutam ao tratamento medicamentoso pelo estigma de quem usa psicofármacos, aqueles horríveis remédios que dopam", "que viciam", etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ataque típico de Pânico tem um início súbito e aumenta rapidamente, atingindo um pico em geral em 10 minutos acompanhado por um sentimento de perigo ou catástrofe iminente e um anseio por escapar. Os 13 sintomas físicos são os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - palpitações,&lt;br /&gt;2 - sudorese,&lt;br /&gt;3 - tremores ou abalos, &lt;br /&gt;4 - sensações de falta de ar ou sufocamento, &lt;br /&gt;5 - sensação de asfixia, &lt;br /&gt;6 - dor ou desconforto torácico, &lt;br /&gt;7 - náusea ou desconforto abdominal, &lt;br /&gt;8 - tontura ou vertigem, &lt;br /&gt;9 - sensação de não ser ela(e) mesma(o), &lt;br /&gt;10 - medo de perder o controle ou de "enlouquecer", &lt;br /&gt;11 - medo de morrer, &lt;br /&gt;12 - formigamentos e &lt;br /&gt;13 - calafrios ou ondas de calor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas acima podem se manifestar com exuberantes sintomas autossômicos, que são determinados por desequilíbrio do SNA (Sistema Nervoso Autônomo) e/ou com a coexistência de Transtornos Psicossomáticos, podendo afetar os diversos órgãos ou sistemas, conforme a Lista abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cardiologia: Palpitações, arritmias, taquicardias, dor no peito&lt;br /&gt;Gastroenterologia: Cólicas abdominais, epigastralgia, constipação e diarréia&lt;br /&gt;Neurologia: Parestesias, anestesias, formigamentos, cefaléia, alterações sensoriais&lt;br /&gt;Otorrino: Vertigens, tonturas, zumbidos&lt;br /&gt;Clínica Geral: Falta de ar, bolo na garganta, sensação de desmaio, fraqueza dos membros, falta de apetite ou apetite demais&lt;br /&gt;Ginecologia: Cólicas pélvicas, dor na relação, alterações menstruais&lt;br /&gt;Ortopedia: Lombalgias, artralgias, cervicalgias, dor na nuca&lt;br /&gt;Psiquiatria: Irritabilidade, alterações do sono (demais ou de menos), angústia, tristeza, medo, insegurança, tendência a ficar em casa, pensamentos ruins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns desses sintomas estão presentes na crise de Pânico, outros na crise de Fobia (principalmente Fobia Social), outros na Dor Psicogênica ou nos Transtornos Somatomorfos. Vejamos uma lista com a maioria dos transtornos psicossomáticos (com componente físico), possivelmente associados ao Pânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se vê, trata-se da mesma lista mostrada no tratamento das depressões atípicas. Isso porque a Depressão Atípica e a Síndrome do Pânico são, praticamente, da mesma família psicopatológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havendo necessidade do tratamento médico, este deve ser duplamente direcionado: à Depressão e à Ansiedade. A maioria dos clínicos gerais e especialistas não psiquiatras têm optado, por várias razões, aos ansiolíticos como primeira opção medicamentosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as razões dessa escolha estão, principalmente, o hábito e o desconhecimento do manuseio com antidepressivos, juntamente com o fato dos ansiolíticos proporcionarem um efeito imediato, cortando a crise imediatamente. Entretanto, sabendo que a Depressão pode estar sendo a base psicofisiológica dos sintomas de pânico e ansiosos, o mais correto seria iniciarmos o tratamento com antidepressivos, normalmente associados aos ansiolíticos na fase inicial do tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A existência de sintomas físicos em pacientes emocionais exige sempre uma adequada avaliação clínica. Não havendo confirmação clínica e laboratorial de que as queixas físicas representam, de fato, algum transtorno orgânico, estaremos diante de um quadro chamado Somatiforme. Caso hajam alterações clinicamente constatadas, como por exemplo uma hipertensão, taquicardia, úlcera digestiva, etc, estaremos diante do Transtornos Psicossomáticos associados à Síndrome do Pânico (veja como as emoções podem causar transtornos orgânicos verdadeiros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico deve sempre orientar o paciente acerca de dois fatos extremamente importantes; primeiro, que a Síndrome do Pânico tem cura e, em segundo, que o tratamento é longo. Apesar dos sintomas desaparecerem paulatinamente após o primeiro mês de tratamento, a medicação deve ser continuada por um período longo, sob o risco dos sintomas reaparecerem caso o tratamento seja interrompido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos um esquema de orientação para se estimar um tratamento mais breve ou mais longo para a Síndrome do Pânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUGEREM TRATAMENTO MAIS LONGO&lt;br /&gt; SUGEREM TRATAMENTO MAIS BREVE&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Personalidade pré-mórbida com traços francamente ansiosos&lt;br /&gt; Sem antecedentes pessoais de ansiedade&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;História familiar de problemas emocionais&lt;br /&gt; Sem história familiar de problemas emocionais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Abuso de álcool ou drogas para aliviar os sintomas&lt;br /&gt; Presença de importante estressor emocional relacionado ao início da doença&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Morar sozinho&lt;br /&gt; Casado(a) ou equivalente&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Início em idade avançada&lt;br /&gt; Início em idade mais jovem&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Personalidade pré-mórbida com traços de alto nível de preocupação e conseqüência&lt;br /&gt; Personalidade pré-mórbida com traços normais de preocupação e conseqüência&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ausência de consciência de eventual conflito emocional associado à doença&lt;br /&gt; Consciência plena do eventual conflito emocional associado à doença&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas Gerais do Tratamento&lt;br /&gt;É muito importante ter em mente que o paciente deve ser sempre muito bem orientado sobre os passos, o tipo e a natureza do tratamento a que está sendo submetido. O paciente deve saber sobre a natureza dos medicamentos, suas ações e efeitos adversos, sobre o tempo previsto para sua ação terapêutica, bem como a previsão de tempo de uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre importante o paciente saber que os sintomas ansiosos e físicos desaparecerão com o tratamento. A base do tratamento será sempre com antidepressivos, com ou sem o auxílio de ansiolíticos. Primeiro porque alguns antidepressivo já têm um excelente efeito ansiolítico, em segundo porque nem sempre a freqüência das crises de pânico exigem o uso de ansiolíticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havendo necessidade dos ansiolíticos para alívio mais rápido de sintomas físicos e ansiosos, os quais normalmente se constituem na principal queixa que motiva a consulta, devemos considerar a brevidade em que serão usados. O medicamento de uso mais prolongado e continuado será sempre o antidepressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente existem, praticamente, três classes de medicamentos disponíveis para o tratamento de Transtorno do Pânico: antidepressivos, ansiolíticos e betabloqueadores. O tratamento não-medicamentoso também tem sido de inestimável valor, como por exemplo a terapia cognitiva e comportamental.. Precisam ser considerados os riscos e benefícios, os custos e a eficácia de cada uma dessas classes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para referir:&lt;br /&gt;Ballone GJ - Tratamento da Síndrome do Pânico, in. PsiqWeb, internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-4166671752595591962?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/4166671752595591962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=4166671752595591962&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4166671752595591962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4166671752595591962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2011/10/sindrome-do-panico.html' title='Síndrome do Pânico'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-2219862898203591307</id><published>2011-07-03T10:49:00.000-07:00</published><updated>2011-07-03T11:00:23.040-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='casamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>O amor e o casamento</title><content type='html'>Flávio Gikovate - Editado pela Siciliano  Veja a lista completa de textos em co-autoria  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Esse artigo é resumo de uma palestra proferida em 1990 e publicada no livro Vida a Dois. Meu objetivo aqui é tratar de um tema básico: as questões do amor e do casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1975, no meu livro Dificuldades do Amor, venho apontando, junto a vários outros autores americanos, a clara relação que existe entre certos tipos de encantamento amoroso – em particular a paixão – e os vícios, ou as dependências psíquicas em geral. Na verdade, o amor e o vício são muito parecidos, porque ambos determinam o mesmo tipo de busca desesperada do objeto – e nesse sentido enquadra-se também o vício do cigarro, cujo tema é profundamente tratado no meu livro Cigarro: Um Adeus Possível. Além deste, há mais dois outros, também de minha autoria, que abordam a temática do vício: Vício dos Vícios e Deixar de Ser Gordo.&lt;br /&gt;Falar sobre esse assunto não foge muito ao que desejo abordar aqui, mais persistente e obsessivo, que é o do amor. Versar sobre as questões do amor e do casamento, homem e mulher significa falar da necessidade absoluta de separar sexualidade de amor como dois impulsos essencialmente antagônicos. É uma visão heterodoxa: o próprio Freud o considerava como uma expressão sublimada da sexualidade e, portanto, colocava os dois impulsos na mesma categoria, gerando um enorme volume de equívocos que a maioria dos profissionais de psicologia continua cometendo até hoje. Tal volume leva a um amontoado de complicações no plano teórico, determinando, provavelmente, subprodutos graves – como em um problema de matemática em que se erra em uma conta: a dificuldade vai aumentando e se agravando ao passar às etapas seguintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, o amor é um impulso que surge desde o momento do nascimento e busca devolver à criança a paz sentida durante o período uterino; ou seja, o amor como busca de harmonia através da aproximação física e, talvez mais tarde, espiritual com outro ser humano, ou como fenômeno obrigatoriamente interpessoal que busca a paz. Convém lembrar que o nosso primeiro objeto de amor é a mãe.&lt;br /&gt;As manifestações da sexualidade surgem pela primeira vez no fim do primeiro ano de vida e fazem parte do processo de individuação, isto é, quando a criança começa a se reconhecer como criatura independente da mãe e inicia a pesquisa do próprio corpo. E é quando ela realmente descobre que ao tocar certas partes provoca-lhe uma sensação muito especial: um tipo de excitação física percebida como agradável. É a excitação sexual – fenômeno de desequilíbrio, ao contrário do que acontece com o amor, que é um fenômeno homeostático e a sexualidade é um desequilíbrio homeostático. Amor é paz, aconchego e sexo é excitação, ação, movimento.&lt;br /&gt;É talvez por essa razão que Freud tenha tão insistentemente falado na idéia de sexo como impulso vital por excelência. Na realidade, para mim e do ponto de vista mais teórico, o instinto do amor ou o amor como instinto substitui, na concepção psicanalítica, o conceito de instinto de morte. Freud reconhecia a existência da dupla tendência no ser humano: uma para a ação e outra para a inércia, ou para a paz e para a ausência de tensão; só que ele considera isso como uma busca da morte. E acho mais razoável imaginar que o ser humano, ao buscar algo, procure reencontrar o que já vivenciou ao invés de buscar encontrar o que desconhece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista técnico ou científico, não podemos considerar a morte um fenômeno conhecido. É possível que algumas pessoas pressintam acerca do que acontece na hora da morte; mas não nos baseemos nisso. Aliás, para o próprio Freud, como ateu, foi difícil imaginar coisas sobre a morte, até porque, um ateu não pode ter nenhuma idéia do que ela realmente seja, a não ser a suposição de que, pela falta de oxigenação das células cerebrais, o indivíduo pare apenas de sentir. Mas não sabemos se isso é obrigatoriamente paz ou não; é apenas uma conjetura e não podemos conjeturar, temos de ter coisas um pouco mais sólidas. Podemos fazer conjeturas em psicologia, mas elas têm de um dia se transformar em experimentos que possam ser confirmados ou infirmados. Um dos grandes problemas contemporâneos e, principalmente, da psicanálise é esse: colecionar um enorme volume de hipóteses que não podem ser questionadas nem afirmativa e nem negativamente. Quer dizer, ficam como autos-de-fé: quem acredita, acredita, quem não acredita, acreditasse!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, essa separação entre sexo e amor parece-me absolutamente fundamental, sobretudo porque o amor, além de ser um fenômeno interpessoal, é uma busca permanente do ser humano em todas as outras fases da vida, completamente diferente, em essência, da busca sexual. É evidente que a partir da puberdade, quando ambos se misturam, isso pode virar uma série de confusões, já que as buscas amorosas e depois eróticas tentam encontrar um caminho comum; e isso nem sempre é tão automático ou fácil; volto a dizer: o amor é obrigatoriamente um fenômeno interpessoal, não existindo, portanto, por si mesmo; ele só existe por um objeto externo; e é paz, é homeostase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo – na sua origem pelo menos – é um fenômeno essencialmente pessoal, ou seja, a criança descobre a sexualidade tocando em si mesma. A idéia de que a sexualidade infantil é basicamente auto-erótica aparece de forma clara na obra de Freud. Na minha opinião, ela persiste como tal pela vida afora, apesar de surgirem elementos interpessoais a partir da puberdade; mas é basicamente um fenômeno pessoal, é excitação e não harmonia, é o oposto do amor. Isso, certamente, poderá ser o responsável por alguns dos ingredientes mais fundamentais das dificuldades posteriores de todo o ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vocês quiserem colocar isso em um outro tipo de linguagem e adotar, por exemplo, a maneira de pensar de um filósofo importante desse século – chamado Arthur Koestler –, poderíamos falar mais sobre a dupla tendência do ser humano: uma para a integração (em um livro de sua autoria intitulado Jano, que é um deus antigo de duas faces) –, ou seja, a tendência para se sentir parte de um todo maior, que corresponderia à manifestação do que estou chamando de instinto do amor – e uma outra para a individuação e a individualidade; o indivíduo quer ser parte de um todo e ser unidade em si mesmo. Esta tendência corresponderia, basicamente, à manifestação sexual, que na sua versão adulta se acresce de um ingrediente importantíssimo que eu venho chamando de vaidade (um fenômeno auto-erótico ligado ao prazer de se exibir).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, essa dupla tendência corresponde à dualidade básica de todos nós; e obviamente, as boas soluções para a vida são aquelas que encontram soluções de harmonia entre a dupla tendência assim oposta, o que, evidentemente, não é fácil! Isso explica por que nesses últimos dez mil anos de história os resultados obtidos para solucionar a questão do homem não são tão brilhantes. Se assim o fosse, certamente já teríamos soluções mais bem-sucedidas e harmoniosas há muito tempo. Nós estamos tentando resolver um quebra-cabeça muito complicado, que é encontrar uma solução que satisfaça todas as partes do psiquismo humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar de casamento também significa ter de separar casamento de amor. Pode parecer ingenuidade de minha parte falar isso, mas na cabeça das pessoas, notadamente na dos jovens, amor e casamento não se separam. E mesmo nas cabeças mais adultas, o amor intenso pede casamento, o que ainda é entendido como um compromisso sólido, estável e de coabitação entre duas pessoas.&lt;br /&gt;De fato, amor e casamento também têm de ser claramente separados em duas categorias: o amor é uma emoção e o casamento é uma instituição – derivada do amor há muito pouco tempo e, aliás, não com resultados brilhantes. Nos tempos em que o casamento derivava de outras causas que não o amor (arranjos racionais entre famílias), parecia ter um número maior de bons resultados; isto, sem dúvida, requer a necessidade de revermos os termos do que acontece quando adolescentes e adultos jovens se encantam emocionalmente. E aí entramos em um outro problema fundamental: o encantamento. O que faz com que uma determinada pessoa, em um dado momento neutra para mim, se transforme repentinamente em um ser especial, único, sem o qual não posso mais viver? O que provoca essa mágica? Esta pessoa seguramente será uma figura que substituirá a materna; mas, na minha opinião, ao mesmo tempo nada tem a ver com a mãe. Será que sempre escolhemos as pessoas ou os objetos amorosos adultos de acordo com algum problema que tivemos com ela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se falar, por exemplo, que um homem escolhe a mulher conforme a imagem e semelhança da mãe quando teve uma boa relação com ela, não se está esclarecendo nada: ele escolhe a mulher parecida com a mãe ou o oposto dela porque todas as mulheres do mundo são parecidas ou opostas a ela. Será que sempre escolhemos os objetos amorosos adultos de acordo com algum problema que tivemos com ela? Ao se falar, por exemplo, que um homem escolhe a mulher conforme a imagem e semelhança da mãe quando teve uma boa relação com ela, não se está esclarecendo nada: ele escolhe a mulher parecida com a mãe ou o oposto dela, porque todas as mulheres do mundo são parecidas ou opostas à sua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de explicação não leva a lugar algum; então é muito perigosa essa relação entre os eventos infantis e as coisas adultas; aliás, tenho um certo pavor a esse tipo de raciocínio – tão ao gosto de muitos profissionais de psicologia – que nos leva a imaginar que o adulto se transforme dessa ou daquela maneira por causa de certo trauma. Tantas pessoas transformaram-se do mesmo modo e não tiveram o mesmo trauma. É preciso um espírito um pouco mais rigoroso e científico. O fato de a explicação ser lógica e bonita não garante a sua veracidade. Para tal, precisamos usar critérios um pouco mais apurados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero ser exageradamente behaviorista (a minha especialidade é basicamente psicanalítica), mas tenho formação médica e, nesse sentido, muito rigorosa: acho que conceitos têm de ser comprovados e não simplesmente ser bonitos. Em psicologia, as pessoas fascinam-se mais com a estética do que com a verdade. O fato de o conceito ser bonito, lógico e harmonioso parece agradar mais do que se fosse verdadeiro. A busca da verdade parece ser um caminho muito pouco percorrido nesses últimos tempos. Indubitavelmente, é preciso buscá-la. Caso contrário, chegaremos a um amontoado de conceitos pouco úteis, o que resulta, até mesmo, em um certo desprestígio profissional perante algumas pessoas e notadamente na área médica, dada a visão pouco objetiva e de maus resultados na prática.&lt;br /&gt;Sobre o amor adulto, penso como Platão, que, aliás, é um dos autores mais fascinantes a tratar essa questão (trabalhou esse tema em alguns de seus diálogos mais lindos, O Banquete, Fedro e um diálogo sobre a amizade, que se chama Menon); para ele, na vida adulta, o amor deriva da admiração. Portanto, o encantamento se dá porque o indivíduo admira no outro algo muito especial, que, evidentemente, vai depender dos seus próprios critérios de admiração, os quais são variáveis dependendo da época e também em função da própria auto-estima. Apenas para vocês terem uma idéia do que estou querendo dizer: quando o indivíduo tem de si um juízo negativo, a tendência para o encantamento pelo oposto é quase inevitável. Este acaba por determinar um tipo de encantamento que talvez seja muito interessante em certos aspectos; mas do ponto de vista prático, ou seja, daquilo que o casamento tem de concreto, vai implicar relações catastróficas – pelo menos atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, existem algumas diferenças em relação ao que era no passado, onde o homem "dava as cartas" dentro da relação conjugal; as mulheres obedeciam e pronto! Na atualidade, os dois pensam. E assim sendo, é evidente que afinidades intelectuais, de pontos de vista, projetos de vida e objetivos transformam-se em coisas fundamentais, porque garantem a harmonia. Diferenças acabam por determinar brigas, tensões e contradições de todo o tipo – tanto que hoje é difícil imaginar que o casamento possa existir e funcionar bem, a não ser quando baseado em afinidades.&lt;br /&gt;Isso não foi sempre assim, e o próprio Freud defendia a idéia de que as boas ligações afetivas eram entre opostos. Em Introdução ao Narcisismo, ele afirma isso e acha até que se ligar a pessoas afins é uma expressão narcisista, o que quer dizer que a pessoa tem amor por si própria e só consegue amar alguém parecido consigo mesma. Na realidade, não vejo assim. O indivíduo que estiver satisfeito com o seu jeito de ser tende a achar graça em pessoas semelhantes a ele, sem isso significar narcisismo ou ausência da capacidade de amar a terceiros, mostrando claramente boa aceitação em relação à sua pessoa. Se gosto de conviver com alguém meigo, calmo, educado, não-agressivo e generoso, não há razão para chamar isso de narcisismo, a não ser como o jogo de palavras que, a partir de um certo ponto de sua obra, visava a busca da coerência com a teoria (o que, na minha opinião, era um dos grandes problemas de Freud). Quer dizer, ele já estabelecera o conceito de narcisismo, que significava amor por si mesmo – o que, aliás, também não é o meu ponto de vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, os narcisistas, com esse temperamento mais egoísta que lhes é peculiar, são pessoas que na verdade se odeiam, têm de si um péssimo juízo. Sabem que são um blefe! Uma mentira! Então, também não há amor por si mesmo no narcisismo: ele é um jogo de faz-de-conta, onde as pessoas agem como se fossem extraordinárias, sabendo que não o são. E não querem que ninguém saiba a verdade. O encantamento por opostos parece-me basicamente um sinal de baixa aceitação de si mesmo. Há uma outra razão que leva as pessoas ao encantamento pelo oposto, que tratarei mais adiante.De qualquer modo, o amor deriva da admiração e pode se dar entre todos os tipos de pessoas. Posso encantar-me com quem nada tem a ver comigo. Agora, com relação ao casamento, se tal encantamento se der apenas porque a amo e as diferenças existirem como um fato marcante, provavelmente irão minar e destruirão a relação afetiva e o próprio casamento em pouquíssimo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há estudos interessantes feitos nos Estados Unidos. Americanos são o oposto dos psicanalistas: eles medem e pesquisam tudo, tornando-se objetivos até demais em certos aspectos. Estudaram pessoas, por exemplo, que se casaram menos apaixonadas mas segundo critérios racionais de afinidade, ou seja, um casamento racional – mais ao gosto de nossos avós. O sentimento era menor em uma primeira fase, mas, no final de cinco anos de vida em comum, as relações afetiva, conjugal e amorosa cresceram. Pessoas com um bom relacionamento apegam-se umas às outras. Por que não haveria um avanço do aconchego e da boa qualidade afetiva com o passar do tempo? Ao contrário, as que se casam apaixonadas, mas ricas em diferenças fundamentais – de caráter, estrutura, projeto de vida – cinco anos depois, aproximadamente, divorciam-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, não basta que elas se amem para que o casamento perdure. Casamento é um assunto diferente de amor; ele também exige afinidades práticas por ser uma sociedade civil, uma instituição para fins práticos. E se não for respeitado esse lado prático, lógico e objetivo, as coisas não evoluirão favoravelmente, o que significa acabarmos efetivamente com a idéia de que o amor tem de estar em oposição à razão. Ambos têm de andar juntos para que o casamento não aborte. Aliás, é preciso olhar com objetividade para os fatos outra vez. Aproximadamente 90% dos casamentos são fracassados em menos de sete anos. Com relação ao número de divórcios, possivelmente ele seja menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, é preciso saber que o casamento é uma empreitada de alto risco e, portanto, torna-se necessário que a razão dela participe. Aliás, o desprezo pelo lado racional do ser humano é a outra face da modernidade psicológica, em que o importante é sentir e não mais pensar. É querer que o humano seja subumano. Não aprovo o oposto: as pessoas querem que o humano seja sobre-humano, pronto para a caridade, a renúncia, o sacrifício integral. Mas também não gosto do desprezo pela razão, que faz o homem parente próximo demais do macaco. Existe um lugar nessa escala para nós. Não somos macacos e nem santos. Há um ponto intermediário no qual podemos ficar e com a razão absolutamente em ação e funcionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, eu gostaria de me dedicar agora à análise do que penso serem os maiores obstáculos à felicidade sentimental e, portanto, conjugal. Já ficou claro o que eu queria passar, que é a noção bastante evidente de separação entre sexo e amor e entre amor e casamento: o amor é um encantamento e o casamento é uma sociedade – o encantamento é apenas um dos critérios que pode definir a sociedade.&lt;br /&gt;No passado, o critério era apenas racional. Nesses últimos anos, ele tem sido puramente sentimental e a minha proposta é que seja misto – para quem deseja se casar. E não há antagonismo nisso. Posso perfeitamente me encantar por uma pessoa que seja também razoável dos pontos de vista lógico e prático, viável para a vida em comum, ou seja, com maior maturidade, já que eu me encanto por pessoas mais parecidas comigo, o que significa desenvolvimento pessoal. Enquanto eu não estiver feliz como sou, de nada adianta dizer: me amo ou devo me amar. Só me contentarei com a minha maneira de ser ao conseguir ser próximo do que considero ideal. Ninguém sentir-se-á intimamente feliz caso não se pareça com aquilo que valoriza nos seres humanos. Não há chance de se enganar. Pode até tentar iludir os outros, como fazem os narcisistas, porém, conhecem a verdade e jamais poderão se aceitar como são. Por isso o trabalho é longo e penoso; o indivíduo precisa evoluir para realmente aceitar as suas limitações, conhecer-se e trabalhar seriamente no seu processo de crescimento se quiser elevar a auto-estima. E aí a tendência será para se encantar com pessoas parecidas e também para que esse encantamento seja compatível com as necessidades práticas da relação conjugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das maiores dificuldades para uma boa vida conjugal tem a ver com a inveja, que é um sentimento muito pouco estudado. Na verdade, quem mais estudou a emoção em nosso meio foram os umbandistas, pais-de-santo e outras pessoas ligadas a esse tipo de religião, onde o tema fundamental foi sempre a inveja. Os profissionais de psicologia não gostam de temas como inveja e vaidade, a não ser que sejam vistos de passagem; ou usam os termos como se fossem claros e conhecidos em suas nuanças por todas as pessoas. Essa não é a minha posição. Para mim, a inveja é um elemento importantíssimo que deriva também da admiração, como o amor. Ninguém vai invejar alguém que não seja rico em qualidades, mas sim por admiração, do mesmo modo que amamos porque admiramos. Só que a sensação de inveja é de humilhação: o indivíduo sente-se inferiorizado ao se comparar com as qualidades da outra pessoa, ferido na sua vaidade e, por isso mesmo, com tendência a desenvolver uma reação de raiva, agressividade, revolta contra aquele que lhe provoca a inveja.&lt;br /&gt;Então, quanto maiores as diferenças entre as pessoas que se unem, maior o ingrediente de inveja, que competirá com o amor. Portanto, a inveja estará presente na relação com força igual ou maior que o amor; na verdade, maior que o amor nas relações entre opostos, definindo esta posição que todos conhecem: as pessoas ficam juntas, brigam muito, mas não se separam, porque se admiram e se odeiam ao mesmo tempo por não possuírem os valores que tanto admiram uma na outra. O outro é tão rico no que não se tem ... Por exemplo: se para uma pessoa tímida, que se casa com outra extrovertida, ser tímida lhe é penoso, a sua tendência é ter uma intensa inveja desta criatura. E todo tímido acha isso, porque, na psicologia americana dos últimos quarenta anos, a extroversão passou a ser qualidade, embora não fosse essa a opinião de Schopenhauer; para ele, o extrovertido é o indivíduo que não agüenta o tédio de ficar consigo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendência da inveja é agressiva, é sabotagem, é tentar derrubar o outro, é fazer mal ao outro. E essa relação define aquilo que podemos chamar de "inimigos íntimos", que são a grande maioria das relações conjugais onde há briga, tensão, ações para sabotar, minar e destruir, às vezes a pretexto de ciúme, o qual é usado até para encobrir a inveja. Mas é importante lembrar que nem tudo é ciúme. Muito daquilo que se diz ser ciúme é inveja. Por exemplo: não querer que o outro vá aqui ou ali não é só por medo de ele fazer isso ou aquilo, mas porque só o fato de ele fazê-lo já é suficiente para me deixar aborrecido, pois estará fazendo aquilo que eu gostaria de fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso registrar, ainda, que existe um outro fator que ativa muito a questão da inveja: a imaturidade; quer dizer, o tipo humano mais narcisista, cujo perfil se define fundamentalmente como o tipo extrovertido, egoísta, agressivo, intolerante a frustrações, a arbitrariedades e invejoso, porque tem de si uma péssima avaliação. A maior prova de que ele não se ama é a enorme inveja que sente; são muito mais ferinos, maldosos e profundamente invejosos porque sabem que são um blefe! Nas relações entre opostos, quase sempre um é mais egoísta, mais narcisista, enquanto que o outro é mais generoso, "panos quentes", tolerante a contrariedade e, ao mesmo tempo, mais tímido, mais quieto e que também tem de si – principalmente no período da adolescência – um juízo muito negativo. Porém, o mais generoso tem uma inveja menos ferina, menos malvada, menos destrutiva; talvez sofra mais, mas é menos maldoso no sentido de agir para derrubar o outro. Então, um dos ingredientes que torna a inveja mais terrível é a imaturidade emocional do narcisista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1980, em meu livro Em Busca da Felicidade, faço severas restrições à generosidade. Mas ela é, sem dúvida, um passo adiante em relação ao egoísmo, que é uma coisa meio subumana. É o homem sem razão, sem lógica, querendo só cuidar do que é seu, exatamente como qualquer animal. E o generoso é meio sobre-humano. Ele "passa do ponto", fica mais para santo do que para humano; certamente, um reforça o outro, formando uma associação que chamo de "amor entre opostos", amor por diferenças e que Erich Fromm, em A Arte de Amar, denomina de "relação sadomasoquista", sendo que o generoso é o masoquista e o egoísta é o sádico. Não aprecio esses termos por causa da conotação sexual que está implícita neles, até porque, para mim, a questão não é sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um outro elemento ainda que considero muito importante: a inveja entre os sexos. Freud já falava, em parte, sobre a inveja que algumas mulheres costumam ter dos homens por causa do pênis. Desenvolvi mais extensivamente o tema da inveja masculina no meu livro Homem: Sexo Frágil?, que, a meu ver, é muito maior que a feminina. A grande maioria dos homens inveja as mulheres. E isso principalmente porque durante o período da adolescência eles as desejam muito mais do que se sentem desejados. Por volta dos 14 anos, eles se apaixonam pelas meninas e elas praticamente os ignoram, provocando-lhes uma sensação de inferioridade, rejeição, humilhação, que parece não desaparecer jamais. Fica uma espécie de espinho engasgado na garganta e que, na minha opinião, está na origem de todo o machismo; esse prazer masculino de derrubar, agredir, depreciar, insultar as mulheres é, seguramente, dor-de-cotovelo, a qual deriva dessa sensação de inferioridade sexual.&lt;br /&gt;Portanto, há diferenças entre o feminino e o masculino basicamente ligadas à importância da visão como desencadeadora do desejo sexual. Isso na adolescência se transforma em algo que os homens sentem como grande inferioridade. Esta também foi a visão de Freud, cuja observação consta em uma pequena nota de rodapé em um de seus melhores trabalhos intitulado O Mal-Estar na Civilização, onde deixou um germenzinho disso ao dizer que o que aconteceu com o homem foi a passagem, por força da evolução "genética", da importância do olfato para a da visão. A partir desse livro comecei a desenvolver esse aspecto até o limite de sua importância fundamental por não ser um fato qualquer; a passagem para a visão determina a posição ativa masculina, o que incomodou muito as feministas nos anos 70, nos Estados Unidos, e no início dos anos 80 aqui no Brasil; a palavra "ativa" é registrada pelos homens não como algo que implica superioridade, mas sim inferioridade, porque ser ativo não é uma vantagem: aproximar-se de uma mulher e poder ouvir um "não" é uma sensação de risco que não agrada a ninguém.&lt;br /&gt;A inferioridade sexual masculina logicamente também está presente na "hora agá". O homem pode fracassar e o seu fracasso é ostensivo, é público; toda a cultura machista, curiosamente, louvou as vantagens do homem até para neutralizar essa inferioridade; isto atrapalhou ainda mais, porque depois ele não conseguiu corresponder a essa superioridade masculina que a cultura tanto louvou! Sabem por quê? Porque ela é falsa! O machismo oprime, antes de tudo, o próprio homem. Então, na "hora agá" pode não haver ereção. E como é que fica o homem diante dessa possibilidade o tempo todo? Sentindo-se cada vez mais inferior. Aliás, quanto mais se louvar uma superioridade que não existe, mais inferior ele vai se sentir – e obviamente com raiva; mas não é uma raiva que se origina do nada: é raiva do homem que queria ser mulher. Há aqueles que sabem disso e aceitam essa verdade mais docilmente – talvez sejam invejosos menos perigosos. Os homossexuais muitas vezes ostentam essa postura e no limite disso estão os travestis. Não há muitos casos do contrário, ou seja, há muito mais homens querendo ser mulher do que vice-versa (o carnaval é prova disso). Então, são fatos e não hipóteses. A inveja feminina é menor e não é universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas moças, quando crianças, quiseram ser homem pelas vantagens sociais que esse fato implica: o menino pode brincar na rua, fazer xixi de pé no banheiro, na estrada, no carro, etc. Enfim, pequenas vantagens técnicas. Ao chegarem por volta dos 14 anos – especialmente quando começam crescer os peitinhos, se tornam mais bonitinhas e os meninos começam a mexer com elas – se esquecem rapidamente de que queriam ser homem. Agora, o que desejam é provocar os homens e tê-los nas suas mãos. Pode ser ainda que reste uma pequena irritação contra os homens, vestígios do tempo da infância, que, em certas mulheres, se transforma em um desejo de dominação às vezes mais maldoso, causador de dificuldades sexuais nessas pessoas. A não-aceitação da condição feminina é coisa importante, mas não é esse o tema aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, ainda, um outro fator ligado a essa escolha entre opostos, comum nos primeiros anos da mocidade: é o elemento erótico, que muito freqüentemente puxa para um encantamento entre opostos. Especialmente na psicologia masculina, a sexualidade acaba se relacionando à raiva, à agressividade, mais do que ao amor. Uma das coisas mais tristes da psicologia masculina – e uma das mais difíceis da relação homem/mulher – é o fato de que o desejo sexual masculino é muito maior quando existe um certo ingrediente de raiva e não um grande amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, no grande encantamento amoroso e sobretudo na paixão, a tendência é para total inibição sexual masculina – pelo menos durante um certo tempo. Isso deu origem, por exemplo, ao amor romântico nos séculos XVIII e XIX, quando todos os poetas louvaram o amor verdadeiro como sendo platônico, ou seja, assexuado, e quando o encantamento amoroso era de tal importância que o sexual passou a ser rebaixado. Talvez a ternura crescia a ponto de bloquear o tesão. Mas, no meu entender, o fenômeno é mais complicado do que isso. A ternura, quando cresce, corre pelo mesmo caminho, obstruindo o tesão que se ativa mais pela raiva e pela agressividade; toda a cultura masculina é nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diga-se a propósito que os próprios palavrões, que são terminologia basicamente masculina, são o reflexo claro disso: eles definem essa associação entre sexualidade e agressividade. São termos de conotação claramente sexuais usados com o intuito agressivo, definindo essa relação entre sexualidade e agressividade, presente na maior parte dos homens, e que sem dúvida pode levar um homem a se encantar por uma mulher que lhe provoca raiva e, conseqüentemente, tesão e não amor. E a mulher que provoca raiva em geral é o oposto dele, o que o irrita muito; pessoas que agem e pensam de maneira totalmente diversa da nossa acabam provocando raiva, e essa raiva pode provocar o tesão. E se o elemento erótico for muito importante na escolha, mais do que o elemento racional e de admiração que define o amor, pode perfeitamente ser mais um fator que levará a uma escolha inadequada, que é evidentemente o maior problema das relações conjugais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, ainda, muitos outros problemas na relação conjugal, mas na impossibilidade de abordar todos aqui, me aterei apenas a mais dois. Um deles é o medo do amor – tema curioso que comecei a desenvolver em 1978 no meu livro O Instinto do Amor e que nunca havia sido abordado anteriormente. Todas as grandes histórias de amor, especialmente as paixões, não tiveram continuidade e nem deram certo, aparentemente, em virtude de obstáculos externos. Em Romeu e Julieta, o impedimento residia nas famílias. Na prática, os obstáculos externos são muito freqüentes: as pessoas são casadas, têm filhos pequenos, há dificuldades para a separação problemas materiais ligados a ela, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha experiência tem mostrado de modo claro que estes obstáculos externos à plena realização amorosa não são o verdadeiro problema. Divórcios tornaram-se possíveis. Ninguém mais se atém aos impedimentos familiares, nem à opinião dos pais; os filhos já não são problemas intransponíveis e metade das crianças já são filhos de pais separados; apesar disso, as pessoas continuam fugindo do amor desesperadamente. O obstáculo é interno; caso fosse externo, seria ótimo, porque se atribuiriam a ele as dificuldades, como se o problema fosse o impedimento de ordem social. E não é verdade! Ele é absolutamente interno! Esse medo de amor provavelmente tem a ver com a perda da individualidade. Se voltarmos àquela idéia inicial de que existem no homem duas tendências – uma para a integração e outra para a individuação –, quanto mais forte e entrosado o amor e quanto mais afins as pessoas forem, mais a tendência para dar certo existe, maior será a possibilidade de esse elemento de integração ser satisfeito e, talvez, para o elemento de individuação se sentir ameaçado, abalado. Diante disso, começamos a nos "travar" por medo de nos diluirmos, de nos fundirmos na outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há em nós essa vontade de diluição e, ao mesmo tempo, pavor dela. Além do mais, nas histórias de amor – e eu acompanho centenas delas por ano – vemos essa dupla tendência: fascínio e medo presentes o tempo todo. Os indivíduos fascinam-se pelas histórias amorosas e entram em pânico diante delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que o amor, quando entre pessoas muito afins, é uma emoção muito forte. Dá uma sensação de simbiose, de diluição, onde um vai se perder no outro e isso pode ameaçar muito a individualidade. Muitas vezes são buscadas soluções intermediárias. Uma delas é a busca de pessoas opostas, com quantidade de defeitos suficientes para que a simbiose não se dê profundamente. Do mesmo modo que as qualidades fascinam e determinam a integração, os defeitos repelem. Então, uma cota certinha de qualidade e defeitos define uma coisa intermediária, um meio-termo ao qual o indivíduo se sente ligado, mas não a ponto de ameaçar a sua individualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra solução é amar desesperadamente alguém que não nos ame muito. Neste caso, tendemos a nos fundir no outro, mas este não nos dá muita atenção, nos humilha, nos deixa meio sós ... E agüentamos, porque isso nos dá certo equilíbrio. Estamos sempre correndo atrás da pessoa e ela não nos dá muita atenção. Isso também resolve o compromisso entre simbiose, integração e individuação.&lt;br /&gt;Uma outra hipótese é nos encantarmos por uma pessoa bastante diferente de nós; além dos "defeitos", ela possui uma outra freqüência de ondas, pensa e sente de outro modo, manifesta-se diferentemente. Logo, não temos o problema da fusão, nos livramos de algo que nos apavora, ameaça a individualidade e determina o surgimento fortíssimo do que venho chamando, desde 1980, de "medo da felicidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada provoca nas pessoas maior sensação de felicidade do que o encaixe amoroso. Por outro lado, nada provoca no ser humano maior pavor do que a felicidade. E ao se aproximar o encaixe amoroso, as pessoas sujeitam-se a qualquer negócio para se afastar, porque a sensação de felicidade, plenitude, completude e harmonia é tamanha que o indivíduo passa a ter certeza de que, no mínimo, um raio cairá sobre a sua cabeça e ele, seguramente, morrerá. E a sensação é essa mesma, é fortíssima; quem ainda não a sentiu é porque não chegou perto da felicidade; ao chegar, verão que isso é absolutamente verdadeiro, não é uma hipótese, é um fato. É um medo difuso, uma iminência de catástrofe responsável pela existência milenar dos rituais supersticiosos; e o medo da felicidade é a sua causa: pessoas batendo na madeira e fazendo "figas" quando estão muito felizes. Se não houvesse medo não existiria esse ritual de proteção da "ira dos deuses" – parece que até eles se enfurecem quando estamos muito felizes. Tememos a nossa destruição pelos invejosos. E todo o conceito de "olho gordo" também se fundamenta e vem à tona nesse medo da felicidade. Sentimos que não temos estrutura para suportar tudo o que temos e que, certamente, algo de ruim nos acontecerá. Com isso, nós mesmos malogramos nossa felicidade; antes que os deuses "nos matem", destruímos sozinhos aquilo que nos está dando tanta alegria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a grande causa da maior parte das brigas e dificuldades entre as pessoas que se amam demais e se entendem muito bem; sempre inventam um problema para ficar na dúvida se devem ou não ficar juntas. Não havendo obstáculos externos, quando jovens e decidem se casar, um sempre acaba falando ao outro: "Não sei se estou pronto, se quero, se já é hora", etc.; começa-se a procurar "pêlo em ovo". Quando demoram mais na decisão de se casar, aumenta a chance de ser um bom casamento! Uma mau casamento pode ser decidido em três dias. Na verdade, o problema é "apenas" o medo da felicidade manifestando-se e, por vezes, bloqueando a sexualidade principalmente nos homens, o que é muito fácil, pois o homem é um animal fraco e meio assustado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo da felicidade implica atraso na coragem de as pessoas se comprometerem e errarem na escolha (assim, não correrão o risco de "morrerem destruídas por um raio"). Se o ficar rico redunda em muita felicidade, é preferível ficarmos pobres, porque assim "garantiremos a nossa sobrevivência". É dessa forma que aparece psiquicamente a questão do medo da felicidade. E temos de tentar entender a sua origem; creio que está ligada ao trauma do nascimento e, portanto, é uma coisa dificílima e sem "cura". Não conheci ninguém sem esse medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, existem pessoas com menos medo; e elas são os nossos ídolos – dotadas de uma incrível coragem em todos os níveis, até no profissional. Mas aí, ao serem bem-sucedidas nessa área, destroem o sentimental. Quero ver as pessoas felizes e também que tudo lhes dê certo, porque dar certo no sentimental e ficar pobre é fácil. Quero que o indivíduo consiga tudo o que for bom para ele sem entrar em pânico, nem ter de "negociar" com os deuses, fato este curiosíssimo; sim, porque são negociações exatamente como as salariais: "Tenho isso, então dou aquilo; abro mão daquele outro; sustento meu irmãozinho vagabundo porque assim apaziguo a minha culpa de ter as coisas que tenho". E assim todos vão negociando sempre para aplacar a "ira dos deuses".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma forma ou de outra, nosso cérebro registrou a fase da simbiose uterina como um período de harmonia – talvez sem contratempos – quando comparado com o que acontece depois do nascimento. O primeiro registro cerebral é a harmonia e o segundo é a sua dramática ruptura: o nascimento, que é o grande trauma, tão bem descrito por Otto Rank – na minha opinião, um dos psicanalistas mais importantes. Sempre que se chega a uma sensação de harmonia parece que se ativa a lembrança em algum lugar do cérebro que nos assusta. Agora, não é mais o nascimento, é a morte. A destruição parece que se torna iminente sempre que a situação está muito agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volto a dizer: nada provoca uma sensação de medo mais forte que a felicidade amorosa, até por ser o que mais se parece com a simbiose uterina e, portanto, com a origem do próprio fenômeno, do medo da felicidade. A sensação de paz representa o útero. Se tudo estiver bem, evidentemente a próxima sensação é a de que algo horrível acontecerá e destruirá a paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o pensamento místico e religioso acabou por reforçar isso terrivelmente com concepções ligadas à idéia de que o prazer e a felicidade são pecados, ou, pelo menos, não são grandes virtudes; mas o sofrimento, o sacrifício e coisas desse tipo o são. Portanto, quando o indivíduo está feliz, além de ter o medo da felicidade – e, conseqüentemente, essa sensação desagradável de iminência de tragédia –, também começa a se sentir em pecado. E esta sensação parece aumentar as chances de real punição, não só pela inveja dos humanos, mas também pela "ira dos deuses".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, esse é o grande obstáculo para se atingir a felicidade e está sendo subestimado. Não há solução absoluta para isso: a consciência – saber que tais mecanismos existem e que quando está tudo bem tendemos a fazer bobagens – é fundamental. Quantas vezes não ouvimos: "Está tudo bom, mas estou com medo de que não vai durar". O que isto significa? Eu mesmo já não estou agüentando tanta felicidade e tomarei uma providência para liquidar esse bem-estar, me autodestruir.&lt;br /&gt;Hoje em dia, quando tenho um pensamento desse tipo, imediatamente penso: "O que é que vou fazer por não estar suportando tanta felicidade?" Eu me interdito, quer dizer, me impeço de fazer qualquer coisa que fuja da minha rotina básica, e se o fizer será destrutivo. Estou prontinho para cometer um erro, porque estou muito bem! E isso reativa um reflexo condicionado profundo e difícil de ser desfeito totalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, termino reforçando um elemento, digamos assim, mais geral e mais teórico. A verdade é que nestes 100 anos de desenvolvimento da psicologia, as questões do amor e do casamento em nada evoluíram. As pessoas continuam pensando muito mal sobre o assunto, além de desinformadas. Foram muito mais bem informadas sobre a questão sexual do que sobre a questão romântica. A desinformação grassa e um amontoado de idéias, na minha opinião, duvidosas – pelo menos não-provadas – abundam, as quais, insisto, deveriam ser banidas do nosso pensamento. Conjeturas que não podem ser confirmadas ou infirmadas são um perigo para o pensamento; deixam-nos em uma situação meio sem saída. Elas passam a ser uma questão de fé e a ciência não pode viver de questões de fé. Bons conceitos têm de levar a bons resultados, caso contrário, é porque não são bons. Quando teoria e prática não combinam, tem de valer a prática. E na nossa especialidade, muitas vezes tem valido a teoria, que é o que não nos interessa; só se ela chegar a algum resultado prático, concreto, útil e de valia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicologia é uma ciência prática que deve servir para ajudar as pessoas a melhorar a sua qualidade de vida, o seu relacionamento consigo mesmo e com os demais. Idéias devem ser postas em prática; mas se elas forem falsas e falhas – o que aos poucos é o destino de todas elas –, devem ser substituídas por novas. Temos de retomar a noção de uma ciência em atividade, como aconteceu nos primeiros anos da psicanálise, e a idéia de uma ciência em processo de desenvolvimento e mudança.&lt;br /&gt;Não estou defendendo aqui dramática e fanaticamente as minhas idéias. Apenas abordei algumas delas e as exponho a julgamento. Se aparecerem opiniões mais consistentes e que contradigam as que aqui foram colocadas, abandonarei imediatamente as minhas idéias e procurarei me adequar às novas, que expliquem e justifiquem melhor os novos fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, esta é a essência de um modo aberto de pensar que poderá levar a bons resultados. E estamos aqui para colecionar novos dados – trabalhando, todos, em assuntos de psicologia, para que um dia ela se transforme em uma ciência a mais objetiva e útil possível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-2219862898203591307?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/2219862898203591307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=2219862898203591307&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2219862898203591307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2219862898203591307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2011/07/o-amor-e-o-casamento.html' title='O amor e o casamento'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-2411423762176208038</id><published>2011-03-30T13:47:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T13:54:28.538-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bullying'/><title type='text'>Bullying</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U6cyC9qQTy8/TZOX1x8asfI/AAAAAAAAAK0/MQEIaIgj8J4/s1600/bulling.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 172px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-U6cyC9qQTy8/TZOX1x8asfI/AAAAAAAAAK0/MQEIaIgj8J4/s200/bulling.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589978512692523506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.&lt;br /&gt;Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.&lt;br /&gt;http://revistaescola.abril.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-2411423762176208038?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/2411423762176208038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=2411423762176208038&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2411423762176208038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2411423762176208038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2011/03/bullying.html' title='Bullying'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-U6cyC9qQTy8/TZOX1x8asfI/AAAAAAAAAK0/MQEIaIgj8J4/s72-c/bulling.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-5487984190775428174</id><published>2009-07-13T17:35:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T11:24:12.840-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tratamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estresse'/><title type='text'>Estresse: muito pior para as mulheres</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2k5tyqXlR_8/TZOTqtv845I/AAAAAAAAAKc/jFepmrLIPPs/s1600/Borboleta%252520Cores%252520variadas.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 149px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589973924541424530" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-2k5tyqXlR_8/TZOTqtv845I/AAAAAAAAAKc/jFepmrLIPPs/s200/Borboleta%252520Cores%252520variadas.gif" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/SlvUFOMdJoI/AAAAAAAAAE8/rt8IR6FYtbw/s1600-h/stress.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;As pressões sociais começam mais cedo na vida das mulheres do que na dos homens. O desgaste e o estresse, por conseqüência, também são mais comuns entre eas. É o que revela uma pesquisa realizada no Brasil peas psicólogas Sandra Leal Calais, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e Lívia Márcia Batista de Andrade, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, sob orientação da professora Marilda Novaes Lipp, especialista em estresse. Foram analisados 295 adultos entre 15 e 28 anos, dos quais 150 eram mulheres e 145 homens. Irritabilidade e cansaço extremo O resultado foi surpreendente: 78,7% das mulheres se mostraram estressadas, contra 51,8% dos homens. Detalhe: 98,3% deas relataram sofrer de profunda sensibilidade emotiva, irritabilidade, desgaste e cansaço físico extremo há bastante tempo. Os homens revelaram ter pensamento recorrente, desgaste físico constante e problemas de memória. Para a psicóloga Sandra Calais, é possível extrapolar o universo de pessoas pesquisadas e relacionar os dados estatísticos ao conjunto da população na faixa etária investigada. "A pesquisa é representativa de uma parcela significativa de pessoas que muito provavelmente sofre do mesmo problema." A prevalência maior de estresse nas mulheres está relacionada a aspectos sociais. "As mulheres são ensinadas desde cedo a assumir mais responsabilidades do que os homens. Elas devem, por exemplo, arrumar a cama, algo que não é exigido deles, e fazer tudo muito bem feito", interpreta Sandra. A educação de ambos os sexos, segundo a psicóloga, ainda enfrenta sério viés machista, que se mistura à expectativa de desenvolvimento profissional por parte das mulheres. A pesquisa não buscou aprofundar cientificamente os aspectos da vida que levariam a mais estresse no caso das mulheres, mas procurou retratar a realidade em determinada faixa etária e em certo tipo de atividade. No caso, a de estudantes rumo ao terceiro grau. "É nessa fase que as mulheres jovens sofrem mais estresse, quando têm uma sobrecarga de atividades profissionais acrescida das exigências pessoais e sociais", afirma. Hormônios eram os vilões A pesquisa é uma nova investida do Centro Psicológico de Controle do Stress, dirigida pela psicóloga Marilda Lipp, professora de pós-graduação em psicologia na PUC Campinas. Em 1996, ela coordenou uma pesquisa com 1.880 mulheres e homens que apontou uma freqüência de estresse em 18% deas e 12% deles. Na época, uma das hipóteses para explicar a maior freqüência era o fator hormonal em mulheres com mais de 40 anos. "A mulher brasileira é muito solicitada em termos de código de comportamento; sobre ela pesam obrigações que terminam determinando um estresse persistente", analisa Marilda. A tese hormonal perdeu terreno com a ampliação das pesquisas, demonstrando a extensão do problema nas várias faixas etárias. As iniciativas do grupo coordenado pela psicóloga, cujo centro psicológico tem filiais em cinco estados, devem se ampliar com a investigação da freqüência do estresse em mulheres da raça negra, na inter-relação ao ciclo menstrual ou de como os sintomas se manifestam na população de vários estados brasileiros. Pilares antiestresse Na última pesquisa, as mulheres receberam orientações sobre os quatro pilares antiestresse: alimentação balanceada, relaxamento físico e mental, atividade física regular e cultivo de pensamentos otimistas. "Elas devem trabalhar a forma como dão colorido aos fatos", diz Sandra Calais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fonte: Salutia.Com in &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;http://gballone.sites.uol.com.br/news12.htm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-5487984190775428174?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/5487984190775428174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=5487984190775428174&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/5487984190775428174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/5487984190775428174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/07/estresse-muito-pior-para-as-mulheres.html' title='Estresse: muito pior para as mulheres'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2k5tyqXlR_8/TZOTqtv845I/AAAAAAAAAKc/jFepmrLIPPs/s72-c/Borboleta%252520Cores%252520variadas.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-6372522411135072144</id><published>2009-06-25T11:56:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T13:36:42.467-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carreira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='profissão'/><title type='text'>Como Fazer uma Carreira de Sucesso</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cgp1P3Vuz7I/TZOUUH51AyI/AAAAAAAAAKk/a3TFEdv71i0/s1600/sucesso.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 164px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589974635936809762" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-cgp1P3Vuz7I/TZOUUH51AyI/AAAAAAAAAKk/a3TFEdv71i0/s200/sucesso.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/SkPJ-OuJVbI/AAAAAAAAAE0/75CsoUVCZw0/s1600-h/tempus.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#6600cc;"&gt;A palavra sucesso do latim sucesso, aquilo que sucede, bom êxito, resultado feliz (Dicionário Aurélio) tem um significado muito maior do que um dicionário pode trazer e se tornou mais do que uma palavra um objetivo de vida para muitas pessoas. Cada um de nós pode ter a sua definição de sucesso ou exemplos de pessoas bem sucedidas em várias atividades, eu particularmente gosto de definir o sucesso como a conseqüência de uma oportunidade aproveitada. Para analisar uma carreira de sucesso é necessária a divisão do tema em duas partes: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#6600cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;1ª O SUCESSO E AS FASES DA CARREIRA. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No INÍCIO de uma carreira, considerando-se aqui o início não necessariamente como o primeiro emprego mas também como uma nova função ou uma nova empresa que o profissional vai passar a trabalhar o que se espera é que ele possua TALENTO para a atividade que vai desempenhar, já o profissional manifesta um sentimento de SER, nesta fase ele sempre está preocupado em ser competente, ser apto a função, ser o mais indicado, ser aprovado, etc. No MEIO de uma carreira já possuindo uma certa experiência e também em muitos casos ocupando posições de gerência, o profissional gera uma expectativa ligada ao CONHECIMENTO e a COMPETÊNCIA, os funcionários sempre respeitam mais seus chefes se reconhecem neles essas características. Essa fase é a fase do TER, onde Ter o domínio do que faz ou do que precisa ser feito, Ter uma oportunidade e Ter realizados algumas conquistas de ordem material, pessoal ou profissional estão sempre presentes. Já no FINAL de suas carreiras os profissionais aprenderam a trabalhar de forma mais POLÍTICA, especialmente em posições de diretoria ou de alta gerência é muito comum acharmos que existem pessoas mais capacitadas ou competentes para aquela posição, entretanto, quando analisamos melhor concluímos que é justamente por ser muito político que o profissional se mantém lá. Nessa fase é muito comum a presença de um sentido de FAZER, quando os profissionais gostam de contar seus feitos ao longo da carreira ou analisar se fizeram tudo aquilo que gostariam de ter feito. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;2ª AS CARACTERÍSTICAS DOS PROFISSIONAIS DE SUCESSO&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;AUTOCONSCIÊNCIA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - são sempre muito confiantes mesmo nas situações em que só eles acreditam que possa dar certo, tem uma auto-estima muito elevada, muita consciência de seus pontos fortes e de sua vulnerabilidade e grande capacidade de superar as adversidades. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;ATITUDE&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - sempre positivas ou adequadas à cada situação, muito focados e objetivos seu comportamento é sempre voltado a cumprir metas e atingir os objetivos estipulados. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;PERSISTÊNCIA -&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é a qualidade que separa os profissionais de sucesso dos demais. Como diz Joe Abruzzese – President of Sales for CBS Television Network, “ É como nadar em um rio, se você parar de nadar, você pode afundar” – Em tempos difíceis como este você deve ser persistente, deve fazer o dobro de ligações, o dobro de visitas, fazer sempre o máximo possível. &lt;strong&gt;MAS PORQUÊ DEVO SER PERSISTENTE ?&lt;/strong&gt; se ainda lhe restar esta dúvida, lembre-se a persistência lhe confere a maior de todas as vitórias – A VITÓRIA PESSOAL, aquele sentimento de que você conseguiu aquilo que queria. Recorrendo mais uma vez ao dicionário Aurélio, a palavra carreira vem do latim carraria que significa caminho, trilha e seja qual for a trilha que você escolheu o vai escolher procure reunir as características apresentadas. " Seja agradável com as pessoas quando estiver subindo, porque você cruzara' de novo com elas quando estiver descendo. " Wilson Mizner &lt;strong&gt;VOCÊ É A SOLUÇÃO: ACREDITE EM VOCÊ E FAÇA A DIFERENÇA.&lt;/strong&gt; Por Renê Fernando Cardoso &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-6372522411135072144?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/6372522411135072144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=6372522411135072144&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6372522411135072144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6372522411135072144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/06/como-fazer-uma-carreira-de-sucesso.html' title='Como Fazer uma Carreira de Sucesso'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-cgp1P3Vuz7I/TZOUUH51AyI/AAAAAAAAAKk/a3TFEdv71i0/s72-c/sucesso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-4410044463539007406</id><published>2009-06-19T12:18:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T12:23:53.076-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inveja'/><title type='text'>Ver alguém que você inveja levar a pior dá prazer ao seu cérebro</title><content type='html'>Um vício, entretanto, dispensa quaisquer enfeites hedônicos e gera tanta dor que você pensaria ser uma virtude, embora não haja nenhum ganho final em massa muscular: a inveja. Escondendo-se em sexto lugar nas listas tradicionais dos sete pecados capitais, entre a ira e a vaidade, a inveja é o profundo e muitas vezes hostil ressentimento que se sente em relação a alguém que tem algo que você quer, como dinheiro, beleza, uma promoção ou a admiração de um colega. É um vício que poucos podem evitar, mas que ninguém anseia, pois experimentar a inveja é se sentir menor e inferior, um perdedor embrulhado em maldade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A inveja é corrosiva, feia, e pode arruinar sua vida", diz Richard H. Smith, professor de psicologia da Universidade do Kentucky, que escreveu sobre a inveja. "Se você é uma pessoa invejosa, é difícil apreciar muitas das coisas boas que estão por aí, pois você está ocupado demais se preocupando sobre como elas se refletem em si próprias." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, pesquisadores estão colhendo percepções sobre os interiores neurais e evolutivos da inveja, e por que ela pode parecer uma doença física ou um golpe real. Eles também estão traçando o caminho da igualmente pequena embalagem da inveja, a sensação de "schadenfreude" – sentir prazer quando aqueles que você inveja são levados à lona. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa edição recente da revista especializada "Science", pesquisadores do Instituto Nacional de Ciências Radiológicas, no Japão, e seus colegas descreveram exames cerebrais com participantes que tiveram de imaginar a si mesmos como protagonistas de dramas sociais envolvendo personagens com maiores ou menores status de realização. Ao confrontar personagens que os participantes admitiam invejar, as regiões cerebrais envolvidas em registrar a dor física eram estimuladas: quanto mais alto os participantes classificavam sua inveja, mais vigorosamente respondiam as saliências da dor no córtex dorsal anterior e áreas relacionadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem feito &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, dizem os pesquisadores, quando os participantes receberam a oportunidade de imaginar a queda do sortudo, os circuitos de recompensa do cérebro foram ativados, novamente em proporção à força da ferroada da inveja: os participantes que sentiram a maior inveja reagiram à desgraça do outro com uma reação mais vigorosa nos centros de prazer de dopamina como, por exemplo, o estriado ventral. "Temos um ditado em japonês: 'As desgraças dos outros têm gosto de mel'" diz Hidehiko Takahashi, o primeiro autor do estudo. "O estriado ventral está processando esse mel." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matthew D. Lieberman, do departamento de psicologia na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, co-autor de um comentário que acompanha o relato, diz ter se impressionado por como os combinados neurais de inveja e schadenfreude eram amarrados conjuntamente, com a magnitude de um prevendo a força do outro. "É assim que funcionam outros sistemas de processamento de necessidades, como a fome e a sede", diz ele. "Quanto mais fome ou sede você sente, o mais prazeroso será quando você finalmente beber ou comer." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas descobertas são preliminares, mas alguns cientistas expressaram reservas sobre o que elas ou outros resultados de exames do dinâmico campo de neurociência comportamental realmente significam. Todavia, a pesquisa lança uma luz sobre uma poderosa emoção que nós negamos ou ridicularizamos, mas ignoramos por nossa conta e risco. Grande parte da recente crise econômica, sugere Smith, pode muito bem ter sido abastecida por inveja fugitiva, à medida que financistas competiam para evitar a vergonha de ser um "mero" milionário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correlatos animais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inveja pode ser vista em outros animais sociais com reputações pessoais a defender. Frans de Waal, do Yerkes National Primate Research Center em Atlanta, apontou que os macacos eram felizes em trabalhar por fatias de pepino, até que uma pessoa passou a dar recompensas melhores, como uvas, a um dos macacos. Então os outros pararam de trabalhar por pepino e começaram a criar um rancor. "A emoção primária é provavelmente a inveja ou o ressentimento", diz de Waal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as crianças percebem que têm irmãos, suas vidas se tornam dominadas pela inveja. Por que ela sempre se senta na janela? O pedaço de bolo dele é maior! Sem irmãos? Tudo bem: você pode invejar o gato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores muitas vezes distinguem entre a inveja e o ciúme que você sente, digamos, ao ver seu amado flertar com outra pessoa numa festa. O ciúme é um triângulo, diz Smith, no qual você teme perder um ser amado para outra pessoa. A inveja é um assunto entre duas pessoas, uma flecha indo de seu seio invejoso ao coração do outro mais favorecido. Embora a inveja seja incansável e gregária, podendo abraçar facções populares, a honra gira e completa Estados-nações. "É um fato da vida que prestemos muita atenção ao status, a quem está indo bem e quem não está, e como parecemos em comparação a outros", diz Colin W. Leach, professor associado de psicologia na Universidade de Connecticut, em Storrs, que estuda a inveja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como regra, invejamos aqueles que são como nós em muitas maneiras – sexo, idade, classe e currículo. Ceramistas invejam ceramistas, observou Aristóteles. Paradoxalmente, essa indução de emoções principalmente social tem sua confissão entre as menos socialmente aceitáveis. Hostilidade ciumenta a um rival romântico é um tópico aceitável para conversação. Hostilidade invejosa a um rival profissional é mais como uma função corporal constrangedora: por favor, não compartilhe. Quando questionados por pesquisadores sobre sua inveja, participantes de estudos disseram: "Estou secretamente envergonhado de mim mesmo." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da forma como os cientistas evoluciotivos a veem, as características importantes da inveja – a persistência e universalidade, sua fixação com o status social e o fato de coexistir com a vergonha – sugerem o desempenho de um profundo papel social. Elas propõem que nossos impulsos individuais podem ajudar a explicar por que os humanos são comparativamente menos hierárquicos que muitas espécies primatas, mais inclinados a um igualitarismo bruto e a se rebelar contra reis e magnatas que conseguem mais do que sua parte justa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inveja também pode nos ajudar a manter a linha, nos tornando tão desesperados para parecermos bem que tomamos a estrada correta e começamos a agir bem. Lutamos com nossa inveja particular, nossos anseios por mais estima, e a luta só aguça o doloroso contraste entre a suposta perfeição do adversário, que santificamos num trono imaginário e a mercadoria defeituosa que somos nós mesmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se você deseja a glória, pode invejar Napoleão", disse Bertrand Russell. "Mas Napoleão invejava César, César invejava Alexandre, e Alexandre, ouso dizer, invejava Hércules, que nunca existiu." Se a inveja é um imposto cobrado pela civilização, todos precisam pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;In Globo&lt;br /&gt;Leia mais notícias de Ciência e Saúde&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-4410044463539007406?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/4410044463539007406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=4410044463539007406&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4410044463539007406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4410044463539007406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/06/ver-alguem-que-voce-inveja-levar-pior.html' title='Ver alguém que você inveja levar a pior dá prazer ao seu cérebro'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-351387307617311919</id><published>2009-06-19T12:04:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T12:11:47.772-07:00</updated><title type='text'>Estresse e trabalho exacerbado podem causar doenças cardíacas graves</title><content type='html'>A rotina conturbada e o trabalho em ritmo massificante e frenético provoca em muitos empresários, investidores e trabalhadores em geral doenças cardiovasculares bastantes graves. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a especialista em cardiologia, diretora da Clínica Haddad e coordenadora do centro de check-up do hospital Sírio Libanês, Dra. Danielli Haddad Syllos Dezen, o estresse é um fator de risco para o infarto. Além disso, o trânsito o trabalho em excesso faz com que as pessoas fiquem ansiosas e não reservem tempo para a prática de atividades físicas e uma alimentação balanceada, acarretando no surgimento de aumento do peso, aumento do colesterol e indiretamente ocasiona maior risco de hipertensão, diabetes e morte por infarto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na faixa etária dos 45 anos, as doenças cardiovasculares mais comuns são: a hipertensão com 32% e doença isquêmica do coração 5 a 8%. Por isso, vale ressaltar a importância de avaliações médicas periódicas (check-ups) para evitar o afastamento do trabalho em plena idade intelectual ativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, muitas empresas já aderem a programas de check-up justamente pelos índices apresentados de risco cardiovascular em executivos, ou seja, cerca de 25% dos executivos possuem um risco moderado a alto de infarto. "No entanto, o trabalho para ser efetivo, não pode parar. Há uma extrema necessidade das empresas se preocuparem com a saúde dos seus funcionários e planejarem programas para o bem estar como a realização de ginásticas laborais, um intervalo nas atividades para o descanso, a realização agendada de exames de rotinas como o check-up, a fim de se evitar gastos futuros com licenças e tratamentos hospitalares", afirma a Dra. Haddad. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizar uma avaliação cardiológica é muito importante, principalmente, em homens acima de 40 anos e em mulheres na fase do climatério, período em que aumentam os índices de infarto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, esta avaliação deverá ser antecipada quando: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- possuem histórico familiar de infarto ou morte súbita (principalmente em parentes de primeiro grau); &lt;br /&gt;- pais ou irmãos com aumento do colesterol; &lt;br /&gt;- sintomas como falta de ar, palpitações e dores no peito; &lt;br /&gt;- medidas de pressão freqüentemente acima de 135x90 mmHg; &lt;br /&gt;- tabagistas; &lt;br /&gt;- diabéticos; &lt;br /&gt;- doença cardíaca na infância ou sopro cardíaco; &lt;br /&gt;- planejam realizar a prática esportiva; &lt;br /&gt;- apresentam sobrepeso ou obesidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação cardiológica de rotina e acompanhamento são obrigatórios para aqueles que já detectaram alterações como dislipidemia (colesterol alto), hipertensão, diabéticos e para quem já teve infarto. Tais doenças não têm cura, porém, podem ser controladas. O não controle destes índices pode levar a complicações graves, como acidente vascular cerebral e infarto, o que afeta de forma drástica a qualidade de vida das pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medicina, hoje, possui meios de detectar alterações e reverter o quadro de muitas doenças que poderiam ser fatais. Para isto, há a necessidade de uma parceria entre médicos e pacientes. No caso dos médicos, estes devem estar aptos e serem os primeiros a realizar um bom exame clínico, ao mesmo tempo em que reconhecem as necessidades de cada indivíduo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os pacientes devem sempre procurar informações em fontes confiáveis, compreender a importância na mudança de atitudes e aderir às alterações propostas.&lt;br /&gt;Fonte: Administradores.com.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-351387307617311919?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/351387307617311919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=351387307617311919&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/351387307617311919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/351387307617311919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/06/estresse-e-trabalho-exacerbado-podem.html' title='Estresse e trabalho exacerbado podem causar doenças cardíacas graves'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-8819152953222266110</id><published>2009-06-19T11:48:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T11:57:45.758-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><title type='text'>Demonstrada eficácia de incenso na redução da ansiedade</title><content type='html'>Estudo publicado na revista da “Federation of American Societies for Experimental Biology”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo israelita indica que o incenso pode ajudar a relaxar, ao activar regiões específicas do cérebro responsáveis pela resposta à ansiedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo foi realizado por investigadores israelitas da Hebrew University of Jerusalem, da Ariel University Center em colaboração com investigadores nos EUA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No estudo, publicado na revista da “Federation of American Societies for Experimental Biology”, os cientistas dizem ter descoberto um componente do frankincense (incenso extraído do arbusto Boswellia), que, quando injectado em ratinhos, afecta a actividade da proteína TRPV3 no cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: MNI.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-8819152953222266110?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/8819152953222266110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=8819152953222266110&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/8819152953222266110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/8819152953222266110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/06/demonstrada-eficacia-de-incenso-na.html' title='Demonstrada eficácia de incenso na redução da ansiedade'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-1607785193587593738</id><published>2009-06-03T06:28:00.000-07:00</published><updated>2009-06-03T06:32:07.005-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='auto-estima'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aprendizagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamentos'/><title type='text'>Por que maltratamos as pessoas que gostamos?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/SiZ7PlvpSVI/AAAAAAAAAEc/afi93T8zEi0/s1600-h/mylittlefantasybymgpspom8.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343093515681876306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 185px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/SiZ7PlvpSVI/AAAAAAAAAEc/afi93T8zEi0/s200/mylittlefantasybymgpspom8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#999900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#333300;"&gt;“As palavras são como flechas lançadas, uma vez atiradas não voltam”. Provérbio oriental&lt;br /&gt;Por que maltratamos as pessoas que gostamos, que amamos, que fazem grandes sacrifícios na convivência no nosso dia-a-dia? Tanto como pai, esposo, filho e nos meus vinte anos como terapeuta, professor e gerente de recursos humanos já conheci muitos casos que sempre me deixaram indignado.&lt;br /&gt;Será que não sabemos ou não queremos gostar das pessoas ou não deixamos as pessoas gostarem de nós? Será que não gostamos de nós mesmos? Será que no fundo sofremos de uma baixa auto-estima que compensamos nas relações familiares, amorosas, na amizade e no trabalho? Parece que uma boa resposta é que não aprendemos a gostar de nós mesmos, por mais absurdo que possa parecer. Milton Erickson eminente psicoterapeuta americano dizia que o segredo de uma vida com qualidade está no que e como aprendemos.&lt;br /&gt;Tudo em nossa vida é aprendizado e ensino. Só podemos ensinar aquilo que aprendemos. Seja em conteúdos, seja principalmente em valores.&lt;br /&gt;Então a questão central é como aprender melhor para conviver melhor, para viver melhor. E o processo todo começa na família, depois na escola, depois no trabalho e finalmente na comunidade ou na sociedade. Começamos a encontrar uma lógica nos comportamentos neuróticos e normóticos de pais e filhos, de chefes e empregados e entre governantes e cidadãos. Como dizem os holistas tudo se relaciona com tudo, não existe nada neutro em nossas vidas, portanto somos responsáveis pelo que pensamos, sentimos e fazemos. Nossa grande poeta Cora Coralina dizia “Feliz aquele que ensina, pois transfere o que aprendeu”.&lt;br /&gt;Surge a questão como ensinar melhor? Como viver e conviver melhor? Sem medos, sem traumas neuróticos e normóticos. Jean-Yves Leloup psicólogo, sacerdote isecaste e teólogo nos ensina que precisamos valorizar a essência humana, valorizar o positivo e trabalhar e integrar o negativo, ou as cobras venenosas, os cachorros selvagens e os tigres ansiosos que criamos. Precisamos aprender a domar a criatura que nos tornamos. Ver, perceber, ouvir e escutar com todos os sentidos o que a vida nos dá de positivo, mesmo nas coisas difíceis de compreender há um significado positivo. Precisamos ver com os olhos dos cegos, ouvir com os ouvidos dos surdos e a falar com a fala dos mudos. Será difícil dependendo do nosso esforço na adaptação ao mundo.&lt;br /&gt;Através das obras de Milton Erickson, descobri muitas coisas novas e interessantes como: os recursos e soluções para nossos problemas estão dentro de nós e não fora de nós como aprendemos em nossa educação tradicional e ocidental. Milton Erickson apesar de sua limitação física devido a duas pólios gravíssimas, dislexia, daltonismo e outros problemas de saúde mostrou e ensinou milhares de pacientes e alunos que não existe o negativo na vida, tudo depende de como olhamos. Se tivermos uma predisposição para aprender com as situações difíceis, iremos conseguir transformar problemas em soluções e dificuldades em recursos. Erickson falava que precisamos conhecer nossa primeira morada que é nossa casa interna. Se ela estiver bem, confortável e acolhedora, teremos uma visão de mundo positiva, forte e saudável. Tem gente que mora em favela e sente-se como morasse numa mansão e tem quem vive numa mansão e sente-se como se fosse um mendigo dormindo na rua.&lt;br /&gt;Sempre temos escolhas, possibilidades, alternativas, detalhes, partes, conjunto, cores, tudo tem sua importância em cada momento mágico em nossas vidas. Precisamos conhecer, observar e perceber as coisas para tomarmos boas decisões. Nossas escolhas são conseqüência do nível de conhecimento, do que observamos e do que percebemos. Tem pessoas analfabetas que conhecem muito, observam e percebem com uma nitidez e precisão invejável e tomam decisões adequadas. Enquanto outras pessoas com curso superior não conhecem quase nada, observam e percebem muito pouco e tomam decisões inadequadas. O que está errado? A resposta é como está sua casa interna, como você está desperto consigo próprio, como você gosta e se sente bem na sua própria companhia. Você é seu melhor amigo. Você não se sabota. Você quer ser feliz e você percebe que você pode ser feliz, agora e acredita, aí o milagre acontece.&lt;br /&gt;Tudo na vida tem um significado, um para que como dizia Viktor Frankl o Terapeuta da esperança após passar por três campos de concentração e criar a Logoterapia, ou a terapia do sentido existencial e se tornar um modelo, uma referência mundial de humanismo. Frankl transformou o ódio nazista em amor, a fome, a lama, o crematório, a câmara de gás, os experimentos macabros, o suicídio em massa numa Escola Terapêutica que foca a alma humana em sua grandeza.&lt;br /&gt;As pessoas muitas vezes sofrem por longos períodos porque aprenderam a sofrer, foi à única opção oferecida.&lt;br /&gt;Toda essa reflexão nos mostra como fomos educados para aprender a nos relacionar com o outro. O grande fenomenólogo alemão Martin Buber em seu livro Eu e TU descreve que na vida tudo é relação. E relação significa construir pontes, Eu de um lado e o Tu do outro lado, se a ponte ruir é por que houve falhas na construção ou manutenção dos pilares, um impacta no outro, o um deixa de existir quando entramos na relação, há uma fusão e uma transformação na percepção do que somos e do que o outro é.&lt;br /&gt;Nos relacionamentos familiares é onde a qualidade da relação mais se mostra, se apresenta. Apesar dos esforços de ambas as partes inúmeros conflitos aparecem e muitas vezes de difícil solução, onde às vezes a solução é deixar que o futuro do tempo resolva por si, ou melhor, os conflitos vão se acomodando e a tormenta do furacão passa e vem a calmaria. Às vezes é preciso saber esperar, administrar a ansiedade e aprender a confiar na capacidade auto-reguladora dos seres humanos, eles são capazes por incrível que pareça de permitir ser felizes.&lt;br /&gt;Vou narrar uma pequena história descrita pelo Dr. José Augusto e pela Dra. Ângela Mendonça no livro Abrindo Portas com Amor, onde poderemos analisar o nosso cotidiano. J.Augusto conta que um dia sua filha de doze anos solicitou autorização para trazer algumas colegas à noite para comer uma pizza na sua casa. Tudo acertado, como ele e a esposa trabalhavam na clinica o dia todo chegando sempre à noite já providenciaram o que a filha pediu e assim o dia transcorreu normal. No final do dia ele saiu um pouco mais cedo, foi para casa e lá encontrou a filha com as colegas preparando a pizza. Ele conversou com as colegas da filha e ficou na sala de TV, passado algum tempo ouviu um barulho forte na cozinha. Saiu correndo e quando chegou lá viu que uma colega de sua filha havia deixado cair uma garrafa de refrigerante e esparramou cacos de vidros e coca-cola para todo lado. A sua reação no momento foi socorrer a menina que estava paralisada e chorando pelo estrago que cometera. Ele disse para ela ficar tranqüila, colocou a menina com as outras colegas na sala, levou os refrigerantes e a pizza e acalmou todas.&lt;br /&gt;Passado alguns minutos, limpando a sujeira na cozinha começou a pensar, e se fosse com a minha filha qual teria sido minha reação? Provavelmente teria danado e repreendido fortemente com ela. Pensou Por que maltratamos as pessoas que gostamos? Talvez seja porque achamos que são nossas propriedades e estão no mundo para servir de amortecedor de nossas coisas mal resolvidas e deixamos de criar laços amorosos e de ternura que mantemos com estranhos ao lar. No caso de J. Augusto ele diz que passou a tratar seus filhos e sua mulher como se fossem “seus colegas ou a mulher de um vizinho qualquer” e percebeu que esta forma estranha melhorou nos cuidados amorosos com a família.&lt;br /&gt;Tenho visto na minha vida pessoal e no consultório também muitos casos assim. Pais que solicitam terapia para a filha que está no segundo casamento, com dois filhos pequenos e segundo eles não têm estabilidade emocional para manter um relacionamento como eles aparentemente mantêm. À medida que vamos ouvindo essa jovem paciente vamos percebendo que ela tornou-se apenas o “saco de pancadas” dos pais que descarregam nela suas coisas e “separações” mal resolvidas e não tem a coragem de auto-observarem e aprenderem a viver de forma diferente e mais saudável para toda a família.&lt;br /&gt;Precisamos dirigir nosso viver para a competência e não para as falhas do individuo: para seus recursos, não para as suas fraquezas; para suas possibilidades, não para suas limitações conforme cita Willian O’Hanlon ex-aluno de Erickson.&lt;br /&gt;É como dizia o saudoso Dr. Erickson “arvores boas dão frutos bons”. Precisamos reaprender a resgatar aquela árvore boa que éramos quando crianças, e que em função das tempestades da vida fomos perdendo aquela essência maravilhosa que recebemos de presente. Marcos Bueno&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-1607785193587593738?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/1607785193587593738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=1607785193587593738&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1607785193587593738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1607785193587593738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/06/por-que-maltratamos-as-pessoas-que.html' title='Por que maltratamos as pessoas que gostamos?'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/SiZ7PlvpSVI/AAAAAAAAAEc/afi93T8zEi0/s72-c/mylittlefantasybymgpspom8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-855742004430253362</id><published>2009-05-26T09:51:00.000-07:00</published><updated>2009-05-26T10:43:00.958-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tratamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vergonha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inibição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='timidez'/><title type='text'>Timidez</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/ShwqHyFcozI/AAAAAAAAAEU/SCbOlz_YeE8/s1600-h/Timidez3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340189571346637618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/ShwqHyFcozI/AAAAAAAAAEU/SCbOlz_YeE8/s200/Timidez3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000066;"&gt;Ela sente vergonha de encarar, baixa os olhos e se esquiva. Para ela sentir-se observada é a pior sensação do planeta. Sua pele esquenta qual fogo e fica vermelha, as rosadas bochechas viram brasas de carvão. O ar falta e tudo treme. Tudo balança e seu coração acelerado à "bilhões" debatidas por segundo. O rapaz apenas perguntou seu nome, mas a reação em cadeia toda é deflagrada. Ela não tem voz para responder. Justo o rapaz mais bonito da escola. Fica calada e ele insiste. Ela balbucia algo tremendo meio que indefinível. A mão sua. Ela fica a maior parte do tempo calada, observando a situação. Depois passado o susto do beijo roubado, a saudade e a falta de coragem de pedir outro. Ela se mantém quietinha e observadora.&lt;br /&gt;A timidez é a dificuldade de um indivíduo de se expressar e, consequentemente, de se relacionar. Confundida com a introspecção e com a introversão, a timidez traz a marca da dificuldade, da socialização, da incompreensão e da solidão. Em um mundo maníaco e extrovertido, ser quieto e tímido passa a tornar-se um referencial de desajuste social. Mesmo porque, existe um padrão a se seguir, enquanto regras sociais para um bom convívio. Assim a sociedade fala muito dos problemas da timidez, mas muito pouco de suas vantagens.&lt;br /&gt;Pessoas tímidas são extremamente inteligentes e observadoras, sensíveis ao extremo. Utilizam sua capacidade racional bem mais que a população geral. Geralmente são perfeccionistas e detalhistas em tudo que fazem. Sua memória é bem ampla, lembrando de detalhes mínimos mesmo de fatos ocorridos há muito tempo. Sua cognição e sua percepção são mais apuradas. Lembrei-me de um senhor que conhecia, que tinha este perfil: um dia visitando uma amiga em comum, ele posteriormente relatou quantos metros tinha a sala que estávamos (cálculo feito contando os tijolos aparentes, de uma extremidade a outra da sala), quieto, nenhum detalhe lhe escapava. Até as cores das meias dos convidados ele percebeu.&lt;br /&gt;O que marca a timidez é a dificuldade em se expressar. Seja verbal ou fisicamente. Por pensar demais, o feitiço vira-se contra o feiticeiro e, o excesso de cobrança interior estilo: "o que vão pensar de mim" trava a pessoa tímida em uma relação interpessoal. Soma-se a isto a insegurança, o medo, o perfeccionismo. O excesso de cobrança é o que pode deixar a timidez em um grau mais patológico. Muitas pessoas abdicando da vida, se isolam para evitar o convívio. Muitos tímidos chegam virgens facilmente aos 30 anos, sem nenhum tipo de envolvimento afetivo. Esta regra é quebrada por vezes com a insistência e persistência de um candidato ao seu coração. Resumindo, tem de pegar no laço...&lt;br /&gt;A timidez por si só não pode, nem deve, ser considerada como uma patologia. Embora traga certa dificuldade de convívio, uma pessoa tímida deve acima de tudo se conhecer e aprender a respeitarsua natureza. Geralmente o que trabalhamos em consultório é a segurança do indivíduo, sua auto-estima, minimizando seu excesso de cobrança interior.&lt;br /&gt;Por Jorge Monteiro de Lima &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-855742004430253362?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/855742004430253362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=855742004430253362&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/855742004430253362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/855742004430253362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/05/timidez.html' title='Timidez'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/ShwqHyFcozI/AAAAAAAAAEU/SCbOlz_YeE8/s72-c/Timidez3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-8105362661787564755</id><published>2009-05-25T17:51:00.000-07:00</published><updated>2009-05-25T17:56:39.082-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexao'/><title type='text'>A Águia e a Galinha</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Shs-IW7T_XI/AAAAAAAAAEE/7_p1A6HdfCo/s1600-h/SkyDancin.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339930096492084594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 152px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Shs-IW7T_XI/AAAAAAAAAEE/7_p1A6HdfCo/s200/SkyDancin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#003300;"&gt;Conto uma história que vem de um pequeno País da África Ocidental, Gana. Oxalá os faca pensar.&lt;br /&gt;Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Consegui pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto ás outras galinhas. Cresceu como uma galinha.&lt;br /&gt;Depois de cinco anos esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: “Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.”&lt;br /&gt;“De fato “,disse o homem. “É uma águia. Mas eu a criei como galinha...Ela não é mais uma águia. É uma galinha como as outras.”&lt;br /&gt;“Não”, retrucou o naturalista. “Ela é e sempre será uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar ás alturas”.&lt;br /&gt;“Não”, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia”.&lt;br /&gt;Então decidiram fazer uma prova . O naturalista tomou a águia ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse: “Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não á terra, então abra suas asas e voe!”&lt;br /&gt;A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.&lt;br /&gt;O camponês comentou. “ Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha! ”&lt;br /&gt;“Não”, tornou a insistir o naturalista. “ Ela é uma águia e sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã ”.&lt;br /&gt;No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe; “ Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe! ”&lt;br /&gt;Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.&lt;br /&gt;O camponês sorriu e voltou à carga: “Eu havia lhe dito, ela virou galinha!”&lt;br /&gt;“Não”, respondeu firmemente o naturalista. “Ela é águia e possui um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.”&lt;br /&gt;No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram cedo. Pegaram a águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e dourava os picos das montanhas.&lt;br /&gt;O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: “Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, abra suas asas e voe!”&lt;br /&gt;A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.&lt;br /&gt;Foi quando ela abriu suas potentes asas. Ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto. Voou. E nunca mais retornou.&lt;br /&gt;Leonardo Boff – Teólogo, escritor e professor de ética na Uerj.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-8105362661787564755?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/8105362661787564755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=8105362661787564755&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/8105362661787564755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/8105362661787564755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/05/aguia-e-galinha.html' title='A Águia e a Galinha'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Shs-IW7T_XI/AAAAAAAAAEE/7_p1A6HdfCo/s72-c/SkyDancin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-1085573811878503638</id><published>2009-05-21T06:04:00.000-07:00</published><updated>2009-05-21T06:13:40.834-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><title type='text'>IPsicologa - Necessidade de terapia?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/ShVTbVti_dI/AAAAAAAAAD8/xo_wvzOstrE/s1600-h/fugindo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338264662467345874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 162px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/ShVTbVti_dI/AAAAAAAAAD8/xo_wvzOstrE/s200/fugindo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;Muitas pessoas buscam durante a vida explicações para seus conflitos. Mediante a esta necessidade os serviços de psicologia abrem espaço para que o ser humano tenha um cenário criado especialmente para ele. Neste cenário é possível através da escuta de um psicologo se sentir acolhido, aceito, respeitado a fim de obter um maior entendimento de suas vivências emocionais. A psicologa interpreta as suas emoções, que emergem de comportamentos relacionados a situações de &lt;/span&gt;&lt;a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/article_exit_link');" href="http://www.danielacarneiro.com/sintomadoestresse.aspx" jquery1242910983219="33"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;estresse&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;, perdas, separações, luto, depressao, violência, brigas em relacionamentos amorosos, problemas afetivos, problemas de trabalho e estresse, briga entre irmãos, entre pais e filhos, decisões, problemas conjugais, ansiedade, traumas, impotência, frigidez, uso de drogas, doenças, ciúmes, entre outros. A &lt;/span&gt;&lt;a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/article_exit_link');" href="http://www.danielacarneiro.com/danielacarneiro.aspx" jquery1242910983219="34"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;psicologa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt; está capacitada para lhe ajudar a entender seus sentimentos de raiva, angústia, medo, culpa, solidão, desprazer, tristeza, amargor, desânimo, amor, prazer, felicidade, timidez, euforia, vingança, submissão e controle sobre a vida.Tomar posse de suas coisas na vida é olhar para si mesmo com olhos de apostador, a confiança depende só de você.&lt;br /&gt;Psicoterapia para:&lt;br /&gt;Auto-conhecimento, expansão de potenciais individuais, amadurecimento emocional, depressão, ansiedade, problemas conjugais, problemas de relacionamento (afetivo), auto-estima, luto, insegurança, tímidez, compulsões, fobias (medos), transtornos alimentares, tabagismo, pacientes em tratamento do câncer, conflitos familiares, agressividade, conflitos na adolescência, estresse, problemas somáticos, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático (vivência de acidentes, perdas, traumas ocasionados por assaltos, agressões e abuso sexual), conflitos emocionais durante a gestação, sexualidade, no trabalho, entre outros.&lt;br /&gt;A primeira consulta psicológica:&lt;br /&gt;Você já se decidiu pelo tratamento? Que bom, siga em frente! Ainda não? Mas quer apenas conhecer a psicóloga e a sua forma de trabalho? Que bom também, já está no caminho! Você agenda sua primeira consulta por telefone. Com dia e horário marcado você terá 50 minutos para expor suas necessidades, intenções, dificuldades, esclarecer suas dúvidas e também será orientado (a) sobre alguns aspectos do processo. É um tempo reservado para você no consultório.Neste primeiro encontro você poderá usufruir o momento terapêutico sem o compromisso de fazer o tratamento futuro. Sua decisão será respeitada.Cada pessoa é um indivíduo único e será levada em conta a característica de personalidade no que se refere ao enquadre (abordagem a ser usada).Tem medo?Cada profissional tem sua maneira de trabalhar, cada um com suas particularidades. É importante você ficar à vontade, gostar, se sentir acolhido e entendido. A empatia é justamente isso, poder mostrar-se sem receio e sentir que pode ser aceito pelo que é.Nunca generalize, seja curioso e abra as portas para a oportunidade de conhecer a si mesmo e ao outro, siga a diante!O que te impede?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/article_exit_link');" href="http://www.danielacarneiro.com/" jquery1242910983219="35"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;www.danielacarneiro.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#339999;"&gt;Clínica na Vila Mariana, telefone : 7670-2066&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-1085573811878503638?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/1085573811878503638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=1085573811878503638&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1085573811878503638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1085573811878503638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/05/ipsicologa-necessidade-de-terapia.html' title='IPsicologa - Necessidade de terapia?'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/ShVTbVti_dI/AAAAAAAAAD8/xo_wvzOstrE/s72-c/fugindo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-4963328701997378606</id><published>2009-05-15T15:40:00.000-07:00</published><updated>2009-05-15T15:51:16.035-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='luto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='perda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologia do luto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='morte'/><title type='text'>Dor da perda</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Sg3xznCQB4I/AAAAAAAAAB8/uFvDnX8qQdM/s1600-h/perda.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336187002457950082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Sg3xznCQB4I/AAAAAAAAAB8/uFvDnX8qQdM/s200/perda.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;Todos os seres humanos estabelecem relações afectivas com os outros, umas mais outras menos intensas. Esta intensidade depende da proximidade do relacionamento, bem como do envolvimento emocional.&lt;br /&gt;Por isso, situações de ruptura são sempre complexas, pois implicam a vivência do fenómeno da perda e/ou posterior elaboração de um processo de luto.&lt;br /&gt;Reportar-me-ei a este último conceito.&lt;br /&gt;A nossa sociedade parece ainda não estar preparada para lidar normalmente com o fenómeno da morte, sendo esta, a mais comum das vezes entendida como a degradação do corpo e finitude da vida. É vivida intensamente, pois nunca desejamos separar-nos daqueles que nos são próximos, querendo tê-los sempre ao pé de nós.&lt;br /&gt;Não será esta atitude contraproducente? Ou seja, o que com isto quero dizer é que, ao invés de vivermos atormentados com a perda e querermos prolongar o sofrimento de outrém em prol do nosso bem-estar psicológico, porque não a encarar como um processo de transição?&lt;br /&gt;Apesar dos avanços crescentes da medicina, há cada vez mais pessoas a sofrer de doenças crónicas e incapacitantes, em que a única coisa que se pode fazer é prolongar a vida do doente por mais algum tempo, ainda que isso acarrete agravamentos na sua qualidade de vida. Não raras vezes os familiares procuram (ou são encaminhados para) apoio psicoterapêutico, devido ao sofrimento que se encontram a vivenciar, o que é um acontecimento normal. Toda a dor e sofrimento devem ser exteriorizados, para sua posterior elaboração e seguimento de um processo de luto normal.&lt;br /&gt;Em doenças terminais, quando a medicina não mais pode oferecer do que cuidados paliativos, deve então fornecer-se ao doente a qualidade de vida que ele tanto merece, que pode passar por diversos níveis. Desde cuidados adequados em centros especializados, a visitas de familiares e amigos para uma última despedida, à realização de últimos desejos e cumprimento de tarefas necessárias à organização da vida dos que cá ficam após a sua morte.&lt;br /&gt;É comum que os doentes sofram mais com a dor que sentem que estão a provocar nos outros, do que com a sua própria condição. É importante falar-se com eles sobre a própria morte, atenuando as suas preocupações, a sua dor, tranquilizando-os para o momento da partida. Porque é algo comum, a que todos devemos estar sensibilizados, procurando não vivê-la com uma tonalidade de dor e amargura.&lt;br /&gt;Muito do nosso sofrimento passa pelas representações que adquirimos ao longo da vida. E a vivência do luto deve começar a ser encarada como algo inevitável na vida de todos nós.&lt;br /&gt;Qualidade de vida, tranquilidade e bem-estar não são sinónimos de dor e sofrimento nos últimos dias... O toque e um sorriso podem relevar mais do que uma lágrima em momentos de aflição.&lt;br /&gt;Joana Patrícia Dias&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-4963328701997378606?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/4963328701997378606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=4963328701997378606&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4963328701997378606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4963328701997378606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/05/dor-da-perda.html' title='Dor da perda'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Sg3xznCQB4I/AAAAAAAAAB8/uFvDnX8qQdM/s72-c/perda.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-5521895721853066092</id><published>2009-05-04T12:31:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T06:56:33.396-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia de casal'/><title type='text'>Psicologa: Terapia familiar ajuda a resolver problemas de casais</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc9933;"&gt;Quem atravessa crises matrimoniais ou pessoas divorciadas que não se conseguem entender por causa da guarda dos filhos, a ruptura e o recurso a advogados e tribunais não são a única saída possível. Esta é, aliás, a pior saída por ser a mais penosa a qualquer um dos membros do agregado e por sair muito cara. Já há outra alternativa: a terapia familiar. Em Ponta Delgada, o Centro de Terapia Familiar e Intervenção Sistémica (CTFIS) vocacionado para lidar com problemas psicológicos e de relacionamento humano pode encontrar-se no nº 59 da Rua dos Manaias. Neste espaço não aparecem apenas casais com disfunções conjugais e parentais, empenhados em conseguirem o melhor divórcio ou, quando isso é possível, melhorarem o nível de comunicação e afectividade enquanto maridos e mulheres, e ainda enquanto pais. Vai bastante além disso. A terapia familiar, como especialidade terapêutica que encara os problemas de saúde mental no contexto da família, dá resposta a situações tão diversas como o divórcio, separação e custódia dos filhos, tentativa de reconciliação do casal, apoio a famílias reconstituídas, maus tratos físicos e psicológicos e abusos sexuais. Mas também crises neuróticas e psicóticas, depressões, luto, distúrbios do comportamento, anorexia nervosa, alcoolismo e toxicodependência, incluindo o crescimento desequilibrado de menores que descamba em insucesso escolar e, por vezes mesmo, em delinquência. Para estes casos, a terapia familiar avança de uma forma sistémica, isto é abrangente, encaixando a família na realidade envolvente e sabendo tirar partido das particularidades dessa mesma realidade, ao nível, por exemplo, social, profissional e de outras redes de apoio que possam existir. Presidido pelo espanhol Carlos González - psicoterapeuta oriundo da Cantabria, supervisor clínico da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar que vive em São Miguel há quase vinte anos – o Centro de Terapia Familiar e Intervenção Sistémica disponibiliza consultas a quem se depara com conflitos emocionais e problemas relacionais, do tipo conjugal ou parental. Disponibiliza consultas gratuitas por ser uma Instituição Particular de Solidariedade Social, tendo ao seu dispor duas equipas de integração familiar, constituídas cada uma delas por três técnicos com formação em psicologia, serviço social e educação social. Cada uma dessas equipas é responsável pelo acompanhamento de, aproximadamente, 25 casos. Tem sido crescente a procura das pessoas pelo CTFIS, de tal maneira que em 2008 deu assistência permanente a um total de 30 famílias (com mais de 230 frequências) que realizaram planos de reabilitação que demoram, regra geral, entre seis meses a três anos a serem executados. O Centro de Terapia Familiar é coordenado pelo Instituto de Acção Social (IAS), mas há toda uma rede que beneficia do seu trabalho de reabilitação junto das pessoas e das famílias, desde logo o Tribunal de Família e Menores, com o encaminhamento de casos respeitantes a crianças em risco. Nessa circunstância, o centro ajuda as famílias mais vulneráveis a prepararem-se e a ter competências adequadas para receberem de volta os seus filhos, que foram entretanto institucionalizadas. Aqui entram em acção as tais equipas de integração familiar que, adoptando medidas de promoção e protecção, acompanham crianças e jovens e respectivas famílias em risco. De igual modo, estudam e avaliam as dinâmicas familiares, ao mesmo tempo que promovem as mudanças que se impõem no agregado, de modo a evitar a separação da criança ou jovem da sua família (preservação familiar), ou possibilitar o seu retorno quando foi afastada do seio familiar (reunificação familiar).Outra área relevante do CTFS é o Ponto de Encontro Familiar (PEF), área onde tem parceria com o IAS e Associação para a Promoção de Públicos Jovens. O PEF visa promover a defesa dos direitos da criança, sobretudo no que diz respeito às suas ligações afectivas com os pais. O PEF, que responde às solicitações do tribunal (via EMAT- Equipa Multidisciplinar de Apoio ao Tribunal) responde ao direito de visitas estabelecido nas regulações do poder paternal, oferecendo um espaço físico (em sala) para o contacto entre pais e crianças, supervisionado por técnicos. Assim, a actuação do PEF incide, por exemplo, sobre o incumprimento do regime de visitas, pedido de visitas supervisionadas e pedido do início do regime de visitas. “Não há fórmulas mágicas para transformar uma família”O que é a terapia familiar e que objectivos tem nos Açores?Em primeiro lugar temos que contextualizar:a a terapia familiar nasce nos EUA, na década de 50, para complementar um modelo psicoterapêutico que existia na altura e que era a psicanálise. Uma série de psiquiatras e psicólocos clínicos apareceram e tentaram contextualizar os problemas de saúde mental no quadro familiar. A terapia familiar tenta encontrar sentido aos comportamentos de um indivíduo doente mental ou conflitos emocionais e encontrar o sentido da sua patologia no contexto relacional onde esta pessoa vive, em primeiro lugar na sua família e no contexto cultural e social. Situações no seu dia a dia?Aparecem todos os problemas de uma consulta de psicologia, desde os infanto-juvenis, com adolescentes, adultos. Só que este modelo tenta orientar e trabalhar com a família. Podemos falar de algo na moda que são os distúrbios alimentares. O trabalho que um terapeuta familiar faz com uma anorexia ou bulimia, será dar sentido a este sintoma como algo que se passa num contexto disfuncional. Será tentar transformar esse contexto familiar disfuncional em algo diferente para que este sintoma não se perpetue.Que problemas com mais frequência apresentam as famílias?Habitualmente, o problema número um são os depressivos, de ansiedade, de conflitos emocionais, os problemas relacionais, do tipo conjugal ou familiar, e de comunicação entre pais e filhos, toxicodependência e distúrbios do comportamento. Depois existe outro tipo de patologia que são famílias que estão desorganizadas, com um grau de violência bastante elevado, que criam um ambiente interno do próprio sistema bastante maléfico para o desenvolvimento normal dos indivíduos que lá vivem. Estou a falar das famílias multiproblemáticas, onde existe se calhar um pai violento ou alcoólico, uma mãe depressiva e os filhos com dificuldades de desenvolvimento, problemas escolares e desvios que podem dar em delinquência ou em problemas psicopáticos.Qual a receita?O centro foi uma alternativa pensada há cerca de uma década para criar várias equipas multidisciplinares. A ideia seria transformar as regras, os valores, os modelos comunicacionais que estas famílias têm para potenciar o desenvolvimento psíquico e emocional dos menores que vivem com as mesmas. O centro propõe um plano de melhora. Significa um trabalho complexo. Não há fórmulas mágicas para transformar uma família. Aliás, quando se fala neste tipo de famílias fica-se bastante pessimista e há uma ideia social de que são famílias multi-resistentes a qualquer intervenção terapêutica. O modelo da terapia familiar sistémica é o único comprovado cientificamente que resulta com as famílias. Porque tem em conta os recursos que a família tem, é optimista no sentido de potenciá-los e trabalha com a rede social.Que passos são dados?O primeiro passo é de diagnóstico. Não recuperamos uma família se ela não dá pistas, sinais, de que está disponível para trabalhar. Temos que avaliar a motivação desta família e criar uma grande aliança terapêutica para que a família também confie em nós. Se são dados estes primeiros passos, apresentamos uma série de objectivos que têm a ver com trabalhar especialmente o quadro relacional do casal. São casais que têm grande disfunção comunicacional, afectiva, problemas de poder. A violência é um mecanismo que utilizam para negociar. Quem manda é a pessoa que mais força e poder tem: o homem. Temos de eliminar esta maneira de comunicar através da violência e tem que ser implementado outro tipo de modelos. É um trabalho lento, que pode demorar um ano, dois ou três. Depois temos de trabalhar a parte da parentalidade e incutir nestes pais modelos educativos diferentes dos modelos educativos que eles próprios trazem das suas famílias de origem. Quanto mais inseridas socialmente, menos violência vão ter e mais rotinas adaptativas adquirem. Têm sucesso na maioria dos casos?Temos um índice de sucesso por volta dos 70% das famílias que estão motivadas para recuperar. Estou a falar de classe média-baixa...&lt;br /&gt;Paulo Faustino&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-5521895721853066092?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/5521895721853066092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=5521895721853066092&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/5521895721853066092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/5521895721853066092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/05/terapia-familiar-ajuda-resolver.html' title='Psicologa: Terapia familiar ajuda a resolver problemas de casais'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-2818119744954591802</id><published>2009-05-04T12:25:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T06:56:59.031-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><title type='text'>Psicologa: A Dor da perda</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#6600cc;"&gt;Dor da perda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os seres humanos estabelecem relações afectivas com os outros, umas mais outras menos intensas. Esta intensidade depende da proximidade do relacionamento, bem como do envolvimento emocional.&lt;br /&gt;Por isso, situações de ruptura são sempre complexas, pois implicam a vivência do fenómeno da perda e/ou posterior elaboração de um processo de luto.&lt;br /&gt;Reportar-me-ei a este último conceito.&lt;br /&gt;A nossa sociedade parece ainda não estar preparada para lidar normalmente com o fenómeno da morte, sendo esta, a mais comum das vezes entendida como a degradação do corpo e finitude da vida. É vivida intensamente, pois nunca desejamos separar-nos daqueles que nos são próximos, querendo tê-los sempre ao pé de nós.&lt;br /&gt;Não será esta atitude contraproducente? Ou seja, o que com isto quero dizer é que, ao invés de vivermos atormentados com a perda e querermos prolongar o sofrimento de outrém em prol do nosso bem-estar psicológico, porque não a encarar como um processo de transição?&lt;br /&gt;Apesar dos avanços crescentes da medicina, há cada vez mais pessoas a sofrer de doenças crónicas e incapacitantes, em que a única coisa que se pode fazer é prolongar a vida do doente por mais algum tempo, ainda que isso acarrete agravamentos na sua qualidade de vida. Não raras vezes os familiares procuram (ou são encaminhados para) apoio psicoterapêutico, devido ao sofrimento que se encontram a vivenciar, o que é um acontecimento normal. Toda a dor e sofrimento devem ser exteriorizados, para sua posterior elaboração e seguimento de um processo de luto normal.&lt;br /&gt;Em doenças terminais, quando a medicina não mais pode oferecer do que cuidados paliativos, deve então fornecer-se ao doente a qualidade de vida que ele tanto merece, que pode passar por diversos níveis. Desde cuidados adequados em centros especializados, a visitas de familiares e amigos para uma última despedida, à realização de últimos desejos e cumprimento de tarefas necessárias à organização da vida dos que cá ficam após a sua morte.&lt;br /&gt;É comum que os doentes sofram mais com a dor que sentem que estão a provocar nos outros, do que com a sua própria condição. É importante falar-se com eles sobre a própria morte, atenuando as suas preocupações, a sua dor, tranquilizando-os para o momento da partida. Porque é algo comum, a que todos devemos estar sensibilizados, procurando não vivê-la com uma tonalidade de dor e amargura.&lt;br /&gt;Muito do nosso sofrimento passa pelas representações que adquirimos ao longo da vida. E a vivência do luto deve começar a ser encarada como algo inevitável na vida de todos nós.&lt;br /&gt;Qualidade de vida, tranquilidade e bem-estar não são sinónimos de dor e sofrimento nos últimos dias... O toque e um sorriso podem relevar mais do que uma lágrima em momentos de aflição. Por Joana&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-2818119744954591802?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/2818119744954591802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=2818119744954591802&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2818119744954591802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2818119744954591802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/05/dor-da-perda-joana-todos-os-seres.html' title='Psicologa: A Dor da perda'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-2855758714629954513</id><published>2009-04-30T06:31:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T13:43:46.837-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ajuda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liberdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologia'/><title type='text'>Psicologa: A mentirosa Liberdade</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gaAW9KqLzhc/TZOV-1aKuDI/AAAAAAAAAKs/r-ks0sNInek/s1600/liberdade.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 191px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589976469218179122" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-gaAW9KqLzhc/TZOV-1aKuDI/AAAAAAAAAKs/r-ks0sNInek/s200/liberdade.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/SfmpsPJsk1I/AAAAAAAAABs/u0kuf7db5uA/s1600-h/veja.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.dpsicologa.blogspot.com/"&gt;Lya Luft A mentirosa liberdade&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;VEJA&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;"Liberdade não vem de correr atrás de 'deveres' impostos de fora, mas de construir a nossa existência" Comecei a escrever um novo livro, sobre os mitos e mentiras que nossa cultura expõe em prateleiras enfeitadas, para que a gente enfie esse material na cabeça e, pior, na alma – como se fosse algodão-doce colorido. Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, do clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. Medo de não ser livres. Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do "ter de". Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), cedo recorremos a expedientes, porque nossa libido, quimicamente cerceada, falha, e a alegria, de tanta tensão, nos escapa. Ilustração Atômica Studio Preenchem-se fendas e falhas, manchas se removem, suspendem-se prazeres como sendo risco e extravagância, e nos ligamos no espelho: alguém por aí é mais eficiente, moderno, valorizado e belo que eu? Alguém mora num condomínio melhor que o meu? Em fileira ao longo das paredes temos de parecer todos iguais nessa dança de enganos. Sobretudo, sempre jovens. Nunca se pôde viver tanto tempo e com tão boa qualidade, mas no atual endeusamento da juventude, como se só jovens merecessem amor, vitórias e sucesso, carregamos mais um ônus pesadíssimo e cruel: temos de enganar o tempo, temos de aparentar 15 anos se temos 30, 40 anos se temos 60, e 50 se temos 80 anos de idade. A deusa juventude traz vantagens, mas eu não a quereria para sempre: talvez nela sejamos mais bonitos, quem sabe mais cheios de planos e possibilidades, mas sabemos discernir as coisas que divisamos, podemos optar com a mínima segurança, conseguimos olhar, analisar e curtir – ou nos falta o que vem depois: maturidade? Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? Já transou? Nunca transou? Treze anos e ainda não ficou? E ainda não bebeu? Nem experimentou uma maconhazinha sequer? E um Viagra para melhorar ainda mais? Ainda aguenta os chatos dos pais? Saiba que eles o controlam sob o pretexto de que o amam. Sai dessa! Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort? Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa louca correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer, ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um bom aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de "deveres" impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito. Lya Luft é escritora &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-2855758714629954513?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/2855758714629954513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=2855758714629954513&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2855758714629954513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2855758714629954513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/mentirosa-liberdade.html' title='Psicologa: A mentirosa Liberdade'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-gaAW9KqLzhc/TZOV-1aKuDI/AAAAAAAAAKs/r-ks0sNInek/s72-c/liberdade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-1675702090696361772</id><published>2009-04-28T12:02:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T12:06:05.263-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estresse'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><title type='text'>Tipos de Estresse</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/SfdTR41ebaI/AAAAAAAAABk/no30nODP81k/s1600-h/untitled+5.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329820250795830690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 172px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/SfdTR41ebaI/AAAAAAAAABk/no30nODP81k/s200/untitled+5.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;Tipos de Estresse &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;Entre as principais causas do estresse, devemos citar:&lt;br /&gt;Mudanças: uma certa dose de mudança é necessária. Entretanto, se as mudanças violentas podem ultrapassar nossa capacidade de adaptação.&lt;br /&gt;Sobrecarga: a falta de tempo, o excesso de responsabilidade, a falta de apoio e expectativas exageradas.&lt;br /&gt;Alimentação incorreta: não é apenas importante o que comemos, mas também como comemos.&lt;br /&gt;Fumar: o cigarro libera nicotina que, na fase de menor concentração, já provoca reações de estresse leve, depois bloqueia as reações do organismo e causa dependência psicológica.&lt;br /&gt;Ruídos: coloca-nos sempre em alerta, provoca a irritação e a perda de concentração desencadeando reações de estresse, que podem levar até a exaustão.&lt;br /&gt;Baixa auto-estima: tende a se agravar o estresse nestas pessoas.&lt;br /&gt;Medo: o medo acentua nas pessoas a preocupação sem necessidade, uma atitude pessimista em relação à vida ou lembranças de experiências desagradáveis.&lt;br /&gt;Trânsito: os congestionamentos, os semáforos, os assaltos aos motoristas e a contaminação do ar podem desencadear o estresse.&lt;br /&gt;Alteração do ritmo habitual do organismo: provoca irritabilidade, problemas digestivos, dores de cabeça e alterações no sono.&lt;br /&gt;Progresso: a agitação do progresso técnico é acompanhada de aumento das pressões e de sobrecarga de trabalho, aumentando os níveis de exigências, qualitativas e quantitativas.São desses estressores que surgem os principais tipos de estresse que abrangem:&lt;br /&gt;Estresse de Trabalho&lt;br /&gt;Estresse decorrentes de doenças cardíacas e do câncer&lt;br /&gt;Estresse na Infância&lt;br /&gt;Estresse de EnvelhecimentoOs tipos de estresse são variados e não se restringem aos citados acima. Mas é mais marcante no nosso cotidiano o estresse do trabalho.O mundo do trabalho mudou com o avanço das tecnologias. Hoje, o profissional vive sob contínua tensão, pois, além de suas habituais responsabilidades, a alta competitividade das empresas exige dele aprendizado constante e enfrentamento de novos desafios, o que faz com que, muitas vezes, supere seus próprios limites. Isso pode levá-lo ao estresse.O tipo de desgaste à que as pessoas estão submetidas permanentemente nos ambientes e as relações com o trabalho são fatores determinantes de doenças. Os agentes estressores psicossociais são tão potentes quanto os microorganismos e a insalubridade no desencadeamento de doenças. Tanto o operário, como o executivo, podem apresentar alterações diante dos agentes estressores psicossociais.A ansiedade decorrente das preocupações pode gerar insônia, comer demasiadamente, ou o contrário, comer pouco demais . Duas formas de preocupações se destacam: uma cognitiva, com idéias preocupantes, e outra somática, como sintoma de suor, coração disparado, tensão muscular etc.O estresse surge quando a pessoa julga não estar sendo capaz de cumprir as exigências sociais, sentindo que seu papel social está ameaçado. Então, o organismo reage de modo a dominar as exigências que lhe são impostas. Entretanto, no mundo moderno, não é socialmente aceitável que o estresse cumpra sua função natural de preparar o indivíduo para a fuga ou para a luta. Tal reação seria considerada inadequada do ponto de vista da adaptação dos seres humanos ante um mundo cheio de conflitos e de pseudo-harmonia. Assim, o homem, ao confrontar-se com um estímulo estressor no trabalho é impedido de manifestar reação, ficando prisioneiro da agressão ou do medo, e é obrigado a aparentar um comportamento emocional ou motor incongruente com sua real situação neuroendócrina. Se durar tempo suficiente essa situação de discrepância entre a reação apresentada e o estado fisiológico real, ocorrerá um elevado desgaste do organismo, o que pode conduzir às doenças. Alguns estímulos foram classificados, segundo o tempo necessário para produzirem estresse, em estressores de curto prazo e de longo prazo. Entre os estressores de curto prazo temos o fracasso, a carga de trabalho, a pressão de tempo, ameaça, indução do medo etc e, a longo prazo, as situações de competição, serviços em zonas de perigo, trabalho monótono . Maiores informações &lt;/span&gt;&lt;a href="http://teste.htm/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;.Várias das patologias hoje estudadas pela Medicina do Trabalho têm íntima correlação com o estresse. O desgaste a que pessoas são submetidas nos ambientes e nas relações com o trabalho é fator dos mais significativos na determinação de doenças. Este trabalho não escapa ao conhecimento médico, mas também é fato que o espaço dedicado na anamnese à investigação destes aspectos é pequeno em relação à sua importância.No câncer há um colapso da imunidade e resistência do organismo. O fato dos tumores crescerem ou não está relacionado com a eficiência dos processos de imunidade. Assim, se o sistema imunológico encontra-se "desequilibrado", a probabilidade do desenvolvimento da doença aumenta. Como o sistema imunológico é também controlado pelo sistema límbico, podemos acreditar que o paciente com câncer apresenta todo um conjunto de elementos psicossomáticos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.unifesp.br/index.php"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#663366;"&gt;Unifesp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-1675702090696361772?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/1675702090696361772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=1675702090696361772&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1675702090696361772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1675702090696361772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/tipos-de-estresse.html' title='Tipos de Estresse'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/SfdTR41ebaI/AAAAAAAAABk/no30nODP81k/s72-c/untitled+5.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-1708100427995511248</id><published>2009-04-27T11:03:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T11:03:04.684-07:00</updated><title type='text'>Psicologa: Afetividade</title><content type='html'>&lt;a href="http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/afetividade-afetividade-e-o-atributo.html"&gt;Psicologa: Afetividade&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-1708100427995511248?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/afetividade-afetividade-e-o-atributo.html' title='Psicologa: Afetividade'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/1708100427995511248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=1708100427995511248&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1708100427995511248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1708100427995511248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/psicologa-afetividade.html' title='Psicologa: Afetividade'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-6339634012867719464</id><published>2009-04-27T11:02:00.002-07:00</published><updated>2009-04-27T11:02:45.699-07:00</updated><title type='text'>Psicologa: Angústia</title><content type='html'>&lt;a href="http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/angustia.html#links"&gt;Psicologa: Angústia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-6339634012867719464?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/angustia.html#links' title='Psicologa: Angústia'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/6339634012867719464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=6339634012867719464&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6339634012867719464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6339634012867719464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/psicologa-angustia.html' title='Psicologa: Angústia'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-6245660860778536055</id><published>2009-04-27T11:02:00.001-07:00</published><updated>2009-04-27T11:02:28.380-07:00</updated><title type='text'>Psicologa: Estresses</title><content type='html'>&lt;a href="http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/estresses.html#links"&gt;Psicologa: Estresses&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-6245660860778536055?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/estresses.html#links' title='Psicologa: Estresses'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/6245660860778536055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=6245660860778536055&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6245660860778536055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6245660860778536055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/psicologa-estresses.html' title='Psicologa: Estresses'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-3885070016655518355</id><published>2009-04-27T11:02:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T11:02:16.974-07:00</updated><title type='text'>Psicologa: ILUMINAÇÃO: ELEVAR-SE ACIMA DO PENSAMENTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/iluminacao-elevar-se-acima-do.html#links"&gt;Psicologa: ILUMINAÇÃO: ELEVAR-SE ACIMA DO PENSAMENTO&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-3885070016655518355?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/iluminacao-elevar-se-acima-do.html#links' title='Psicologa: ILUMINAÇÃO: ELEVAR-SE ACIMA DO PENSAMENTO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/3885070016655518355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=3885070016655518355&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/3885070016655518355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/3885070016655518355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/psicologa-iluminacao-elevar-se-acima-do.html' title='Psicologa: ILUMINAÇÃO: ELEVAR-SE ACIMA DO PENSAMENTO'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-8162539846607082463</id><published>2009-04-27T11:01:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T11:01:17.591-07:00</updated><title type='text'>Psicologa: Como lidar com o Estresse no trabalho obtendo uma melhor qualidade de vida</title><content type='html'>&lt;a href="http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/como-lidar-com-o-estresse-no-trabalho_22.html#links"&gt;Psicologa: Como lidar com o Estresse no trabalho obtendo uma melhor qualidade de vida&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-8162539846607082463?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/como-lidar-com-o-estresse-no-trabalho_22.html#links' title='Psicologa: Como lidar com o Estresse no trabalho obtendo uma melhor qualidade de vida'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/8162539846607082463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=8162539846607082463&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/8162539846607082463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/8162539846607082463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/psicologa-como-lidar-com-o-estresse-no.html' title='Psicologa: Como lidar com o Estresse no trabalho obtendo uma melhor qualidade de vida'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-7121491765707377635</id><published>2009-04-27T11:00:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T11:00:16.815-07:00</updated><title type='text'>Psicologa: Quando o amor acaba</title><content type='html'>&lt;a href="http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/o-fim-de-um-relacionamento-afetivo.html#links"&gt;Psicologa: Quando o amor acaba&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-7121491765707377635?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/o-fim-de-um-relacionamento-afetivo.html#links' title='Psicologa: Quando o amor acaba'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/7121491765707377635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=7121491765707377635&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/7121491765707377635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/7121491765707377635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/psicologa-quando-o-amor-acaba.html' title='Psicologa: Quando o amor acaba'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-2153904054567715180</id><published>2009-04-27T10:58:00.001-07:00</published><updated>2009-04-27T10:58:55.811-07:00</updated><title type='text'>Psicologa</title><content type='html'>&lt;a href="http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/o-que-e-auto-estima-e-soma-da.html"&gt;Psicologa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-2153904054567715180?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/o-que-e-auto-estima-e-soma-da.html' title='Psicologa'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/2153904054567715180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=2153904054567715180&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2153904054567715180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/2153904054567715180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/psicologa_27.html' title='Psicologa'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-688525867424758908</id><published>2009-04-27T10:58:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T10:58:25.428-07:00</updated><title type='text'>Psicologa: Ajuda psicológica</title><content type='html'>&lt;a href="http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/muitas-pessoas-buscam-durante-vida.html"&gt;Psicologa: Ajuda psicológica&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-688525867424758908?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dpsicologa.blogspot.com/2009/04/muitas-pessoas-buscam-durante-vida.html' title='Psicologa: Ajuda psicológica'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/688525867424758908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=688525867424758908&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/688525867424758908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/688525867424758908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/psicologa-ajuda-psicologica.html' title='Psicologa: Ajuda psicológica'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-833704538803508047</id><published>2009-04-27T10:33:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T06:55:33.450-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ajuda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estresse'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><title type='text'>Psicologa: Ajuda psicológica</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;Muitas pessoas buscam durante a vida explicações para seus conflitos. Mediante a esta necessidade os serviços de psicologia abrem espaço para que o ser humano tenha um cenário criado especialmente para ele. Neste cenário é possível através da escuta de um &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/default.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;psicologo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt; se sentir acolhido, aceito, respeitado a fim de obter um maior entendimento de suas vivências emocionais. A &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/psicologa.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;psicologa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt; interpreta as suas emoções, que emergem de comportamentos relacionados a situações de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/sintomadoestresse.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;estresse&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, perdas, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/relacaoadois.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;separações&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, luto, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/depressao.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;depressao&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/crisedevaloreseviolencia.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;violência&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, brigas em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/amoreamorpatologico.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;relacionamentos amorosos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, problemas afetivos, problemas de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/estresseetrabalho.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;trabalho e estresse&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, briga entre irmãos, entre pais e filhos, decisões, problemas conjugais, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/ansiedadeedepressao.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;ansiedade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, traumas, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/exerciciofisico.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;impotência&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, frigidez, uso de drogas, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/ansiedadeecancer.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;doenças&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/ciume.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;ciúmes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;, entre outros. A &lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/danielacarneiro.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;psicologa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt; está capacitada para lhe ajudar a entender seus sentimentos de raiva, angústia, medo, culpa, solidão, desprazer, tristeza, amargor, desânimo, amor, prazer, felicidade, timidez, euforia, vingança, submissão e controle sobre a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomar posse de suas coisas na vida é olhar para si mesmo com olhos de apostador, a confiança depende só de você. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.danielacarneiro.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;www.danielacarneiro.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc66cc;"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Daniela Carneiro&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-833704538803508047?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/833704538803508047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=833704538803508047&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/833704538803508047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/833704538803508047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/muitas-pessoas-buscam-durante-vida.html' title='Psicologa: Ajuda psicológica'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-4522833097021668286</id><published>2009-04-26T17:59:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T06:56:12.329-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='auto-estima'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ajuda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologia'/><title type='text'>Psicologa: O que é auto-estima?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;O que é Auto-Estima&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;É a soma da autoconfiança com o auto-respeito.Conseqüências de uma boa auto-estima: Nos convencemos que somos capazes e merecedores das nossas mais altas vitórias. Expandimos nossa capacidade de ser feliz. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;DICAS PARA ELEVAR A AUTO-ESTIMA PARA MELHORIA NO TRABALHO:01.VIVER RESPONSAVELMENTE: Devemos assumir plenamente a responsabilidade por conquistar o que almejamos. Nada de esperar pelos outros para realizar nossos sonhos, ou seja, devemos aceitar a responsabilidade da nossa própria existência. A auto responsabilidade permite perceber que somos responsáveis pelas nossas escolhas e atos, pela maneira como organizamos o tempo, pelo nível de consciência exigidos no trabalho, pelas relações que optamos entrar e manter, pela maneira como tratamos as outras pessoas ( o companheiro (a), filhos, pais, amigos, colegas, chefes e subordinados),enfim, somos o principal agente da nossa existência, a partir dessa consciência geramos uma auto-estima saudável.02.SER VERDADEIRO:Uma boa auto-estima exige congruência. Quando vivemos diferentemente do que somos e sentimos, estaremos enganando os outros e a nós mesmos. Indicando com isto que nos rejeitamos. A auto rejeição nos leva a mascarar as nossas capacidades além de impedir a identificação das nossas possíveis dificuldades. Se tivermos a coragem de deixar que os outros vejam o que somos, estaremos reconhecendo os nossos valores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;03. COMPARTILHE SUAS CONQUISTAS:Toda vez que dividimos com os outros nossas conquistas, intimamente estamos reforçando nossas capacidades. Quando ao contrário, guardamos de forma egoísta nossas realizações, estamos muitas vezes manifestando um comportamento de medo, pela possibilidade da perda destas conquistas. Porem é importante que escolhamos com quem compartilharemos estas conquistas, porque pessoas com baixa auto-estima, nos desmotivam para ir em frente. Por isso pergunte a você mesmo: Com quem gostaria de compartilhar suas vitórias? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;04. SER OBJETIVO:Estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazo permitirá a preparação de providências para a efetivação dos mesmos, além de contribuir para organização dos nossos comportamentos, valores e a correta avaliação das ações para conquistar os resultados desejados. Além disso, auxilia na avaliação dos critérios utilizados. Devemos nos preocupar em estabelecer um inicio, um meio e um fim para cada objetivo, e monitorar em que fase nos encontramos. Respeitar a seqüência natural das coisas impedirá que iniciemos pelo fim. Afinal não poderemos finalizar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;Gilberto Wiesel&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-4522833097021668286?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/4522833097021668286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=4522833097021668286&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4522833097021668286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4522833097021668286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/o-que-e-auto-estima-e-soma-da.html' title='Psicologa: O que é auto-estima?'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-4169399796142797103</id><published>2009-04-22T18:29:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T06:57:51.333-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='casamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamento'/><title type='text'>Psicologa: Quando o amor acaba</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Se_FFbYQPYI/AAAAAAAAABM/4xXbVBzZ7XQ/s1600-h/untitled+5.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327693257562726242" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 175px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Se_EyllFH2I/AAAAAAAAABE/ML3sUCtuxMA/s200/untitled+9.bmp" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O fim de um relacionamento afetivo&lt;br /&gt;costuma provocar uma revolução em&lt;br /&gt;nossa vida emocional.&lt;br /&gt;Principalmente quando o término&lt;br /&gt;nos pega desprevenidos – ou a&lt;br /&gt;decisão parte da outra pessoa. Um&lt;br /&gt;turbilhão de sentimentos como&lt;br /&gt;raiva, insegurança, carência,&lt;br /&gt;saudade, dor e desejo de vingança&lt;br /&gt;se misturam e nos invadem. Nesse&lt;br /&gt;momento atribulado, alguns tomam&lt;br /&gt;atitudes extremadas, se expõem,&lt;br /&gt;esperneiam, suplicam; outros se&lt;br /&gt;recolhem. Qualquer que seja a&lt;br /&gt;reação, é inevitável escaparmos do&lt;br /&gt;sofrimento. O rompimento nos&lt;br /&gt;sobrecarrega tanto psíquica quanto&lt;br /&gt;fisicamente – muitas vezes&lt;br /&gt;causando reações como uma espécie de “bloqueio” que pode durar semanas ou até meses.&lt;br /&gt;Mas, pensando bem, não seria mais sensato e saudável – pelo menos do ponto de vista&lt;br /&gt;biológico – deixar logo de lado toda essa dor e recomeçar de uma vez por todas a busca por um&lt;br /&gt;novo parceiro para procriação? Certo, há questões psíquicas envolvidas, como a necessidade de&lt;br /&gt;realização do luto e do processamento de todo o aprendizado emocional que a situação traz.&lt;br /&gt;“Mas se toda a natureza trabalha no sentido de garantir a continuidade da espécie, por que,&lt;br /&gt;então, não desenvolvemos um método com o qual seja possível simplesmente descartar um&lt;br /&gt;romance malsucedido, sem tanto dispêndio de tempo e energia?”, questiona a antropóloga&lt;br /&gt;Helen Fisher, da Universidade Rutger, Nova Jersey.&lt;br /&gt;Ela mesma admite que talvez nos aproximemos mais de uma resposta se nos voltarmos para o&lt;br /&gt;início do relacionamento – e, mais precisamente, ao momento em que nos apaixonamos. A&lt;br /&gt;utilidade evolucionária do encantamento que, por vezes, nos arrebata parece clara: nos&lt;br /&gt;concentramos totalmente em uma pessoa que escolhemos para o acasalamento, sem gastar&lt;br /&gt;tempo ou energia com assuntos secundários. “Mas o que se passa na cabeça de homens e&lt;br /&gt;mulheres apaixonados?”, pergunta-se Fisher.&lt;br /&gt;© TODD DAVIDSON/ILLUSTRATION WORKS/CORBIS/LATINSTOCK&lt;br /&gt;Para estudar a questão e tentar responder a essa&lt;br /&gt;pergunta, ela decidiu unir-se à neurocientista Lucy&lt;br /&gt;Brown, da Escola de Medicina Albert Einstein, e ao&lt;br /&gt;psicólogo Arthur Aron, da Universidade Estadual de&lt;br /&gt;Nova York. O grupo recorreu à tomografia por&lt;br /&gt;ressonância magnética funcional, com a qual é possível&lt;br /&gt;acompanhar a atividade do cérebro. Enquanto estavam&lt;br /&gt;dentro do tomógrafo, os voluntários que consentiram&lt;br /&gt;em participar do estudo observavam, alternadamente, a&lt;br /&gt;foto da pessoa que amavam e a imagem de uma pessoa&lt;br /&gt;conhecida com quem tivessem um relacionamento&lt;br /&gt;afetivamente neutro. De vez em quando, eles tinham&lt;br /&gt;de resolver uma atividade como distração, para que&lt;br /&gt;sensações e sentimentos pudessem se atenuar. “Nessas&lt;br /&gt;diferentes situações comparamos a atividade cerebral e&lt;br /&gt;percebemos que as duas regiões cerebrais estavam&lt;br /&gt;especialmente envolvidas durante a observação do&lt;br /&gt;amado: partes do núcleo caudado e da área tegmentar&lt;br /&gt;ventral (ATV) direita no mesencéfalo.&lt;br /&gt;IRONIAS DA NATUREZA&lt;br /&gt;É interessante notar que em ambas as regiões há&lt;br /&gt;células neurais que se comunicam através da&lt;br /&gt;substância mensageira, a dopamina, e reagem de forma&lt;br /&gt;sensível àquilo que causa bem-estar – como alimentos&lt;br /&gt;saborosos, por exemplo – ou mesmo à possibilidade de&lt;br /&gt;experimentá-los. O fato de a paixão estar relacionada a&lt;br /&gt;esse “sistema de recompensa”, indica que o que&lt;br /&gt;estamos habituados a chamar de “sentimento” talvez&lt;br /&gt;seja, na verdade, um “estado de motivação” para a&lt;br /&gt;busca de algo – comparável à fome, que nos leva a buscar e consumir alimentos. Se pensarmos&lt;br /&gt;assim, o cenário fica menos romântico. Afinal, talvez não nos apaixonemos (como muitas vezes&lt;br /&gt;gostamos de pensar) em razão de uma trama bem engendrada do destino ou dos belos olhos do&lt;br /&gt;outro, de seu charme e de sua sensualidade. Sob essa óptica o encantamento se vale, antes, de&lt;br /&gt;mecanismos neurológicos cuja função é aplacar uma necessidade biológica. E garantir a&lt;br /&gt;sobrevivência da melhor forma possível.&lt;br /&gt;Há alguns anos, a equipe de Fisher estudou a atividade cerebral de -pessoas apaixonadas,&lt;br /&gt;porém infelizes, que estavam sofrendo profundamente pelo fim de um relacionamento amoroso.&lt;br /&gt;Embora os pesquisadores reconheçam não saber com precisão o que se passa no cérebro das&lt;br /&gt;pessoas nessas situações, admitem que, aparentemente, a elevada atividade na ATV e em&lt;br /&gt;regiões do núcleo caudado ligadas a ela, ativas quando o relacionamento parecia ir bem, ainda&lt;br /&gt;se mantém. Será então que continuamos amando, apesar de termos sido abandonados?&lt;br /&gt;© NUNO SILVA/ISTOCKPHOTO&lt;br /&gt;Tão gostoso: proximidade do ser amado desperta&lt;br /&gt;atividade neural similar à que surge quando vemos&lt;br /&gt;– e desejamos degustar – um alimento saboroso&lt;br /&gt;Psiquiatras dividem o&lt;br /&gt;processo de separação em&lt;br /&gt;duas fases: primeiro vem o&lt;br /&gt;protesto; depois, o&lt;br /&gt;desespero. Durante a fase&lt;br /&gt;de protesto, em geral a&lt;br /&gt;pessoa abandonada tenta&lt;br /&gt;obstinadamente recuperar o&lt;br /&gt;objeto de seu amor. Tenta&lt;br /&gt;entender o que deu errado e&lt;br /&gt;como poderia reacender o&lt;br /&gt;interesse do outro. Algumas&lt;br /&gt;chegam a fazer cenas&lt;br /&gt;dramáticas diante do exparceiro;&lt;br /&gt;outras choram&lt;br /&gt;sozinhas, saudosas e, por&lt;br /&gt;algum tempo, não vêem&lt;br /&gt;nada no mundo que lhes&lt;br /&gt;atraia a atenção. Qualquer&lt;br /&gt;que seja a reação, porém, em vez de desaparecer, a paixão parecer crescer. Na base dessa&lt;br /&gt;reação estão processos neurais.&lt;br /&gt;Segundo os psiquiatras Thomas Lewis, Fari Amini e Richard Lannon, da Universidade da&lt;br /&gt;Califórnia em São Francisco, a reação de protesto está atrelada à dopamina e à noradrenalina.&lt;br /&gt;Em experiências com animais, elevadas concentrações desse neurotransmissor são associadas&lt;br /&gt;não apenas ao aumento da vigilância, mas também fazem com que o indivíduo solitário&lt;br /&gt;identifique a falta e busque o que necessita.&lt;br /&gt;O fato de a concentração da dopamina aumentar justamente logo após o abandono poderia&lt;br /&gt;esclarecer por que o interesse pela pessoa perdida fica mais intenso nessa fase. Além disso, o&lt;br /&gt;neurocientista Wolfram Schultz, da Universidade Suíça de Fribourg, descobriu há alguns anos o&lt;br /&gt;que acontece no cérebro dos macacos quando uma guloseima que lhes havia sigo apresentada&lt;br /&gt;“desaparece” repentinamente: neurônios do sistema de recompensa passam a trabalhar por um&lt;br /&gt;período especialmente longo, como que para suprir (ou tentar entender) a perda.&lt;br /&gt;Mas que ironia da natureza! Mal se deixa de ter acesso ao objeto do amor, intensifica-se&lt;br /&gt;justamente a atividade daqueles circuitos cerebrais que provocam o desejo mais pronunciado.&lt;br /&gt;Mas não é só o mecanismo de recompensa que fica severamente esgotado na primeira fase de&lt;br /&gt;privação amorosa. Além do desejo intensificado, surge o medo, como se os indivíduos&lt;br /&gt;estivessem mais expostos e vulneráveis. Segundo o neurocientista Jaak Panksepp, da&lt;br /&gt;Universidade Estadual Bowling Green, em Ohio, nos mamíferos há uma reação neuronal de&lt;br /&gt;pânico em cadeia quando a mãe se ausenta. Segundo o pesquisador, nessas situações os&lt;br /&gt;filhotes se tornam imediatamente inquietos, choram e apresentam palpitações. Nos humanos,&lt;br /&gt;resquícios mentais dessa experiência podem ressurgir quando ocorre uma nova separação,&lt;br /&gt;ativando tanto mecanismos psíquicos quanto cerebrais.&lt;br /&gt;Quase sempre o parceiro que não queria a separação é tomado, em alguns momentos, pela fúria&lt;br /&gt;– mesmo que a relação tenha terminado de forma transparente e sincera. O psicólogo Reid&lt;br /&gt;Meloy, da Universidade da Califórnia, em San Diego, denomina essa reação abandonment rage&lt;br /&gt;(raiva do abandono). O fenômeno também parece outro estranho capricho do processo&lt;br /&gt;evolutivo, se considerarmos que a ira ou o ódio dificilmente farão o desertor voltar.&lt;br /&gt;E como o amor pode se transformar tão repentinamente em ódio? Se examinarmos bem, os dois&lt;br /&gt;sentimentos não são antagônicos – o oposto do amor seria o desinteresse. Aparentemente, a&lt;br /&gt;raiva do abandono não exclui o amor. O seguinte experimento demonstra que amor e ódio estão&lt;br /&gt;muito próximos um do outro: se estimularmos eletricamente o circuito de recompensa no&lt;br /&gt;cérebro de um gato, ele expressa forte sentimento de bem-estar. Porém, assim que&lt;br /&gt;interrompemos a estimulação, o animal arranha e morde. Esse tipo de reação a expectativas&lt;br /&gt;não correspondidas é conhecido como “resposta de frustração-agressão”.&lt;br /&gt;© DIGITALIFE/SHUTTERSTOCK&lt;br /&gt;Quando pessoas apaixonadas olham para seus parceiros, tornam-se ativas as partes do&lt;br /&gt;sistema de recompensa do cérebro, as quais também geram o desejo. Infelizmente, isso&lt;br /&gt;não se altera logo que a pessoa amada nos abandona&lt;br /&gt;De alguma forma, parece que nossos antepassados desenvolveram esse infeliz curto-circuito&lt;br /&gt;neuronal entre amor e ódio – talvez com o objetivo bem prático de solucionar problemas de&lt;br /&gt;procriação. Provavelmente, todas as etapas vividas convergem justamente para esse&lt;br /&gt;mecanismo – que nos possibilita de fato encerrar um relacionamento amoroso fracassado para&lt;br /&gt;que possamos ousar um novo começo. Além disso, é a raiva do ex que faz com que os pais, no&lt;br /&gt;caso de uma separação, lutem tão intensamente pelo (que acreditam ser o) bem-estar de sua&lt;br /&gt;prole. Quantas vezes, homens e mulheres anteriormente equilibrados se transformam&lt;br /&gt;repentinamente durante uma separação, tentando conseguir o que acreditam ser “o melhor”&lt;br /&gt;para seus filhos, da pior maneira possível. Nos Estados Unidos há juízes que mandam instalar&lt;br /&gt;um botão de emergência em sua mesa, caso os brigões que estão se divorciando resolvam se&lt;br /&gt;agredir fisicamente durante a audiência.&lt;br /&gt;Mas, em algum momento, as pessoas desistem. E aí inicia-se a segunda fase da separação: é o&lt;br /&gt;momento de lidar com a perda e resignar-se. Nessa fase, os mais propensos ao uso de álcool&lt;br /&gt;podem recorrer à substância; outros se isolam ou passam a maior parte do tempo apáticos. “Em&lt;br /&gt;1991, um grupo de sociólogos da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, entrevistou 114&lt;br /&gt;homens e mulheres que tinham sido deixados por seus amados nas oito semanas anteriores.&lt;br /&gt;Mais de 40% sofria de depressão. Dos que receberam esse diagnóstico, 12% classificaram a&lt;br /&gt;patologia como mediana ou intensa”, observa Helen Fisher.&lt;br /&gt;A fase de resignação também se reflete na rede de recompensa neuronal. Filhotes abandonados&lt;br /&gt;por suas mães, que inicialmente protestaram e entraram em pânico, mais tarde experimentam&lt;br /&gt;um estado de resignação, uma espécie de letargia, em “resposta de desespero”. Quando esses&lt;br /&gt;animais compreendem que suas esperanças não serão mais realizadas, as células produtoras de&lt;br /&gt;dopamina no mesencéfalo reduzem sua atividade. A falta desse neurotransmissor, por sua vez,&lt;br /&gt;leva ao desânimo e, nos casos mais graves, à depressão.&lt;br /&gt;Num primeiro momento, assim como o “amor-ódio”, o desespero também parece&lt;br /&gt;contraproducente. Para que perder tempo com aflições? Alguns especialistas, porém, acreditam&lt;br /&gt;que a depressão se desenvolveu como mecanismo de superação. Existem toneladas de teorias&lt;br /&gt;sobre esse tema. Uma hipótese extremamente interessante é defendida pelo antropólogo&lt;br /&gt;Edward Hagen, da Universidade Humboldt de Berlim, e pelos biólogos Paul Watson e Paul&lt;br /&gt;Andrews, da Universidade do Novo México, assim como pelo psiquiatra Andy Thomson, da&lt;br /&gt;Universidade da Virginia. Segundo eles, o alto ônus psíquico, físico e social causado pela&lt;br /&gt;depressão tem sua utilidade: seus sintomas funcionam como claro sinal de que a pessoa afetada&lt;br /&gt;precisa urgentemente de apoio daqueles que a rodeiam.&lt;br /&gt;Imaginem uma moça do período paleolítico cujo companheiro se junte abertamente a outra&lt;br /&gt;mulher. No início, ela protesta furiosa tentando forçar seu parceiro a abandonar o affair. Ela&lt;br /&gt;pede ajuda a amigos e aos companheiros do clã, mas suas súplicas não são atendidas. Por fim,&lt;br /&gt;ela entra em profunda depressão. Isso faz com que a família finalmente expulse o homem infiel.&lt;br /&gt;Eles apóiam a jovem abandonada até que ela reúna forças suficientes para procurar um novo&lt;br /&gt;companheiro e conseguir novamente colaborar com a alimentação e os cuidados das crianças.&lt;br /&gt;A depressão, porém, oferece mais uma vantagem evolucionária: nos obriga a encarar os fatos&lt;br /&gt;como são. Pessoas depressivas vivem aquilo que o psicólogo Jeffrey Zeig, da Fundação Milton H.&lt;br /&gt;Erickson, em Phoenix, Arizona, chama de “falha da negação”. Somente a depressão leva uma&lt;br /&gt;pessoa a aceitar finalmente o apoio oferecido ou a tomar uma decisão que, em última instância,&lt;br /&gt;pode acabar tendo efeito positivo sobre suas chances de sobrevivência e procriação.&lt;br /&gt;A natureza humana tem bons motivos para ser moldada de forma que soframos massivamente&lt;br /&gt;pela privação repentina do amor – no início, para que possamos protestar e tentar recuperar o&lt;br /&gt;objeto de nosso afeto e, por fim, quando nada disso funciona, para que deixemos de lado esse&lt;br /&gt;objeto e possamos recomeçar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;PARA CONHECER MAIS&lt;br /&gt;O mito do amor romântico. Renato Janine Ribeiro em &lt;a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/"&gt;Mente e Cérebro &lt;/a&gt;ed. 141, págs. 70-73, outubro&lt;br /&gt;de 2004&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-4169399796142797103?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/4169399796142797103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=4169399796142797103&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4169399796142797103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4169399796142797103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/o-fim-de-um-relacionamento-afetivo.html' title='Psicologa: Quando o amor acaba'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Se_EyllFH2I/AAAAAAAAABE/ML3sUCtuxMA/s72-c/untitled+9.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-715823828965192942</id><published>2009-04-22T18:22:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T06:58:09.279-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estresse'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='melhora'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalho'/><title type='text'>Psicologa: Como lidar com o Estresse no trabalho obtendo uma melhor qualidade de vida</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Se_ESrYWPxI/AAAAAAAAAA8/HYiP-Qnsu6o/s1600-h/fundorelacoes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327692709364121362" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Se_ESrYWPxI/AAAAAAAAAA8/HYiP-Qnsu6o/s200/fundorelacoes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#666600;"&gt;Viver com qualidade e ter qualidade de vida é um assunto que tem preocupado as&lt;br /&gt;pessoas. Conciliar trabalho e vida pessoal ainda é um dos maiores desafios das&lt;br /&gt;pessoas, e em particular dos executivos, em face às muitas exigências do mundo&lt;br /&gt;moderno. Dividido entre obrigações e vida pessoal, muitos dos profissionais se&lt;br /&gt;ressentem de não ter tempo para a família, lazer e saúde, e se "apavoram" quando&lt;br /&gt;começam a perceber e sentir os sinais de estresse em seu corpo, decorrente da&lt;br /&gt;agitação, pressões, cobranças, etc.&lt;br /&gt;Em recente pesquisa realizada pelo International Stress Management Association&lt;br /&gt;(ISMA) que ouviu mil profissionais de diversos países, o Brasil liderou o ranking de&lt;br /&gt;horas trabalhadas por semana: com 54 horas, contra a média mundial de 41.&lt;br /&gt;No quesito "exaustão física e emocional", que avalia o nível de estresse do trabalhador,&lt;br /&gt;o Brasil registrou o segundo por índice, ficando atrás apenas do Japão e superando&lt;br /&gt;países como China, Estados Unidos e Alemanha. Os números apontados na pesquisa&lt;br /&gt;são fortes indicativos das atuais condições de trabalho no mercado corporativo&lt;br /&gt;brasileiro. O medo da demissão e as pressões de chefes e superiores, podem gerar no&lt;br /&gt;executivo um quadro de esgotamento físico e mental, popularmente conhecido como&lt;br /&gt;"estresse". Em nossa experiência e vivência profissional, temos deparado com casos&lt;br /&gt;extremos, onde o estresse tem impossibilitado trabalhadores de exercerem sua função&lt;br /&gt;no trabalho.&lt;br /&gt;Para exemplificar melhor esta questão, relatamos o caso de um executivo de 52 anos,&lt;br /&gt;que foi obrigado a se aposentar devido ao alto nível de estresse. "Ele começou a fumar&lt;br /&gt;cada vez mais e depois seu quadro ampliou para apatia, insônia, mania de&lt;br /&gt;perseguição, que acabou resultando numa aposentadoria forçada." Apesar do extremo,&lt;br /&gt;o caso é um bom exemplo de como o estresse pode se desenvolver e prejudicar&lt;br /&gt;seriamente a vida de uma pessoa. No entanto, este problema tem cura e pode ser&lt;br /&gt;evitado com um amplo programa de prevenção, que inclui desde mudanças de&lt;br /&gt;comportamento até cuidados especiais com a alimentação.&lt;br /&gt;Uma das principais atitudes de combate é "saber lidar com as diferenças de&lt;br /&gt;personalidade" no ambiente de trabalho. Muitas pessoas têm medo de ensinar o&lt;br /&gt;serviço para o colega de trabalho, temendo perder espaço na empresa. Porém, a&lt;br /&gt;melhor atitude neste caso é procurar "somar competências", buscando manter-se&lt;br /&gt;constantemente atualizado dentro de sua área, podendo assim superar esta&lt;br /&gt;insegurança. O combate ao estresse pode também estar na prática de diversas formas&lt;br /&gt;de relaxamento, e terapias, como ioga e acupuntura, como também, adotar o hábito&lt;br /&gt;de praticar alguns hobbies.&lt;br /&gt;Outro fator que o executivo deve também se ater na busca de uma melhor qualidade&lt;br /&gt;de vida não só no trabalho, como fora dele é sempre procurar ter atitudes preventivas.&lt;br /&gt;Perceber o mundo de forma positiva. Criar uma atmosfera de entusiasmo e harmonia.&lt;br /&gt;Mudar para melhor. Ter paixão pelo que se faz. Repensar as prioridades da vida.&lt;br /&gt;Aproveitar a Empresa para crescer. Equilibrar razão e emoção. Fazer mais concessões&lt;br /&gt;para si. Ter maior flexibilidade para lidar com as diferenças.&lt;br /&gt;Ter um bom relacionamento familiar e com os amigos. Planejar desde já o seu projeto&lt;br /&gt;de vida. Sonhar, tentar, ousar....&lt;br /&gt;"Quando semeamos ações que levam felicidade e sucesso aos outros,&lt;br /&gt;colhemos sempre os frutos do bem-estar e de qualidade de vida de todos."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#666600;"&gt;Adaptado do texto de Deepak Chopra por Cecília Cibella Shibuya&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-715823828965192942?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/715823828965192942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=715823828965192942&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/715823828965192942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/715823828965192942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/como-lidar-com-o-estresse-no-trabalho_22.html' title='Psicologa: Como lidar com o Estresse no trabalho obtendo uma melhor qualidade de vida'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Se_ESrYWPxI/AAAAAAAAAA8/HYiP-Qnsu6o/s72-c/fundorelacoes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-4773324303718319917</id><published>2009-04-21T08:19:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T10:55:23.584-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fim de relacionamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='compulsão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mente'/><title type='text'>ILUMINAÇÃO: ELEVAR-SE ACIMA DO PENSAMENTO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Se3kv-LLqaI/AAAAAAAAAAk/5O9ZbreLBhA/s1600-h/untitled+3.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327165447044049314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 248px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Se3kv-LLqaI/AAAAAAAAAAk/5O9ZbreLBhA/s320/untitled+3.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0);font-family:trebuchet ms;" &gt;Pensar não é essencial para sobrevivermos neste mundo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0);font-family:trebuchet ms;" &gt;A sua mente é um instrumento, uma ferramenta. Existe para ser usada numa tarefa específica e, quando essa tarefa termina, põe-se de parte. Assim sendo, eu diria que cerca de 80 a 90 por cento do pensamento da maioria das pessoas é não só repetitivo e inútil, mas, devido à sua natureza disfuncional e muitas vezes negativa, é também muitas vezes prejudicial. Observe a sua mente e verá que isto é verdade. Provoca uma perda considerável de energia vital.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0);font-family:trebuchet ms;" &gt;Esta espécie de pensamento compulsivo é, na realidade, um vício. O que é que caracteriza um vício? Muito simplesmente isto: você deixa de sentir que tem a opção de parar. Parece ser mais forte do que você. E dá-lhe igualmente uma falsa sensação de prazer, prazer esse que invariavelmente se transforma em dor. "Eckhart Tolle"&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-4773324303718319917?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/4773324303718319917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=4773324303718319917&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4773324303718319917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/4773324303718319917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/iluminacao-elevar-se-acima-do.html' title='ILUMINAÇÃO: ELEVAR-SE ACIMA DO PENSAMENTO'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YZRUHQsPQm8/Se3kv-LLqaI/AAAAAAAAAAk/5O9ZbreLBhA/s72-c/untitled+3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-7887714249217648540</id><published>2009-04-20T11:37:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T10:53:06.817-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='convenio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tratamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estresse'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='stress'/><title type='text'>Estresses</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;O &lt;a href="http://danielacarneiro.com/sintomadoestresse.aspx"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;estresse&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é o estado de tensão emocional que produz um estado psicológico desagradável caracterizado por irritabilidade, distúrbio de sono e do apetite, dificuldade na concentração, e preocupação exagerada com relação a situações triviais. Em geral há queda no rendimento, com diminuição da memória e impotência. Pode ser desencadeado por uma situação súbita (um assalto, por ex.) ou por situações conflitantes continuas e seguidas.Na terceira idade as situações "estressantes" podem levar a alterações cardiovasculares, hipertensão arterial, com diversas conseqüências, às vezes graves, como o infarto do miocárdio, doenças gástricas e intestinais. Outras vezes pode ser acompanhado de distúrbios psicológicos os mais variados, como depressão ou agitação. Pode ocorrer o agravamento de uma doença que estava equilibrada, como o diabetes, por ex.Para o seu tratamento é fundamental identificar-se a sua causa. O seu tratamento se baseia em relaxamento, exercícios físicos, e uso de substâncias psicotrópicas.Nas ultimas duas décadas foi dada grande atenção aos fatores geradores de tensão e suas conseqüências em pessoas jovens, como o que ocorre nas doenças cardíacas que tem no fator tensional uma de suas principais causas, havendo um grande avanço na profilaxia e no tratamento das doenças das coronárias.A maior arma contra o estresse é a atividade relaxante, que pode ser a fisioterapia, massagens, caminhadas ("jogging"), a musica, a pintura, etc., sempre realizada com regularidade. Na grande maioria das vezes são obtidos bons resultados sob orientação da terapia ocupacional que é direcionada ao combate da tensão emocional.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-7887714249217648540?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/7887714249217648540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=7887714249217648540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/7887714249217648540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/7887714249217648540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/estresses.html' title='Estresses'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-1861710050653468043</id><published>2009-04-20T11:26:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T11:29:56.251-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tristeza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='medo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='angustia'/><title type='text'>Angústia</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;Blaser e Poeldinger estudaram a evolução do conceito de angústia, admitindo que se deve a Kierkegaard a primeira distinção entre temor a um objeto e angústia, livre e flutuante, desprovida de objeto. Esta distinção foi adotada pelo psiquiatra e filósofo alemão Karl Jaspers, tendo deixado claro o seu conceito ao escrever que a angústia é um sentimento freqüente e torturante, e que o medo sempre se refere a alguma coisa, enquanto a angústia é sem objeto.Desde então, esta tem sido a orientação seguida pelos tratadistas, entre os quais se encontra Binder, que desenvolveu amplas considerações no sentido de estabelecer os limites entre medo e angústia:"Se procurarmos estabelecer a diferença entre esses dois estados de ânimo, a introspecção nos mostrará que a vivência afetiva de encontrar-se em perigo aparece em duas modalidades diferentes:&lt;br /&gt;1 - Em uma forma diferenciada, em que o referido sentimento surge em estruturas psíquicas amplamente configuradas, precisas e determinadas; quando se costuma falar quase sempre da presença de medo ou temor, e;&lt;br /&gt;2 - Em forma mais primitiva, que se designa de modo geral como angústia e que corresponde a estratos psíquicos mais profundos que, com freqüência, são menos claramente conscientes e conservam conexões psíquicas mais difusas e menos articuladas.&lt;br /&gt;Alguém teme algo ou sente medo diante de algo, enquanto alguém se angustia, e nestas locuções se expressa que no temor ou no medo do objeto perigoso aparece mais claramente destacado do indivíduo e é percebido, imaginado ou pensado como uma articulação e uma delimitação clara e determinada, enquanto na angústia os processos do conhecimento que a precedem são, freqüentemente, muito mais vagos e indiferenciados, características que correspondem a estratos psíquicos mais primitivos".Angústia VitalLopez Ibor considera a angústia vital como o elemento básico da personalidade humana, podendo surgir sem características patológicas mas, em condições mórbidas, está representada por seus graus mais acentuados. A angústia se acha corporalizada.De acordo com Binder, esta forma de angústia apodera-se do consciente quando existem condições corporais íntimas ameaçadoras da vida. "Surge de modo mais claro nos estados de hipoxemia e anoxemia de qualquer natureza, seja devido a espasmos das coronárias (angina do peito), à perda de sangue (sempre que não leve à inconsciência), à dificuldade respiratória (asma brônquica, estrangulação) ou a asma cardíaca."Bash considera que, nesses casos, a reação psíquica é perfeitamente normal: "O objeto se apresenta no consciente sob a forma de sensações viscerais". A própria debilidade constitucional, seja do sistema ou de sua regulação vegetativa, pode determinar o aparecimento de sensações desagradáveis, as quais são captadas como ameaça à integridade do eu, estando, nesse caso, a angústia vital ligada à depressão ou à transtorno orgânico. A angústia vital, exceto nos casos de depressão, indica um grave transtorno orgânico.Veja mais sobre Angústia em alterações da Afetividade (Psicopatologia)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-1861710050653468043?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/1861710050653468043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=1861710050653468043&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1861710050653468043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/1861710050653468043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/angustia.html' title='Angústia'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-6139479261935345414</id><published>2009-04-20T10:38:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T11:31:51.002-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='afetividade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='insegurança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='depressao'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><title type='text'>Afetividade</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Afetividade é o atributo psíquico que dá o valor e Representa a realidade. Essa Afetividade também é capaz de Representar um ambiente cheio de gente como se fosse ameaçador, é capaz de nos fazer imaginar que pode existir uma cobra dentro do quarto ou ainda, é capaz de produzir pânico ao nos fazer imaginar que podemos morrer de repente.A Afetividade valoriza tudo em nossa vida, tudo aquilo que está fora de nós, como os fatos e acontecimentos, bem como aquilo que está dentro de nós (causas subjetivas), como nossos medos, nossos conflitos, nossos anseios, etc. A Afetividade valoriza também os fatos e acontecimentos de nosso passado e nossas perspectivas futuras.O melhor exemplo que podemos referir para entender a Afetividade é compará-la à óculos através dos quais vemos o mundo. São esses hipotéticos óculos que nos fazem enxergar nossa realidade desse ou daquele jeito. Se esses óculos não estiverem certos podemos enxergar as coisas maiores ou menores do que são, mais coloridas ou mais cinzentas, mais distorcidas ou fora de foco. Tratar da Afetividade significa regular os óculos através dos quais vemos nosso mundo.Porque uma pessoa portadora de Síndrome do Pânico pensa que pode morrer ou passar mal de repente? Porque ela acha que sofre do coração, ou está prestes a ter algum derrame, ou que está tão descontrolada ao ponto de perder o controle. Ora, nada disso faz parte da realidade objetiva e concreta. Trata-se de um juízo pessimista, uma avaliação negativa que a pessoa faz de si mesma, ou seja, trata-se de uma Afetividade que representa negativamente para a própria pessoa o seu próprio eu. Se a pessoa está se vendo pior do que é de fato, então afetivamente não está bem.A&lt;span style="color:#9999ff;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://danielacarneiro.com/depressao.aspx"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;Depressão&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;típica, por sua vez, também faz com que a pessoa se sinta e se ache pior do que realmente é. Isso produz insegurança e rebaixa a auto-estima. Novamente aqui a Afetividade representa negativamente a pessoa para si mesma. A avaliação negativa de si mesmo, achar que a vida não vale a pena, que a realidade é sofrível, sentir medo exagerado, achar-se doente e toda sorte de pensamentos ruins resultam do Afeto alterado.Veja mais sobre Afetividade em Neuroses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;In. Psiqweb&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-6139479261935345414?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/6139479261935345414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=6139479261935345414&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6139479261935345414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/6139479261935345414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/afetividade-afetividade-e-o-atributo.html' title='Afetividade'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2141300483009405108.post-327587648532337224</id><published>2009-04-20T06:34:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T11:32:43.314-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tratamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='temas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='transtornos psíquicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vila Mariana'/><title type='text'>Psicóloga</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Bom dia leitores, a partir de hoje abro este espaço especialmente para aqueles que se interessam pela alma humana e desejam buscar o crescimento emocional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Através da psicologia podemos encontrar algumas respostas para aprimorar nossos conhecimentos sobre a vida, cotidiano e relacionamentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Sou psicóloga e atuo em São paulo, meu consultório se localiza na Vila Mariana, Rua Ambrosina de Macedo 123, e estou disponível a ajudá-lo( a ) caso deseje agendar uma consulta. Esta poderá ser agendada no telefone 7670-2066&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Estarei postando aqui alguns artigos interessantes relacionados com o psiquismo humano e principalmente sobre o comportamento que rege as relações familiares, amorosas e de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Não podendo deixar de falar sobre todos os sintomas decorrentes de um estado de insuficiência causado muitas vezes pelo estresses, ansiedades e tristezas...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2141300483009405108-327587648532337224?l=ipsicologa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ipsicologa.blogspot.com/feeds/327587648532337224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2141300483009405108&amp;postID=327587648532337224&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/327587648532337224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2141300483009405108/posts/default/327587648532337224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ipsicologa.blogspot.com/2009/04/psicologa.html' title='Psicóloga'/><author><name>Daniela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15761761490134117829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-IP49jqiB0QM/TZOSkPql9cI/AAAAAAAAAJ8/QmXy8VZII88/s220/borb.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
